Nutrigenômica: A alimentação baseada no perfil genético

quarta-feira, fevereiro 4th, 2009

Imagem Brasília em Tempo Real

genetica

Um dos mais recentes estudos na área da nutrição é a nutrigenômica, ou seja, o que você come pode modificar um gene e isso ser passado a outras gerações, o que significa que seus hábitos de vida atuais podem refletir na qualidade de vida de seus netos. Nossas escolhas alimentares podem influenciar a predisposição genética das nossas gerações seguintes.

A Nutrigenômica é a ciência que busca entender como a nutrição compromete o equilíbrio entre a saúde e a doença por meio das mudanças na expressão e/ou da estrutura de um perfil genético individual. De maneira mais simples, pode-se dizer que é o estudo da relação entre o consumo de nutrientes e o código genético.

Cor dos olhos, dos cabelos, altura, formato da orelha, do nariz, cor da pele… Muitas características que distinguem indivíduos uns dos outros são determinadas pela genética.

Estudos já mostram que futuramente poderemos antever o aparecimento de muitas doenças. Conhecendo os nutrientes e seus compostos bioativos, podemos modificar a fórmula genética ou alterar a estrutura do DNA, sabendo que por meio da alimentação podemos desenvolver geneticamente um organismo menos predisposto ao surgimento dessas doenças.

Exemplo disso é o impacto dos flavonóides na prevenção do câncer. Pesquisadores demonstraram pela primeira vez em 1996 que os flavonóides presentes nas frutas cítricas aumentam a expressão dos genes envolvidos no sistema orgânico de defesa contra o câncer.

A nutrigenômica propõe que a alimentação de cada indivíduo seja única e funcional, assim como é o mapa genético de cada ser humano. Alimentos que para um são remédio, para outros são veneno.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

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Gorduras também combatem a obesidade – [ômega-3 e ômega-6]

quarta-feira, janeiro 28th, 2009

Imagem SXC

salmao

Embora a maioria das pessoas acredite que para conseguir combater a obesidade ou até mesmo perder alguns quilos o correto é eliminar totalmente a gordura da alimentação, porém isso não é verdade. Alguns tipos de gordura como, os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, são essenciais para a nossa saúde e ainda estimulam vários processos diferentes na luta contra a obesidade.

Esses ácidos colaboram na queima de gorduras ingeridas, melhoram o controle do nível de açúcar no organismo e a capacidade de transportar a glicose do sangue para as células e influenciam importantes alterações genéticas anti-obesidade, entre outras benfeitorias.

Os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6 podem ser encontrados em nozes, sementes de linhaça e abóbora, peixes gordurosos como o salmão, mariscos, algas marinhas e em verduras de folhas vedes.

Assim como todos os alimentos, esses ácidos também devem ser ingeridos com moderação, pois, se consumidos em excesso (ômega 6) podem fazer mal e rebaixar o nível de HDL (colesterol bom) e o retardar a coagulação sanguínea.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Os prós e os contras da carne vermelha

quinta-feira, janeiro 22nd, 2009

Imagem Outback Steakhouse

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Há muito se discuti os benefícios e malefícios da carne vermelha, mas o fato é que ela nos oferece proteínas que são essenciais à vida, e a falta dela faz com que nosso corpo tenha envelhecimento precoce e produção reduzida de anticorpos.

Carne de boi, porco, cordeiro e veado são excelentes fontes de proteína e aminoácidos necessários à regeneração celular, além disso, são fonte de ferro heme, que é mais facilmente absorvido pelo organismo e que também ajuda na renovação da célula. Além do ferro as carnes são as principais fontes de vitamina B12 essencial na proteção contra as anemias.

Porém, como tudo, o lado negativo deste alimento também existe. As carnes vermelhas podem ser ricas em gorduras saturadas, que fazem mal ao organismo e em excesso são inflamatórias. Além disso, alguns animais recebem antibióticos e hormônios que são potencialmente nocivos ao organismo dos seres humanos, por isso é importante saber comprar as carnes.

O ideal é o consumo de carne de animais de criação livre, que não são criados em currais, e sim em pastos e que, além disso, sejam carnes orgânicas, que vêm de animais que não recebem hormônios e antibióticos e comem ração livre de agentes químicos potencialmente perigosos.

Uma dica da nutricionista funcional Daniela Jobst para quem gosta de carnes exóticas: “Opte pelo bisão (búfalo) ou avestruz, que trazem os mesmos benefícios das carnes de outros animais”.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Dieta dissociada

quarta-feira, janeiro 14th, 2009

Imagens SXC

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A mistura de proteínas e carboidratos na mesma refeição pode causar efeitos desagradáveis como sensações de mal-estar e cansaço, falta de energia e metabolismo lento. A dieta dissociada prega que essa combinação não seja feita, pois pode ser maléfica para o organismo, devido a fermentação que estimula a liberação de toxinas nocivas para o corpo e faz com que o aparelho digestivo fique sobrecarregado. A dieta proposta pelo pesquisador Dr. João César castro Soares e muitos outros títulos internacionais vem trazendo muitos resultados positivos na questão da obesidade.

