Todas as calorias não são iguais

sexta-feira, dezembro 5th, 2008

Imagem SXC

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A sabedoria popular argumenta que uma caloria é uma caloria, não importa se ela vem de um sorvete ou de uma salada. Evidentemente, há uma enorme diferença no valor nutricional desses alimentos. Sorvete é constituído na maior parte de açúcar e gordura, enquanto que a salada é uma fonte de vitaminas, minerais, antioxidantes, e fibras.

Mas de acordo com um recente estudo as calorias dos alimentos não são iguais, sugere o Dr. Eugene J. Fine, MD, e Richard D. Feinman, Ph.D., da Universidade “New York Downstate Medical Center”, no Brooklyn.

Fine e Feinman alegam que alguns tipos de calorias são mais suscetíveis do que outros e poderão ser convertidos em gordura. Seu pensamento é controverso, porque vai contra o que muitos médicos e nutricionistas têm ensinado aos seus pacientes. Calorias são unidades de energia, esta visão tradicional é baseada na primeira lei da termodinâmica. Esta lei apóia a crença de que há apenas uma maneira de perder peso: consumir menos calorias do que você queima.

Mas aqui está a pegadinha, os organismos das pessoas vão reagir de maneira diferente (metabolicamente) e 500 calorias que vem do açúcar poderão ter uma reação diferente do que 500 calorias que vem de proteínas. Obviamente, esta idéia tem um enorme significado para as pessoas quando o objetivo é a perda de peso.

O corpo libera a insulina para remover a glicose da corrente sangüínea para as células, onde é queimada, para gerar energia ou ser armazenada como gordura. Alimentos açucarados e outros alimentos que contém carboidratos – como pães, batatas fritas, arroz branco e massas – podem desencadear uma curva acentuada nos níveis de glicose no sangue. Quando o nível de glicose é elevado o corpo começa a produzir insulina. Isto é especialmente verdadeiro para as pessoas com pré-diabetes e diabetes do tipo 2, que tendem a ter níveis elevados de insulina.

Fine e Feinman acreditam que o controle da produção de insulina é a chave para perder peso. Peixe, frango e outras fontes de proteína praticamente não vão aumentar os níveis de insulina.

Nada disto significa que você tem que comer uma dieta baseada em proteínas. Comer carne magra, frango e peixe, juntamente com alimentos que contém muita fibra, ajudam a controlar os níveis de glicose e insulina e isto pode ser a melhor forma para o controle de peso.

Fonte: DLife

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Manter um peso saudável diminui as chances de contrair o mal de Alzheimer

sexta-feira, novembro 28th, 2008

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Um novo estudo descobriu que a relação entre peso e o mal de Alzheimer é diferente para homens e mulheres.  O mal de Alzheimer é uma desordem cerebral progressiva e fatal.  A maioria das pessoas que desenvolvem a doença de Alzheimer tem mais de 65 anos.

O estudo, publicado no “American Journal of Epidemiology”, analisou 2322 pessoas que estavam participando no “Baltimore Longitudinal Study of Aging”. 187 destes participantes foram diagnosticados com o mal de Alzheimer, o estudo teve uma duração de 23 anos.  A pesquisa foi conduzida pela Dra. May A. Beydoun do “National Institutes of Health”, em Baltimore, e os pesquisadores descobriram que:

  • Homens que estão abaixo do peso ideal (IMC menor que 18,5) durante meia-idade (30-45) tem cinco vezes mais probabilidades de desenvolver o mal de Alzheimer do que aqueles que se encontram em uma condição de peso saudável.
  • As mulheres que estão com sobrepeso (IMC superior a 30) durante a meia idade tem seis vezes mais probabilidades de desenvolver o mal de Alzheimer do que aquelas que se encontram em uma condição de peso saudável.
  • Ter muita gordura localizada na região do abdômen é um fator de risco entre as mulheres.

No entanto, a pesquisa também verificou que os homens que ganharam uma quantidade significativa de peso durante a meia idade tem 3,7 vezes mais probabilidade de desenvolver Alzheimer do que aquelas que não, e mulheres que perderam peso durante a meia idade, tinham duas vezes mais probabilidade de desenvolver Alzheimer do que aquelas que não. Estes grupos de pessoas podem não ter sido as pessoas que necessitavam ganhar ou perder peso.

Segundo a agência Reuters:

A perda de peso pode despertar processos subjacentes às doenças relacionadas com o desenvolvimento da doença de Alzheimer, sugere a Dra. Beydoun e sua equipe, observando que outros pesquisadores constataram que as pessoas com transtorno cognitivo leve que perderam peso ou estão abaixo do peso ideal estão mais propensas a desenvolver a doença de Alzheimer.

Se você quiser reduzir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer:

  • Procure sempre estar em um peso saudável (IMC entre 20 – 25), principalmente durante a meia idade.
  • Evite dietas malucas ou ganhar peso rapidamente.
  • Consulte o seu médico se você ganhou ou perdeu peso inesperadamente.

Fonte: dietblog

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Comerciais de fast food contribuem para a obesidade infantil

terça-feira, novembro 25th, 2008

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Um estudo recente foi publicado no “Journal of Law & Economics” atesta que há uma ligação direta entre a obesidade infantil e comerciais de fast food.

