7 Alimentos que você deveria comer todos os dias

segunda-feira, outubro 6th, 2008
Espinafre

O espinafre é uma fonte rica de ômega-3 e folato, que ajudam a reduzir o risco de doenças cardíacas, acidente vascular cerebral, e osteoporose.  É também uma rica fonte de ferro, de acordo com o USDA, 180 gramas de espinafre cozido contém 6,43 mg de ferro, enquanto um hambúrguer de 170 gramas contém no máximo 4,42 mg.  O espinafre ainda tem um grande valor nutricional, principalmente quando fresco, cozido ao vapor, ou fervido por um tempo curto.

Iogurte

Fermentação desova centenas de milhões de probióticos organismos que servem como reforços para os batalhões de bactérias benéficas no seu organismo, que impulsiona o sistema imunológico e fornece proteção contra o câncer.  De a preferência ao iogurte natural e use mel ou açucar mascavo para adoçar.

Tomate

Os tomates contém muito do antioxidante licopeno.  Estudos mostram que uma dieta rica em licopeno pode diminuir o risco de câncer da bexiga, pulmão, próstata, pele, estômago, assim como reduzir o risco de uma doença arterial coronariana.  Os molhos de tomates são tão bons como os frescos, porque facilita a absorção do licopeno pelo organismo.

Cenoura

A maioria das verduras e frutas vermelhas, amarelas, laranjas são enriquecidas com carotenóides, compostos solúveis em gordura que estão associados a uma redução em uma ampla variedade de cânceres, bem como a redução de risco e gravidade de condições inflamatórias como a asma e artrite reumatóide.  A vantagem da cenoura é que é um alimento de fácil preparação.

Aveia

Elas estão embaladas em uma fibra solúvel, o que diminui o risco de doenças cardíacas.  A aveia contém muito carboidrato, mas a liberação destes açúcares é desacelerado pela fibra, e também contém 10 gramas de proteína por 1/2 xícara o que torna a aveia um alimento favorável para o crescimento muscular.

Noz

A noz contém mais ômega-3 do que o salmão, mais anti-inflamatórios polifenóis do que o vinho tinto, e contém metade da quantidade de proteínas do frango.  Outras outras nozes combinam apenas uma ou duas dessas características, mas não todas as três.

Feijão Preto

Todos os feijões são bons para o coração, mas nenhum pode aumentar seu poder cerebral como feijão preto. Isso porque eles estão cheios de antocianinas, compostos antioxidantes que melhoraram a função cerebral. 1/2 xícara contém 8 gramas de proteína e 7,5 gramas de fibra, e é um alimento baixo em calorias e livre de gorduras saturadas.

Fonte: BestLife

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Ácido fólico reduz risco de Mal de Alzheimer, afirma estudo

terça-feira, setembro 23rd, 2008

Imagens SXC


Substância é encontrada na banana, na laranja e em verduras como o brócolis.

O ácido fólico, substância encontrada na banana, na laranja e em verduras de folhas verdes, como o brócolis, pode diminuir pela metade o risco de uma pessoa desenvolver o Mal de Alzheimer, indica estudo feito nos Estados Unidos.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia analisaram dados sobre as dietas de 579 voluntários com 60 anos de idade ou mais, não afetados por demência, entre 1984 e 1991.

Os voluntários foram observados durante até 14 anos. No curso da pesquisa, 57 dos participantes do estudo desenvolveram a enfermidade.

Dose recomendada

A dieta dos voluntários envolveu as vitaminas E, C, B6 e B12, carotenóides e folatos (grupo que inclui o ácido fólico).

Descobriu-se que aqueles que ingeriram a dose diária recomendada de 400 microgramas de folatos tiveram reduzido em 55% o risco de desenvolver o Mal de Alzheimer, em comparação com os que consumiram abaixo daquela quantidade.

Segundo Maria Corrada, uma das responsáveis pela pesquisa, embora os folatos pareçam ser mais benéficos que outros nutrientes, dietas saudáveis em geral podem limitar o risco do Mal de Alzheimer.

Anteriormente, cientistas haviam provado que os folatos diminuem os riscos de defeitos de nascimento. Estudos sugerem que eles também previnem doenças cardíacas e derrames.

Limitações

Uma das limitações do estudo americano, de acordo com os pesquisadores, é a falta de diversidade na educação e origem étnica dos voluntários, que eram principalmente brancos e com formação educacional avançada.

Portanto, dizem, os resultados não podem ser generalizados a outras populações.

O estudo americano reforça indicações anteriores de que os folatos reduzem os riscos do Alzheimer?, afirmou Suasanne Sorensen, chefe de pesquisa da Sociedade de Alzheimer da Grã-Bretanha.

