Médicos fazem alerta sobre geração de obesos no país

segunda-feira, setembro 8th, 2008


De acordo com o IBGE, número de crianças acima do peso triplicou nos últimos anos.

A obesidade infantil é cada vez mais preocupante no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de crianças e adolescentes acima do peso cresceu quase três vezes nos últimos anos. Em muitos casos, a obesidade infantil é conseqüência do comportamento dos pais frente ao prato de comida.

Alguns países já tratam a obesidade como epidemia. Há seis milhões de jovens com excesso de peso, segundo pesquisa do IBGE. Pesquisas mostram que a doença não poupa nem os pequenos. Segundo o Ministério da Saúde, 6,6% dos meninos e meninas de 0 a 5 anos de idade são considerados obesos.

Em muitas crianças, a obesidade começa a dar sinais antes das primeiras papinhas e colheradas. Os médicos chamam a atenção para bebês de até 1 ano que estão sendo superalimentados. Um dos maiores riscos está na gestação. Mães que engordam muito na gravidez podem ter bebês acima do peso.

Pesquisadora do Hospital das Clínicas de São Paulo, a endocrinologista Sandra Vilares acompanha centenas de adolescentes com dificuldades para emagrecer e alerta: a criança fofinha de hoje pode ser o gordinho de amanhã.

“Criança obesa por volta dos 7 anos tem 50% de chances de ser um adulto obeso, e o adolescente obeso tem 80% de chances de ser um adulto obeso”, afirma Sandra.

Nota do Blog

É notável que a obesidade cresce em níveis alarmantes entre as crianças no Brasil.  É impressionante como é grande a quantidade de alimentos industrializados e congelados disponíveis em nosso país.

Nós só vamos ver este quadro se inverter quando começarmos a voltar a comer como nossos pais comiam, ou seja, começar a fazer nossa comida, comer mais frutas, verduras e saladas.

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São Francisco em Pé de Guerra contra a Coca Cola

segunda-feira, setembro 8th, 2008

São Francisco decidiu que o inimigo público número 1 são os refrigerantes.

Por anos, a idéia de cobrar um imposto nos refrigerantes para combater a obesidade já era comentada entre os médicos.  Mas agora, o prefeito Gavin Newsom de São Francisco está propondo um imposto nas bebidas que contém quantidades elevadas de açúcar líquido da frutose do milho.

Newsom diz que a obesidade é responsável por dezenas de milhões dos dólares que a cidade gasta com cuidados médicos.  Ele menciona uma recente pesquisa feita pelo departamento de saúde de São Francisco, apontou que quase 1/4 dos estudantes da cidade que cursam  entre a 5 e 8 série estão com excesso de peso, e que as bebidas elevadas em açúcar são responsáveis por 10% da contagem diária de calorias consumidas.

O prefeito quer que grandes cadeias de supermercado e drogarias pagem este novo imposto.

Nota do Blog

Apesar de ser um grande consumidor de Coca-Cola light, eu acho que este imposto é válido, pois a cidade pode utilizar este dinheiro para campanhas de reeducação alimentar e melhorar o sistema de saúde.

E no Brasil daria certo?  Hummm, a probabilidade é muito pequena, pois é muito difícil de acreditar que os políticos vão usar este dinheiro para criar campanhas que dariam mais informações sobre alimentação para a população.

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