Taiwan pode criar o primeiro imposto para junkie food

Monday, December 28th, 2009
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Nos últimos anos temos escutado muitas propostas sobre a criação de impostos sobre produtos que são considerados junkie food, ou seja, produtos que não são saudáveis.

Apesar de tanto barulho, nenhum país chegou a aplicar este tipo de imposto, porém isto poderá se tornar realidade em Taiwan, que pode se tornar o primeiro país a criar uma taxa para alimentos não saudáveis.

A Secretaria da Saúde de Taiwan está elaborando um projeto de lei que vai criar um imposto especial sobre os alimentos que contêm quantidades elevadas de açúcar, gordura e sobre as bebidas alcoólicas.

Taiwain está enfrentando os mesmos problemas de peso que a maioria dos países, atualmente o país conta com 25 – 30% das crianças com excesso de peso. Se o imposto for aprovado pelo governo de Taiwan, ele poderia entrar em vigor em 2011. As receitas provenientes do imposto seriam utilizadas para promover a conscientização para uma alimentação mais saudável, ou para apoiar o programa de saúde pública de Taiwan.

Se este imposto for adiante, ele pode abrir o caminho para outros governos a criarem impostos semelhantes.

Eu sei que muitas pessoas são contra a criação de novos impostos, especialmente no Brasil, que é um país que já tem muitos impostos e nós não temos a mínima ideia o que os governantes estão fazendo com o dinheiro público.

Porém se o dinheiro fosse utilizado para a melhora do sistema público de saúde, eu apoiaria a criação deste imposto.

Fonte: Dietblog

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Sinais dos tempos – Metrô de SP instala bancos para obesos

Tuesday, April 14th, 2009
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A instalação dos bancos nos trens –dois por veículo– atende à lei estadual nº 12.225/06, que estabelece a obrigatoriedade da disponibilidade de assentos para pessoas obesas nos transportes públicos.

O banco largura mínima equivalente a dois assentos normais, ou seja, aproximadamente 90 centímetros. As peças devem suportar uma carga mínima de 250 kg no assento, e de 100 kg no encosto. Todos os cantos e extremidades dos assentos são arredondados, mantendo o padrão e a harmonia ao mobiliário existente.

Isso mostra muito bem qual é a verdadeira realidade brasileira, uma população que a cada dia está se alimentando muito mal e pouco se preocupa com a própria saúde.

Será que este tipo de realidade vai passar a fazer parte do nosso cartão postal? Se continuarmos neste caminho…

Fonte: Folhaonline

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Suspensas propagandas de produtos emagrecedores

Wednesday, September 24th, 2008

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu, em todo território nacional, as campanhas publicitárias que atribuem propriedades terapêuticas aos produtos Eficess (fabricado pelo Laboratório Tiaraju Alimentos e Cosméticos Ltda.), Fibralitus (fabricado pelo Laboratório Químico Farmacêutico Tiaraju Ltda.) e o Chá Misto Cítrico (Suplan Laboratório de Suplementos Alimentares Ltda.). A medida também vale para os kits denominados “Programa Emagrecer sob Medida” e “Kit 4 em 1 Nutriplus”. Todos os itens são distribuídos pela empresa TBA do Brasil Distribuidora Ltda., localizada em Porto Alegre. A decisão está na Resolução RE 3425/08, publicada na última sexta-feira (19).

A determinação estende-se para as demais marcas destes produtos: Tiaraju, Phynus, Fibracaps, K3, 3 Fibras, Naturanbagaba Plus, Quitomix, Lipo Line Plus, Fibratim, Bioremix, Celleron Plus e Celeron Mais, Algabel, Algagel, Algamax, Natugel, Tiaraju, Algafibras, Naturangaba, Vitaalga, Gelfibras e Fibras.

Nota do Blog

Já está na hora do governo começar a atacar esta empresas que fazem falsas promessas e iludem consumidores desesperados a fazerem qualquer coisa para perder peso.

Uma coisa que precisamos entender é que produtos milagrosos não existem, pois se existissem não seriam ocultos ou teriam somente uma “pequena” produção forçando você a comprar o produto ou se não perderia a “grande oportunidade” da sua vida.

Acredito que agora o governo deveria também estabelecer um padrão para as informações nutricionais pois cada produto utiliza da forma que bem entender tentando enganar o consumidor.  Outro dia eu cai em uma dessas pegadinhas de marketing. (ler aqui)

Eu espero ver mais ações deste tipo e também que seja criada uma lei que seja mais rigorosa sobre a promoção destes tipos de produtos pois do jeito que está só vai causar mais frustração e desilusão para a nossa população.