Na Grã-Bretanha, estima-se que em média cada pessoa consome diariamente por volta de 200 microgramas de ácido fólico, metade da quantidade recomendada.

Nota do Blog

Mais um estudo comprovando que se alimentar com produtos naturais e frescos é muito melhor para a sua saúde do que utilizar produtos industrializados.

O que me preocupa no Brasil é a grande industrialização dos alimentos em geral, fico impressionado com a quantidade de frutas e verduras que vem cortados pela metade e pré-embalados.

Também esta cada vez mais difícil de encontrar produtos que vem da região do seu estado, principalmente em supermercados onde a tendência é cada vez mais se tornar um lugar de produtos enlatados e congelados.

Fonte: ABN

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Aprenda a ler o rótulo

quarta-feira, setembro 17th, 2008


Checar atentamente as informações impressas na embalagem dos alimentos é fundamental para não errar na compra. Quando você cria esse hábito, tende a consumir menos calorias e mais nutrientes do bem.

…não vale observar só o valor energético da barrinha de cereais e a validade do iogurte. A checagem tem de ser completa. É importante investigar todas as informações nutricionais para fazer escolhas certas, descartando os alimentos carregados de gordura ou outros ingredientes capazes de detonar a sua dieta…

…deve constar na etiqueta a quantidade de gordura trans ­ a tal inimiga, nociva por elevar no organismo a taxa do mau colesterol e baixar a do bom, aumentando o risco de doenças cardiovasculares. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também determinou um padrão para o tamanho da porção. O fabricante deverá informar os nutrientes contidos numa porção considerada normal para uma pessoa — em gramas (para os sólidos) ou mililitros (no caso das bebidas) e o equivalente em medida caseira (xícara, colher, copo). “O objetivo dessa revisão é permitir que o consumidor controle melhor o consumo de calorias diárias”, diz Antônia Aquino, gerente de produtos especiais da Anvis.

Além dos nutrientes, você deve ficar de olho nos ingredientes presentes na composição do produto. Eles entram numa lista, geralmente impressa abaixo da tabela nutricional, em ordem de quantidade decrescente. Por exemplo, se um pão tem mais farinha integral do que farinha branca, a integral deve vir primeiro. O que isso tem a ver com a dieta? Adquirir alimentos ricos em fibras evita picos de açúcar no sangue e, com isso, o excesso de insulina, o hormônio que favorece o estoque de gordura. Se ficar atenta ao rótulo, você também pode se servir melhor de vitaminas, minerais e substâncias que protegem a saúde.

Açúcar: tem ou não tem?…Ele pode aparecer no rótulo com outros nomes: xarope de milho, melado, açúcar invertido, maltodextrina, dextrose, frutose ou sacarose. Por isso, mesmo quando o fabricante utiliza a embalagem para exaltar a não adição de açúcar, verifique na lista de ingredientes se não consta um dos nomes acima. “Os alimentos sem adição de açúcar não têm a sacarose, um tipo de açúcar industrial, mas pode conter glicose e frutose, que são naturais”, explica Antônia Aquino, da Anvisa. E, nesse caso, não há diferença na quantidade de calorias. O açúcar também pode ser substituído por uma outra substância capaz de dar sabor doce ao alimento, o sorbitol. E, de novo, não significa ser um produto isento de calorias — o sorbitol tem 2,4 calorias por grama e a mesma quantidade de açúcar tem 4 calorias.

Pegadinhas

sem colesterol Não se iluda: o óleo vegetal que traz em destaque a informação “livre de colesterol” não tem nenhuma vantagem sobre os seus concorrentes. Todos os óleos vegetais têm essa característica e o fabricante é obrigado a acrescentar essa informação. O problema é que, para encontrá-la na embalagem, você precisa de paciência e, talvez, de uma lente de aumento.

não contém conservantes A informação pode estar correta, mas não exclui a possibilidade do alimento conter outros aditivos. Não tem jeito: a maioria das comidas industrializadas carregam essas substâncias, obrigatoriamente relacionadas no final da lista dos ingredientes, pelo nome ou número.

100% natural É quase impossível um alimento industrializado ser totalmente natural. Quando não tem conservantes ou corantes, pode carregar açúcar. Aliás, os enlatados tendem a ter mais açúcar do que você imagina. Então, procure as opções que não sejam adoçadas.

Nota do Blog

Eu sei que é muito chato ficar lendo rótulos das embalagens, principalmente se você estiver fazendo aquela compra mensal em um supermercado lotado com o carrinho transbordando.

Mas eu gostaria de enfatizar que é super importante tentar aprender a entender o rótulo dos produtos, pois você pode estar sabotando a sua dieta sem você saber e depois quando vai ver os resultados eles nunca são os esperados.

