Banana verde: Alimento funcional gostoso e abundante no Brasil

quarta-feira, março 11th, 2009

Imagem SXC

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Produzida na maioria dos países tropicais, a banana é uma das frutas mais consumidas no mundo, tendo o Brasil como o segundo maior produtor e primeiro consumidor mundial. As variedades mais difundidas no País são: Prata, Maçã, Terra e Nanica.

A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta dos trópicos, onde é consumida normalmente cozida quando ainda verde. A análise da composição química comprova que a banana não é somente rica em carboidratos e energia, mas possui também elevadas proporções de minerais e vitaminas.

A banana verde na forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos, como a farinha e a biomassa (polpa e/ou casca verde cozida e processada), devido ao seu alto conteúdo de amido presente na polpa e também nas fibras na casca. Outra vantagem para sua utilização, é a palatabilidade conferida pelo amido presente na banana verde, que é bastante superior ao das fibras provenientes e cereais integrais, permitindo sua aplicação nas mais diversas preparações doces e salgadas, que ficam ainda mais nutritivas.

A banana apresenta boas quantidades de minerais, que pouco variam com a maturação da fruta, sendo sempre um pouco maior nas bananas verdes. Os minerais que mais se destacam é o potássio, fósforo, cálcio, sódio e magnésio. Quanto às vitaminas, as que mais chamam atenção são a A, C e complexo B. A vitamina C atinge seu ponto máximo na primeira fase de maturação (coloração verde-amarelada), decaindo até níveis mínimos quando a casca começa a apresentar machas marrons.

“Além de minerais, vitaminas e proteínas, a banana verde destaca-se pelo seu conteúdo e Amido Resistente (AR) – forma do amido e dos produtos de sua degradação que não são digeridos e absorvidos no intestino delgado de indivíduos sadios, podendo ser fermentado no intestino grosso”, diz Dra. Daniela Jobst, nutricionista funcional.

Banana Verde e Índice Glicêmico: Benefícios à saúde têm sido atribuídos aos alimentos ricos em amidos, que sejam relativamente ou absolutamente resistentes à digestão no intestino delgado, como por exemplo, a banana verde. A velocidade de digestão do amido determina o índice Glicêmico (IG) de um alimento. Alimentos com digestão lenta, e baixo IG, têm sido associados com o melhor controle de diabetes, ou mesmo a sua prevenção quando consumidos a longo prazo.

Banana Verde e Doenças Cardiovasculares: O efeito do consumo crônico de AR na redução dos níveis de colesterol e triglicérides tem sido bastante favorável, contribuindo com seus atributos no tratamento de dislipidemias e na prevenção de doenças coronarianas.

Banana verde e Armazenamento de Gordura: Evidências indicam que o AR, associado na dieta com outros alimentos de baixo índice glicêmico, é capaz de desempenhar efeito semelhante ao das fibras como indutor da saciedade, sendo o controle da glicose o mecanismo chave para este efeito.

“Diante das fortes evidências científicas que comprovam os efeitos benéficos de dietas enriquecidas com AR na manutenção da saúde e na prevenção de doenças crônica, como o câncer e doenças do cólon, diabetes tipo II, dislipidemias, doenças coronárias e obesidade, fica evidente que a banana verde e seus subprodutos, podem ser consideradas um potente alimento funcional, que deve ser introduzido e estimulado no hábito alimentar brasileiro”.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

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Como envelhecer com o corpo e a mente sã

quarta-feira, março 4th, 2009

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Sabemos que iremos envelhecer, mas o importante é que atualmente a nutrição, a medicina, a estética e os profissionais da atividade física sabem diagnosticar o envelhecimento como um todo. O que acontece em nosso organismo é complexo, mas totalmente possível de ser adiado ao máximo, para uma 3ª idade mais saudável e livre de doenças. O objetivo é que, em qualquer idade, se busque o melhor de nosso organismo, da atividade cerebral e orgânica do ser humano. Abaixo algumas informações, sobre o que acontece com nosso corpo e as medidas possíveis de serem adotadas para prevenção do envelhecimento.

CRONOGRAMA ANTIENVELHECIMENTO

25 aos 35 anos
O QUE ACONTECE?

Os hormônios ativadores das funções orgânicas (Hormônio de Crescimento da hipófise, DHEA da supra renal e Tiroxina da tireóide) estão em seus níveis máximos;
O risco cardiológico nesta fase se dá pelo sedentarismo que leva a um aumento do percentual de gordura e atrofia muscular;
É comum a ocorrência de oleosidade na pele e acne além dos riscos de exposição ao Sol;

O QUE FAZER?
Manter uma alimentação saudável com alimentos orgânicos, vegetais e frutas e evitar gorduras saturadas, hidrogenadas (trans) e alimentos industrializados;
Manter uma atividade física regular;
Uso de filtros solares e limpeza, tonificação, hidratação de pele regularmente com produtos de nutrição para pele.