O estudo foi feito com quase 13.000 crianças nos anos de 1979 e 1997 e abrangeu todos os Estados Unidos.  Neste período foi constatado que a quantidade de crianças obesas entre 6 e 11 anos triplicou.

De acordo com a pesquisa a proibição destes comerciais nos horários infantis acarretaria em uma redução de crianças obesas de 18% na faixa de 3 a 11 anos e de 14% para os adolescentes entre 12 e 18.

Os autores da pesquisa não acreditam que proibir os comerciais de fast food seja uma tarefa fácil pois requereria um grande esforço governamental.  Agora imagina se fosse no Brasil, exigir isto de nossos políticos é o mesmo que pedir honestidade em suas gestões ou seja, nunca iria acontecer.

Vale destacar que a Noruega, Suécia e Finlândia são países que proibiram comerciais em programas infantis, além do mais no Canada a CBC que é uma emissora pública também não veicula comerciais na programação infantil.

Por considerar um tópico bem interessante eu gostaria de saber a sua opinião, você acha que no Brasil a programação infantil deveria ser proibido de veicular comerciais de fast food? Deixe a sua opinião.

Fonte: Los Angeles Times

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Crianças obesas podem ter a idade vascular de uma pessoa com 45 anos

quinta-feira, novembro 20th, 2008

Imagem MailOnline

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Uma matéria publicada no new york times sugere que crianças que estão acima do peso ou possuem alto colesterol apresentam sinais precoces de doenças cardíacas.

Um estudo feito pela Dra. Geetha Raghuveer professora do departamento de pediatria da Universidade do Missouri que foi apresentado no “American Heart Association” mostra que as artérias de crianças e adolescentes que são obesos ou que possuem um alto colesterol são similares as artérias de uma pessoa com 45 anos de idade.

O estudo ainda não foi publicado e apesar da amostra ter sido pequena com apenas 70 crianças de 6 a 19 anos, muitos especialistas consideraram que os métodos e os parâmetros utilizados para a pesquisa são cientificamente aprovados.

De acordo com a Dra. Raghuveer isto é um alerta vermelho, para o Dr. David Ludwig professor do departamento de pediatria da Universidade Harvard, com este estudo podemos concluir que a obesidade e suas complicações podem resultar em doenças cardiovasculares tornando-se uma doença pediátrica.

Se o seu filho(a) é obeso ou tem um alto colesterol agora é o momento de começar a fazer mudanças no estilo de vida deles pois o processo pode ser revertido de acordo com a Dra. Raghuveer:

Apesar das artérias destas crianças apresentarem as fases iniciais da arteriosclerose, elas não estão endurecidas ou calcificadas, realmente não são avançadas. Pode haver uma oportunidade para implementar alterações estilo de vida, seja o exercício, seja dieta, ou talvez até mesmo medicamentos. Talvez esta condição possa ser revertida.

Mas não pense que este é um problema só dos Estados Unidos. De acordo com esta matéria que publicamos em 5/7/2008 O Brasil pode alcançar os EUA na obesidade infantil

Fonte: the new york times

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Acumulação de gordura ao redor do seu abdômen pode dobrar as chances de uma morte prematura

segunda-feira, novembro 17th, 2008

beer-bellyDe acordo com uma nova pesquisa do “New England Journal of Medicine” feita com 350.000 pessoas na Europa, se você tiver uma barriga grande as suas chances de morrer prematuramente são dobradas. Mesmo se o seu BMI ou índice de massa corporal (IMC) estiver na faixa de peso saudável (18,5 – 24,9/ fonte abeso) você está correndo risco.

Este estudo indica o quanto é perigoso haver aquela gordura localizada na sua cintura. Para facilitar vamos colocar em números:

Um homem com uma cintura de 120 cm ou mais tem o dobro de chances de morrer prematuramente do que um outro homem com uma cintura menor do que 80 cm.
Para as mulheres, 100 cm de cintura indica que o seu risco é dobrado se comparado a outras com 65 cm ou menos.

    Outro fator alarmante é que a cada 5 cm que você acrescenta a sua circunferência isto acarretara um maior risco para a mortalidade em 17% para os homens e 13% para as mulheres.

    Segundo o professor Elio Riboli, “Embora estudos menores tenham sugerido uma ligação entre mortalidade e tamanho da cintura, fomos surpreendidos ao ver que o tamanho da cintura tenha esse efeito sobre a saúde das pessoas e a morte prematura. Nosso estudo mostra que a acumulação excessiva de gordura ao redor do seu abdômen pode colocar a sua saúde em risco mesmo que o seu peso seja considerado normal através do IMC.”

    A pesquisa não revela por que razão algumas pessoas têm uma cintura maior do que outras, mas os pesquisadores acreditam que a vida sedentária, má alimentação e predisposição genética são provavelmente fatores-chave.

    Outros fatos interessantes da pesquisa:

    • Números de participantes: 359,387
    • Números de países: 9
    • Idade média dos participantes quando a pesquisa começou: 51,5 anos
    • 65,4% eram mulheres
    • Tempo da pesquisa: 9,7 anos
    • 14,723 participantes morreram durante os estudos
    • A causa de maior incidência para a morte dos participantes que tinham um IMC alto foram de doenças cardiovasculares e câncer.
    • Para os participantes que tinham um IMC baixo foi de doenças respiratórias.

    Gostaria de conhecer o seu IMC? Clique aqui

    Fonte: EurekAlert

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