Shakes para emagrecer não contém quantidade indicada de nutrientes – [Diet Shake, Herbalife, Diet Way, In Natura e Bio Slim]

Monday, February 22nd, 2010
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Imagem aschaeffe

shakes-emagrecerJá estou até vendo que isto vai dar muitas horas de discussão, a PRO TESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, fez um teste com os shakes para emagrecer mais famosos do mercado e concluiu que nenhum deles apresentam um equilibrio nutricional para substituir uma refeição.

As marcas analisadas foram: Diet Shake, Herbalife, Diet Way, In Natura e Bio Slim. Segundo a proteste, todas estas marcas não fornecem a quantidade calorica necessária para substituir uma refeição, no máximo você pode substituir um lanche.

De acordo com o estudo, o problema é que todos eles não fornecem mais do que 230 kcal, isso já misturados com o leite, o que convenhamos é muito pouco para uma refeição.

Veja a tabela abaixo para uma análise:grafico-shakes

Eu sempre tive um certo receio sobre estes shakes, porém não acho que eles são de todo mal. Eu acredito que se você usar por um curto período de tempo eles podem até ser uma boa solução, mas quando você houve pessoas que estão tomando estes shakes por meses, dai isto começa a me preocupar.

A gordura é um excesso de energia que o corpo guarda, por isso quando você toma estes shakes você acaba emagrecendo, pois o corpo tem que compensar a falta de energia para continuar funcionando. Por isso, se você usar este shake por um tempo limitado eu não acredito que vai trazer nenhum malefício ao seu corpo, porém eu gostaria de frisar que eu não tenho nenhum dado técnico que comprove esta minha teoria, portanto se você perguntar a minha opinião eu te diria para usar no máximo por 1 mês.

O problema é que se você usar por um longo período, o seu corpo vai começar a sentir a falta da entrada de energia e vai começar a controlar o consumo da gordura, é como se o seu corpo estivesse fazendo uma economia de energia e como a pessoa que está tomando o shake já não está consumindo muita energia, podemos notar que não é um bom caminho.

Por isso, tome muito cuidado se você escolher perder peso por este caminho, preste muita atenção no que o seu corpo esta te dizendo e se você começar a sentir falta de energia ou começar a sentir alguma coisa estranha é melhor você voltar a comer uma alimentação de verdade, com alimentos frescos e saudáveis.

Fonte e gráfico: Pro Teste

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3 passos para reduzir o peso das crianças

Thursday, February 18th, 2010

Imagem Benjamin Earwicker

pais-filhos

Uma pesquisa publicada no jornal Pediatrics, resultou que se você impor apenas 3 rotinas da vida do seu filho, pode reduzir em 40% as chances dele ser obeso.

E por incrível que pareça, eu não acredito que devem ser tarefas quase impossíveis de você atingir, veja quais são:

Comer o jantar junto em família, isso mesmo, toda a família comendo na mesma mesa e no mesmo horário.

Assegurar que o seu filho tenha no mínimo 10,5 horas de sono.

Limitar o tempo de televisão para menos de 2 horas por dia, Também está incluído dvd, videogames e etc.

Esta pesquisa foi realizada com 8550 crianças com 4 anos de idade, e as famílias que seguiram estes pequenos passos, as suas crianças tiveram 40% menos chances de serem obesas.

Portanto pais, agora vocês já sabem que o seu comportamento pode ter uma grande diferença na saúde do seu filho.

Eu sei que as vezes mudar o comportamento de uma criança não é fácil, mas se você tem 40% de chances de que a sua criança não se torne obesa, eu acho que vale a pena tentar, certo?

Fonte: Pediatrics

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Bumbum grande faz bem à saúde

Tuesday, February 2nd, 2010

Imagem coc@bumbum-grande

Essa é uma notícia que vai deixar as brasileiras bem felizes, uma pesquisa feita pela universidade de Oxford revelou que as mulheres que possuem um bumbum grande, tem menos chances de desenvolver doenças no coração e diabetes.

Segundo os pesquisadores, o fato é que como existe o colesterol bom (HDL) e o colesterol ruim (LDL), existem também a gordura boa e a gordura ruim. Assim, as gorduras localizadas no bumbum e nas coxas, impede a ação de proteínas que possam causar inflamação e obstrução das artérias.

Além do mais, estas gorduras seriam responsáveis pela maior produção de um hormônio que protegem as artérias e pelo melhor controle de níveis de açúcar no sangue.

Creio que com esta informação, a preferência nacional vai estar mais do que salva, não é verdade?

Fonte: Terra

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Qual é o melhor tipo de dieta?

Thursday, January 7th, 2010

balança

Nos últimos anos muitas dietas foram criadas e proclamadas como sendo uma melhor do que as outras. Dieta do DNA, USP, sopa, pontos e etc.

Um estudo publicado no New England Journal of Medicine, aponta que na verdade não existe uma dieta melhor do que a outra e no final das contas, o que conta mesmo é o número de calorias que você esta consumindo.

Este estudo contou com 811 pessoas obesas que foram supervisionadas por 2 anos. Para este grupo, foram selecionadas 4 tipos de dieta onde o consumo de gordura, proteína e carboidrato foram controlados.

As dietas foram classificas de acordo com o consumo (baixo, médio e alto) de gordura e proteína:

  • Baixa gordura, proteína média: 20% de gordura, 15% de proteína, carboidrato 65%.
  • Baixa gordura, proteína alta: 20% de gordura, 25% de proteína, carboidrato 55%.
  • Alta gordura, proteína média de 40% de gordura, 15% de proteína, carboidrato 45%.
  • Alta gordura, proteína alta: 40% de gordura, 25% de proteína, carboidrato 35%.