35 aos 45 anos
O QUE ACONTECE?

Os níveis de DHEA começam a cair (até 20% nos homens e até 40% nas mulheres);
Nos últimos 20 anos triplicou o número de mulheres que engravidam nesta faixa etária onde o risco de pressão alta na gravidez é duas vezes maior;
Inicia-se a perda da densidade óssea e aumento das taxas de colesterol e triglicerídeos naqueles que não tem cuidados alimentares e são sedentários;
Alteração nas fibras de colágeno e elastina iniciam a formação de rugas superficiais.

O QUE FAZER?
O controle da qualidade da alimentação tem que ser aumentado;
Atividade física torna-se quase obrigatória, incluindo musculação, principalmente para os sedentários;
Iniciar tratamento cosmético anti-envelhecimento aliado a alimentação e suplementação AntiAging.

45 aos 55 anos
O QUE ACONTECE?

Os níveis dos hormônios estimuladores das funções orgânicas caem mais (o hormônio de crescimento cai 50%, o DHEA cai em até 40% no homem a testosterona cai em até 25%, nas mulheres inicia o climatério com a menopausa);
O hormônio cortisol que causa declínio imunológico, neurológico e aumento do depósito de gordura corporal aumenta em até 30%;
A perda de massa óssea pode chegar a 0,3% ao ano, neurologicamente a memória e o raciocínio declinam, os olhos perdem capacidade de focalizar objetos próximos e há diminuição da capacidade de ouvir tonalidades mais agudas;
Os sucos digestivos e a velocidade de trânsito intestinal começam a diminuir.

O QUE FAZER?
O controle médico AntiAging é muito importante para combater esses declínios hormonais, e nos manter jovens;
A estimulação glandular ou reposição hormonal bioidêntica é indicada;
A atividade física é obrigatória preferencialmente sob supervisão profissional;
A alimentação deve ser extremamente saudável e controlada para evitar inflamações (p.ex. por alergias alimentares);
A suplementação Alimentar e tratamento cosmético Antienvelhecimento;
Evitar e saber exercer domínio próprio sob o stress estresse e realizar atividades afetivamente.

55 aos 70 anos
O QUE ACONTECE?

Os níveis hormonais e as funções orgânicas caem mais (hormônio de crescimento cai em até 65% em relação ao jovem, os níveis de DHEA caem em 50%, o hormônio da tireóide cai e diminui a velocidade do metabolismo);
no homem a testosterona chega a cair 55% o volume seminal diminui,
nas mulheres após a menopausa (climatérico) aumenta a massa gorda em até 35%;
Continua a perda da massa óssea com risco de osteoporose;
Continua a diminuição dos sucos e funções digestivas e intestinais;
Aumento do risco de aterosclerose, acidentes vasculares cerebrais e infarto;
Estresse oxidativo que leva a degeneração dos tecidos.

O QUE FAZER?
Controle médico clínico e cardiológico;
Alimentação focada na melhora de todos os sintomas (climatério, aumento de gordura corporal) aliada a uma adequada suplementação;
As reposições hormonais podem estar indicadas (consulte seu médico);
Cuidados com a saúde e a flora bacteriana do sistema digestivo e com a qualidade da alimentação;
Atividade física sob orientação para melhora da força muscular e da mobilidade articular;
Tratamento antienvelhecimento para evitar a oxidação tecidual e a perda das funções orgânicas;
Indispensável: Uso de filtros solares e limpeza, tonificação, hidratação de pele regularmente.

Após os 70 anos
O QUE ACONTECE?

Os hormônios podem chegar a 20% dos níveis de quando jovem;
O tecido neurológico começa a perder as suas funções com quadros de dificuldade de memória e chegando até a Doenças como Parkinson ou Alzheimer;
Diminuição importante das funções digestivas e conseqüente diminuição da absorção de nutrientes e nutrição dos órgãos;
Diminuição da capacidade respiratória;
Diminuição da capacidade de articulação com grande perda de massa magra (músculos);
Aumentam riscos de problemas cardíacos e AVC por aterosclerose e perda da elasticidade dos vasos causados por oxidação dos tecidos pelos radicais livres.

O QUE FAZER?
Rígido controle médico;
Tratamento (médico e/ou nutricionista) para melhora das funções digestivas e conseqüente melhora nutricional;
Suplementação Alimentar para compensar as deficiências bioquímicas, combater radicais livres e metais tóxicos;
Atividade física sob orientação para melhora da capacidade respiratória e articular além da muscular;
Tratamento antienvelhecimento para evitar a oxidação tecidual e a perda das funções orgânicas;
Indispensável: Uso de filtros solares e limpeza, tonificação, hidratação de pele regularmente.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Rejuvenescendo com os sucos verdes

quinta-feira, fevereiro 26th, 2009

Imagem Refúgio dos Falcões

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Todas as folhas verdes e as sementes germinadas contêm inúmeros nutrientes, que incluem vitaminas, minerais, oligoelementos, fitoquímicos, aminoácidos e principalmente enzimas; por isso são considerados na nutrição moderna um “alimento completo” que sustentam o crescimento e desenvolvimento dos seres humanos.