Me considero uma pessoa que consegue identificar através do rótulo se um produto é bom ou ruim para a minha dieta. Mas isso não me deixa livre de cair nas estratégias de marketing das empresas do ramo de alimentos. Outro dia, estava no supermercado e me deparei com um pão sírio integral, quando olhei no rótulo constava apenas 160 calorias por 56 gramas, como o pacote só tinha 4 pães eu comprei sem pestanejar.

Quando eu chego em casa e estou prestes a comer o pão eu conferi de novo o rótulo, pois achava que era muito bom para ser verdade e verifiquei que a pegadinha estava no tamanho da porção, porque o pacote todo tinha 450 gramas. Por causa deste “detalhe” ao invés de estar consumindo 160 calorias, eu estava consumindo o dobro 320!!!. Neste caso eu ia estar sabotando a minha dieta sem saber.

Por isso é sempre muito bom ficar atento aos rótulos porque as vezes isto pode ser uma das razões do porque a sua dieta não esteja funcionando.

Fonte:  Revista Boa Forma

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Qual é o seu alimento?

terça-feira, setembro 16th, 2008

Imagine ter um menu feito só para você, composto por alimentos que atenderão especificamente às necessidades de seu organismo e de mais ninguém, e que, de quebra, reduzirão bastante sua chance de engordar. Enfim, a dieta ideal. Pode parecer um sonho, mas felizmente não é. Em breve estarão disponíveis regimes de alimentação elaborados sob medida, formulados a partir do perfil genético de cada pessoa. Isso será possível a partir dos conhecimentos gerados por duas recentes linhas de pesquisa da nutrição, a nutrigenômica e a nutrigenética. Ambas têm como objetivo estudar a interação entre os alimentos e os genes humanos. Mas fazem isso por ângulos diferentes. A primeira investiga como os nutrientes influenciam o funcionamento dos genes. A segunda estuda como esses mesmos genes podem afetar a forma pela qual o corpo aproveita a comida. O fato é que, combinadas, as respostas permitirão dizer quais os componentes que efetivamente fazem bem, por que e para quem eles funcionam.

Nota do Blog

Eu peguei este texto da reportagem de capa da revista Isto É da edição do dia 17 de setembro de 2008. Eu escolhi este texto porque tenho alguns pensamentos contraditórios a esta matéria e gostaria de expressar a minha opinião.

Pontos positivos

Acho muito interessante esta parte da medicina que estuda a relação dos alimentos com a sua saúde, acredito que conseguiremos extrair dos próprios alimentos muitas substâncias que auxiliarão em muitos problemas de saúde.

Achei muito interessante em saber que as substâncias não produzem os mesmos efeitos para todos, confesso que era uma informação que eu não conhecia, porém agora que tenho conhecimento disto, confesso que me parece lógico pois cada ser humano é diferente e se compararmos com remédios é a mesma coisa, por exemplo, apesar do Tylenol ser indicado por muitos médicos, eu não posso tomar pois sou alérgico.

Pontos Negativos

Primeiro não acredito em dietas, muitos que seguem este blog já sabem disso, mas dietas que se baseiam puramente em dados técnicos como a reportagem da revista tenta passar que será o futuro eu acredito menos ainda.

No meu caso eu sou pertencente ao grupo dos caucasianos, na tabela (abaixo) contem sardinha que é um peixe que eu não gosto. Se eu for em uma nutricionista e ela insistir que eu coma sardinha porque faz bem ao meu grupo étnico, eu posso tentar por 1,2 ou 3 meses mas vai chegar a um ponto em que eu vou estar de saco cheio da maldita sardinha e é capaz de eu chutar o balde e botar toda a dieta em escanteio por tentar seguir algo que não satisfaça o meu paladar.

Solução

Não acredito que exista alguma solução perfeita, acredito que todas as dietas tem que se adaptar ao seu momento emocional, pois as vezes estamos motivados a seguir uma dieta mais rígida, porém outras vezes necessitamos de algo que seja mais relaxado pois as pessoas querem seguir algo em que elas não se sintam culpadas o tempo todo por comer um doce ou salgado.

Quanto eu mais leio e estudo sobre a obesidade, eu vejo que isto não é somente um problema de más escolhas mas envolve diversos fatores emocionais e psicológicos que muitas pesquisas não contam como um fator determinante.

Eu acredito que a obesidade não pode ser tratada como uma doença em que você toma um remédio ou siga um programa e tudo será resolvido. O fato é que ainda temos que descobrir muitas coisas neste campo e um dos principais problemas é conseguir separar a boa informação dentro deste mercado que está cheio de promessas milagrosas e produtos que tentam se aproveitar do desespero das pessoas que tentam atingir o seu objetivo.

Clique aqui para o ler a matéria na integra

Abaixo segue uma lista para os 3 maiores grupos étnicos do Brasil

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