Vale destacar que as dietas tinham alimentos similares e seguiam orientações de uma dieta saudável, ou seja, pobre em gordura saturada e colesterol e rica em fibras. Os participantes foram obrigados a frequentar sessões de aconselhamento em grupo e individual por dois anos, eles também receberam metas específicas para a sua ingestão calórica diária, e foram encorajados a fazerem exercícios (níveis moderados), como caminhada rápida, por ao menos 90 minutos por semana.

Quais foram os resultados?

Depois de seis meses, os participantes em geral perderam 6 kg em média. Isso foi cerca de 7% do seu peso inicial. Entretanto, a maioria começou a ganhar peso depois de doze meses. Ao final do estudo, depois de dois anos a perda média de peso foi de 4 kg, independentemente do teor de carboidrato, gordura ou proteína da sua dieta.

Curiosidades

  • A perda de peso do grupo que seguiu a dieta de 15% de proteína e de 25% de proteína foi semelhante.
  • A perda de peso do grupo que seguiu a dieta de 20% de gordura foi semelhante aos de 40% de gordura.
  • A perda de peso do grupo que seguiu a dieta de 65% de carboidratos foi semelhante à de 35% de carboidratos.
  • 14-15% dos participantes perderam pelo menos 10% do seu peso inicial durante os 2 anos.
  • Durante as sessões de aconselhamento as percepções de saciedade, fome e satisfação com a dieta foram semelhantes em todos os grupos.
  • Participação nas sessões de aconselhamento foi fortemente ligada à perda de peso.
  • Todas as dietas reduziram alguns fatores de risco, tais como a redução de triglicérides, colesterol (LDL), pressão arterial e aumento do colesterol HDL.
  • Em média os participantes reduziram suas cinturas entre 2,5 a 7,5 centimetros, até ao final do estudo.

Os resultados deste estudo indicam que se você seguir uma dieta de calorias reduzidas, a proporção de ingestão de gordura, proteína ou carboidrato parece ter pouca importância na perda de peso, desde que seja seguido algumas regras de uma dieta saudável como o baixo consumo de gordura saturada e colesterol e rica em fibras.

Outro resultado muito interessante deste estudo é que mostra como é difícil perder peso e manter o peso por um longo período. Todos participantes receberam aconselhamento e um programa nutricional, ainda assim conseguiram só perder em média 4 kg em dois anos.

Por isso, o mais importante é você seguir uma dieta na qual você possa se adequar o mais fácil possível, assim você terá maiores chances de obter sucesso e alcançar o seu objetivo.

Fonte: Diet Blog

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Dieta do DNA – [nutrigenômica ou nutrigenética]

Wednesday, August 5th, 2009

dieta-dna-nutrigenomica

Uma maçã por dia pode ser substituída por obscuros compostos moleculares e aminoácidos para afastar doenças, graças a um novo foco de investigação genética: a nutrigenômica ou popularmente conhecida como dieta do DNA.

A nutrigenômica olha o efeito da nutrição sobre as moleculas, ao nível genético. Esqueça a DDR (dose diária recomendada), as orientações gerais destinadas a toda a população. A nova pesquisa genética, em última instância, pode fornecer uma alimentação adaptada à sua composição genética.

A ciência há muito tempo se pergunta qual é a relação entre dieta e o metabolismo. Porque é que algumas pessoas têm uma dieta com alto teor de gordura porém não desenvolve uma doença cardíaca? Por que algumas pessoas com uma dieta moderada na quantidade de gordura, tem colesterol elevado?

Após os trabalhos do projeto genoma humano, os cientistas estarão equipados com as informações para responder a estas perguntas, e os resultados terão implicações fundamentais para a saúde.

Na realidade, o campo é tão promissor que a Universidade Rutgers criou uma posição de professor assistente de nutrigenômica. Dr. Mohammed Rafi atualmente desenvolve a criação de um laboratório de investigação e de uma equipe que irá analisar a dieta e o câncer.

Este é um projeto a longo prazo, mas alguns resultados de campo, serão explorados em um futuro próximo.

“Eu acredito que em cinco anos uma simples análise de sangue permitirá determinar se um indivíduo tem uma tendência a desenvolver doenças cardiovasculares”, disse Nancy Fogg-Johnson, da “Life Sciences Alliance”, que com o colega Alex Meroli, criou o termo nutrigenômica.

Dispositivos do tamanho de um celular já existem para a análise de DNA, que poderia ser utilizado para detectar se uma pessoa tem a susceptibilidade a doenças cardiovasculares.

Mais importante ainda, a nutrigenômica permitirá que esta informação poderá dizer quais alimentos têm um impacto positivo sobre a saúde de cada indivíduo, disse Fogg, Johnson.

A ideia é que os alimentos negativos, tais como gorduras saturadas, poderiam ser substituídos por aqueles que promovem um impacto positivo na redução do colesterol. Como comer aveia, em vez de um bife gorduroso, por exemplo.

Esta conclusão não necessita milhões de dólares para ser descoberta, mas a ciência ainda está no escuro sobre como os alimentos reagem com o corpo no nível molecular. A Nutrigenômica vai ligar os Holofotes.

Embora dietas e o DNA serão inicialmente relacionados de uma maneira ampla, a genética vai desempenhar um papel cada vez mais preciso na saúde preventiva.

Ainda vai levar um tempo, mas Fogg-Johnson diz que eventualmente a nutrigenômica será capaz de descobrir dietas que evitam ou retardam o aparecimento das doenças mais graves e generalizadas de hoje como o câncer ou doenças degenerativas como Alzheimer.

Clique aqui e veja o que a nutricionista Daniela Jobst pensa sobre a nutrigenômica.

Fonte: wired

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