Além das sensações já citadas acima, é comum ter como resultado da mistura de proteínas e carboidratos, o armazenamento de gordura no organismo. Isto ocorre, pois esta combinação imprópria aumenta a liberação do hormônio insulina que é responsável por inativar a enzima lípase (responsável pela metabolização da gordura) que quebram a gordura, isto é, aumenta o deposito de gordura corporal. Já a combinação de alimentos dissociados como consumir apenas vegetais com carboidratos ou vegetais com proteínas, é benéfica, pois não há fermentação, o que é mais saudável e auxilia na perda de peso mais facilmente.

A dieta dissociada propõe começar o dia com os carboidratos para o fornecimento de energia, provinda de alimentos energéticos como pães integrais, cereais, frutas, suco de frutas. Além da energia estes alimentos são fontes do aminoácido muito requisitado, o triptofano, que é um precursor do neurotransmissor serotonina, conhecido como hormônio da felicidade e bem-estar.

Nos intervalos prefira carboidratos como frutas, sucos, cereais, barra de cereais etc.

A dica no almoço é comer alimentos que dão energia e possuem um moderado índice glicêmico como arroz integral, arroz selvagem, quinua, batata doce, mandioca, farinhas, macarrão integral, que contem carboidratos e deixar para o jantar as proteínas, que podem ser encontradas em carnes brancas, vermelhas e ovos.

A dieta dissociada também tem como premissa, os intervalos entre as refeições, que devem ser de 4 horas após o almoço e o jantar e de 2 horas entre os lanches, pois dessa forma a digestão não é prejudicada e não há fermentação e nem a diminuição do ritmo do metabolismo.

Portanto se você almoçou às 12h, seu próximo lanche só deve ser às 16h, e um outro lanche às 18h00. Seguindo este modelo, se o jantar for às 19/20h, um lanche leve por ser feito por volta das 23h ou meia noite.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Dieta do tipo genético

quarta-feira, janeiro 7th, 2009

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A dieta do tipo genético é baseada no perfil de genes do paciente e parte do princípio que determinados alimentos são digeridos de forma mais fácil em alguns indivíduos, pois cada organismo reage de uma maneira em relação à alimentação ingerida, o que resulta em consequências positivas ou negativas para cada pessoa.

Cada indivíduo possui um código genético, isto é uma sequência de dados, que foi recebida através da união dos dois DNA´s e que confere características específicas a cada um de nós. Exemplos clássicos seriam a cor dos olhos, a predisposição a contrair doenças, a obesidade, diabetes, o câncer e etc.

Por isso muitas vezes um alimento que é adequado á certo indivíduo pode não ser ao outro. Com esta dieta você respeita sua individualidade, prevenindo doenças crônicas assim como traz equilíbrio, longevidade e qualidade de vida.

Nos EUA é possível fazer a “Genotype Diet” corretamente, pois há exames específicos que decifram seu código genético e que indicam suas predisposições às patologias, assim como erros nas seqüências do DNA, chamados de polimorfismos genéticos. Através destes “erros”, entra a NUTRIGENÉTICA ou NUTRIGENÔMICA, ciência que os une à prevenção, e trata disso com alimentação. Assim uma dieta fica exatamente exclusiva à um indivíduo.

Mas como estes exames ainda não chegaram ao Brasil, e quando acontecer terão preços relativamente altos, existem alguns outros meios de se trabalhar os tipos genéticos como o estudo proposto por Peter J. D´Adamo, mesmo autor da dieta do Tipo Sanguíneo. A Dieta do Tipo Genético propõe avaliar o indivíduo em três grupos distintos e para cada grupo, aplicar uma dieta específica.

Para saber qual alimentação faz bem ou mal para o seu organismo, basta realizar alguns testes de leitura genética e descobrir as vantagens e desvantagens de certos alimentos para seu corpo. Os testes podem ser aplicados em pessoas de todas as idades. O ideal é que seja feito o quanto antes, pois assim, doenças podem ser evitadas com uma dieta de prevenção e não de cura.

O autor propõe uma calculadora genética onde avalia comprimento dos dedos (anelar e indicador), tamanho do tronco em relação às pernas, características das impressões digitais, etc. Com estes resultados analisa o tipo genético e associa os dados com predisposições genéticas a desenvolvimento de patologias.

Exemplo do comprimento do tronco em relação às pernas: pernas curtas estão associadas com maior risco de coronariopatias e pernas longas ao câncer, especialmente os dependentes de hormônios, como o de mama e próstata, que parecem estar associados com altos níveis de IGF-1 (pré-hormônio do crescimento).

A Dra. Daniela Jobst, nutricionista funcional, pode explicar melhor a dieta do tipo genético, além de como a alimentação pode influir de forma positiva em vários aspectos da sua vida.

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