Fonte: ANVISA

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Los Angeles, uma cidade em dieta

Monday, September 15th, 2008

Os vereadores da cidade de Los Angeles decidiram por voto unânime a proibição por 1 ano de ser aberto qualquer restaurante do tipo fast-food na parte sul da cidade, onde é notório a grande quantidade destes tipos de restaurante.

Esta medida visa proporcionar a abertura de novos restaurantes mais saudáveis para esta região onde a concentração de obesos é acima da média cerca de 30%, mais do que o dobro da parte oeste (14,1%) e 50% a mais do que na região central (19,1%).

Outro fator importante que levou os políticos a tomarem esta decisão, foi o fato de que na parte sul, os fast-foods representam cerca de 73% dos restaurantes, enquanto na parte oeste é de 42%.

Andrew Pudzer, presidente da rede de restaurantes CKE acredita que os fast-foods estão sendo injustamente perseguidos pois muitos já possuem alternativas saudáveis. “O problema não é onde você come, mas o que você come”, segundo Pudzer.

Nota do Blog

Certo ou errado ao menos é uma tentativa para combater a obesidade. Na minha opinião não acredito que seja eficaz pois as pessoas da região sul de Los Angeles escolhem os fast-foods pois é a alternativa mais barata para se alimentar, diferentemente do Brasil onde as redes de fast-foods são voltadas para as classes media e alta.

O certo na minha opinião seria educar as pessoas através das escolas e centros comunitários o quanto é importante uma alimentação saudável, porém nada disso seria útil se não houver lugares onde as pessoas possam comprar produtos mais saudáveis a um preço que se encaixe no orçamento.

Outra medida importante seria a de que a cidade incentivasse a criação de restaurantes que oferecessem comidas sem um alto teor de gordura e não como os fast-foods que oferecem um ou dois itens. Este incentivo poderia ser na forma de empréstimos com juros baixos e isenções fiscais.

Para concluir eu acredito que na situação atual em que se encontra a sociedade americana, as vezes, medidas drásticas são necessárias mas elas precisam ser acompanhadas por um plano que envolva a sociedade a mudar seus hábitos. Porque medidas isoladas não surtiram efeito e causarão só transtornos para a população, agora se a sociedade brasileira não começar a rever os seus hábitos alimentares, talvez essas medidas serão necessárias no Brasil, se você não sabe o porque, clique aqui ou aqui.

Fonte: CBCNews

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Alabama (EUA) Multará Funcionários Públicos por Obesidade

Tuesday, September 9th, 2008


Eles terão um ano para entrar em forma antes que os custos do seguro de saúde passem a ser cobrados

O Estado norte-americano do Alabama, que está em terceiro lugar no ranking de obesidade do país, está fechando o cerco aos funcionários públicos que estão acima do peso.

O Estado deu aos seus 37.527 funcionários um ano para ficarem em forma – ou serão multados em US$ 25 (R$ 50) por mês pelo seguro de saúde que, caso contrário, é gratuito.

O Alabama vai ser o primeiro Estado a impor uma penalidade aos trabalhadores acima do peso, de maneira que se sintam obrigados a emagrecer. Diversos outros Estados dão recompensas por comportamentos saudáveis.

O Alabama já cobra de trabalhadores que fumam – e conseguiu um certo sucesso para fazê-los parar – e agora voltou sua atenção a um problema que atrapalha muitas pessoas no sul: a obesidade.

Se os exames de saúde constatarem problemas sérios de pressão, colesterol, glicose ou obesidade, os empregados terão um ano de médicos e programas de tratamento gratuitos para reverterem a situação.

Se eles mostrarem progresso, não serão cobrados. Caso contrário, começarão a pagar pelo seguro de saúde a partir de 2011.

Nota do Blog

Acho muito interessante esta proposta do estado do Alabama, pois muita gente só vai pensar em cuidar da própria saúde quando começar a afetar o próprio bolso.

Muita pessoas vão pensar que isto é um absurdo e que é um ataque a falta de liberdade, porém temos que pensar que uma nação que tem menos obesos vai acarretar em menos gastos na saúde pública e hospitais mais vazios.

Vale ressaltar que se uma pessoa obesa tiver mostrado progresso ela não será obrigada a pagar a taxa, o que acho muito válido pois muitos obesos não conseguiriam ficar em forma dentro de 1 ano e eu me incluo neste caso.

Na minha opinião este tipo de pensamento é perfeitamente aplicável aos fumantes, pois geram mais gastos ao setor de saúde, para min o estado do Alabama está de parabéns.

Gostaria de ver estes tipos de ação no Brasil, porém a credibilidade de nossos políticos não me encoraja para lutar por uma campanha destas, pois nunca saberíamos o verdadeiro destino do dinheiro arrecadado.

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