Exposição ao sol salva 10 vezes mais vidas por absorção de vitamina D do que causa câncer de pele

quarta-feira, abril 1st, 2009

Imagem SXC

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O número de vidas salvas por pessoas que duplicam sua exposição solar pode ser 10 vezes superior ao número que desenvolve câncer de pele fatal pelo mesmo motivo. Este é o resultado que mostrou um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Investigação do Câncer, em Oslo, na Noruega.

A exposição à radiação ultravioleta do sol aumenta o risco de desenvolver câncer de pele, mas também aumenta a produção de vitamina D. A ligação entre a saúde óssea e a vitamina D é bem conhecida, e estudos recentes sugerem que o aumento de vitamina D pode fornecer proteção contra alguns tipos de câncer, diabetes e esclerose múltipla. A vitamina D é também conhecida por favorecer o bom funcionamento do sistema imunológico.

“O risco de câncer de pele está aí, mas os benefícios para a saúde adquiridos por meio da exposição solar são muito maiores do que os malefícios”, diz a Dra. Daniela Jobst, nutricionista clínica funcional. “O que sugiro é que a exposição ao sol se dê de forma comedida para que o corpo tenha as vantagens da produção de vitamina D, sem colocar em risco a pele”.

A deficiência de vitamina D é um problema para pessoa que vivem em locais onde o sol é mais fraco, especialmente durante o inverno. Pesquisadores calculam que, em resposta à mesma quantidade de tempo passado ao ar livre, australianos produzem 3,4 vezes mais vitamina D do que as pessoas que vivem na Grã-Bretanha e 4,8 vezes mais do que as pessoas que vivem na Escandinávia.

De acordo com o estudo citado, se a população em geral da Noruega dobrasse a quantidade de tempo ao sol, aproximadamente 300 pessoas morreriam por ano de câncer de pele, representando o dobro do atual número de vítimas. Por outro lado, haveria menos 3000 mortes por outros tipos de câncer, evitados pela presença de vitamina D produzida pela exposição ao sol.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

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Todo tédio acabou, o peso humano chegou

terça-feira, janeiro 27th, 2009

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A imaginação do ser humano não tem limites e apesar de todos os problemas e crises que vivemos hoje em dia as companhias tentam de todos os jeitos possíveis para atrair novos consumidores.

A academia Gymbox localizada em Londres está tentando atrair novos clientes de uma maneira muito esquisita, para não dizer bizarra. De acordo com o dono da academia, Richard Hilton, muitos dos seus clientes não se sentem muito motivados quando estão fazendo musculação, pois não conseguem visualizar o que estão levantando.

Para resolver este grande problema Richard resolveu que ao invés das pessoas levantarem pesos de ferro, porque não levantar pessoas e foi assim que ele criou os pesos humanos.

Segundo o dono da academia Gymbox os pesos humanos irão soltar palavras de motivação para as pessoas que estão se exercitando, como: vamos lá, você consegue, mais rápido, excelente e etc.

Aqui vai um vídeo que eu achei no you tube:

A minha única dúvida é saber o que vai acontecer quando os pesos humanos estiverem de mau humor quais palavras de “incentivo” vão falar para os clientes. :)

Fonte: telegraph

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5 fatos que você provavelmente não sabia sobre as drogas

quinta-feira, outubro 30th, 2008

1 – A maconha já foi utilizada para pagar impostos

A maconha já foi um produto dentro da lei no período de 1631 até meados de 1800. Os responsáveis por isso foram os ingleses que utilizaram exclusivamente a cannabis para à produção de cabos e velas para a sua frota. Por isso a cannabis se tornou um produto central para a economia colonial que exigia que os agricultores a cultivassem. Um outro aspecto interessante é o fato de que George Washington e Thomas Jefferson (ex-presidentes americanos) cultivaram a cannabis em suas plantações.

2 – A heroína ja foi comercializada como um remédio contra a tosse

A Bayer empresa Alemã do ramo farmacêutico responsável pela a Aspirina, uma vez comercializou heroína como uma substância não viciadora que poderia substituir a morfina e também um remédio contra a tosse. Isso aconteceu em 1898, uma época em que a tuberculose e a pneumonia foram as principais causas de morte. O mundo precisava desesperadamente de um remédio contra a tosse e a heroína parecia ter todos os requisitos, uma substância ativa contra a tosse e que também funcionava como um sedativo. A droga obteve um grande sucesso mundial quando foi lançada, mas quando surgiram os primeiros relatos de dependentes químicos e dos efeitos negativos contra a saúde a substância deixou de ser comercializada.

3 – O Médico e o Monstro foi escrito durante uma “trip” de seis dias de cocaína

Robert Louis Stevenson, o famoso autor de O Médico e o Monstro, escreveu toda sua obra em seis dias e seis noites. Mesmo a mulher de Stevenson, Fanny, ficou espantada que o marido conseguiu colocar 60.000 palavras no papel, em pouco menos de uma semana. Para se ter uma idéia, Stephen King, um dos mais prolíficos escritores de hoje, escreve apenas cerca de 1000 palavras por dia. Curiosamente, Stephen King admitiu ser viciado em cocaína entre os anos de 1979 a 1987. King descreveu que a cocaína era o seu “botão de ligar” e ainda enalteceu a substância por te-lo salvado do alcoolismo.

4 – O inventor do LSD morreu com 102 anos

Albert Hofmann inventor do LSD – faleceu em 2008 com 102 anos. Ele descobriu o LSD em 16 de abril de 1943, quando ele acidentalmente absorveu um pouco do ácido lisérgico, o LSD-25, através das pontas dos seus dedos. Fascinado pela distorção da percepção que ele vivenciou, Hofman em uma de suas investigações, ingeriu 250 microgramas de LSD e embarcou na primeira viagem de ácido do mundo quando ele voltava de bicicleta para sua casa. Em sua autobiografia, “LSD: My Problem Child”, Hofmann descreve como foi a sua “viagem”: Ele me deu uma alegria interior, uma abertura de espírito, um agradecimento, abrindo os olhos e uma sensibilidade interna para os milagres da criação.

5 – O ecstasy começou como um esquema de pirâmide

Em 1984, um Texano evangelista chamado Michael Clegg acreditava que ele tinha um objetivo superior. Com a noção de que o mundo seria um lugar melhor se todos estivessem sobre a influência do ecstasy, Clegg começou a divulgação em massa da droga com uma tremenda determinação. Clegg formou uma rede de distribuidores que se tornou conhecida como o Grupo Texas. O Grupo Texas foi tão bem sucedido que em um curto espaço de tempo a droga já estava disponível em bares, lojas de conveniência e números 0800. Você poderia comprar a droga com um cartão de crédito. Como é que o Grupo Texas teve esse sucesso? O grupo aplicou um esquema de pirâmide, em que distribuidores autorizados ganhariam uma porcentagem nas vendas de outros distribuidores que fossem recrutados por eles.

Fonte: askmen.com

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