O suco de clorofila* atua para melhorar a condição sanguínea, pois tem ação anti-oxidante, fornecendo todos os elementos nutricionais em grande quantidade, principalmente aqueles com capacidade de regular o metabolismo. Tudo isto, irá reparar as estruturas danificadas das moléculas do corpo e com isso reduzir a velocidade do envelhecimento.

Seguindo pela corrente sanguínea e agindo nas células do organismo inteiro, promoverá a sensação de bem estar, maior disposição e isto já é uma demonstração do início do rejuvenescimento de dentro para fora.

Dica: Tome uma vez ao dia um suco de clorofila* (pigmento verde escuro das verduras), pode ser a clorofila congelada ou outro suco que contenha folhas verdes como, por exemplo, suco de abacaxi com hortelã, couve com laranja lima…

* Receita da clorofila caseira
A alternativa para o sache congelado de clorofila é passar folhas de couve-manteiga na centrífuga. Acrescente 1 colher (sopa) do sumo, riquíssimo em clorofila, no preparo de sucos. Vale também bater 3 folhas grandes de couve com 1 copo (200 ml) de suco de laranja, coar e beber.

dra-daniela-jobst-nutricionista-funcional

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Alimentos crus facilitam a digestão e favorecem a saúde do corpo

quarta-feira, fevereiro 18th, 2009

Imagem purerawcafe

lasagna

As enzimas são substâncias que ajudam a melhor absorção do alimento no nosso organismo e ajudam na preservação de nossos órgãos. São elas as responsáveis pelas reações químicas que acontecem em nosso corpo e, a falta destas, faz com que as vitaminas, minerais e os hormônios não consigam cumprir o seu papel.

Possuímos em nosso organismo uma reserva de enzimas, mas como nos dias de hoje muitas pessoas não se alimentam de forma saudável, usam muitos medicamentos e fazem pouco ou nenhum exercício físico, nosso organismo não produz as enzimas suficientes para processar o alimento de forma correta e nutrir o corpo todo.

É muito importante não esgotar o estoque de enzimas, pois isso pode acarretar em vários tipos de doenças, além do envelhecimento ou morte precoce. Comer alimentos crus faz com que a digestão seja mais fácil e saudável e evita o gasto da nossa reserva enzimática.

Já os alimentos cozidos, fervidos, enlatados, pasteurizados, enfim, que não estejam in natura, perdem suas enzimas e por isso precisam das produzidas pelo nosso corpo durante sua digestão, o que faz com que órgãos do sistema digestivo tenham que “roubar” substâncias do sistema imunológico, causando reações adversas, como: gases, dor de estômago, dor nas articulações e nos músculos, insônia, diarreia/constipação, erupções na pele (acne), envelhecimento precoce, celulite entre outras.

dra-daniela-jobst-nutricionista-funcional

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Alimentos para quem corre

terça-feira, fevereiro 10th, 2009

Imagem SXC

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Os alimentos que não podem faltar antes e depois do treino são em primeiro lugar os carboidratos, pois são combustíveis para toda e qualquer atividade física e as proteínas, para recuperação muscular. Porém o conjunto de toda a alimentação adequada, equilibrada, antioxidante, integral, traz benefícios muito importantes. O consumo de carboidratos na alimentação de quem caminha fornece energia para a queima de gordura assim como a prevenção da queima da massa muscular.

Para potencializar o treino, o atleta deve ingerir carboidratos, pois são os combustíveis necessários para o acionamento do maquinário metabólico. Com o fornecimento de apenas proteínas, desviamos nosso metabolismo para outras queimas, principalmente da massa magra e não gorda, aumento risco de lesão e overtraining.

Algumas vezes sentimos dor na barriga durante a caminhada, por isso é necessário salientar que, para qualquer início ou acompanhamento de atividade física, vale a pena consultar um médico assim como um nutricionista para adequar e equilibrar a alimentação e avaliar o estado de saúde, para que não haja risco da atividade ser prejudicial ao invés de benéfica.

Dentre os benefícios para o atleta que caminha ou corre, está a melhora principalmente do intestino, que devido ao incremento dos movimentos peristálticos, facilita o transito intestinal. Intestino que funciona bem possui mais chances de absorver nutrientes e excretar toxinas corretamente.

Nossa saúde depende da saúde intestinal, pois é lá que são absorvidos muitos nutrientes assim como produzidos muitas substâncias essências no nosso organismo como a serotonina – neurotransmissor do bem estar, responsável pelo bom humor, sono etc.

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