Crianças da Inglaterra não reconhecem mais frutas e verduras

quinta-feira, setembro 18th, 2008

Uma recente pesquisa na Inglaterra apontou que uma grande parte de crianças entre 11 e 13 anos não conseguem reconhecer frutas e legumes.

A rede de restaurantes Tootsies realizou uma pesquisa com 200 crianças para que elas identificassem 40 variedades básicas de frutas e verduras. Os resultados foram impressionantes:

  • 35% das crianças não souberam identificar o que era um salsão.
  • Mais de 20% não sabiam como descrever uma batata.
  • 5,5% não reconheceram uma cenoura.
  • 1/3 dos garotos não sabiam o nome do pepino, porém 90% das meninas sabiam.

Outros resultados

  • Só 9% das crianças conseguiram reconhecer um nabo.
  • 8% sabiam o que era uma romã.
  • A berinjela foi reconhecida por apenas 6,5%.
  • Só 3% identificaram a alcachofra.
  • E apenas 1% conseguiram reconhecer uma groselha.

Nota do Blog

Bom para falar a verdade eu nem sabia que a groselha era uma fruta mas se você tiver alguma dúvida é só clicar aqui.

Para falar a verdade quando eu tinha esta idade, provavelmente não saberia identificar muitas destas frutas ou verduras por isso eu não posso criticar muito estas crianças, porém seus pais devem tomar a responsabilidade de mostrar a elas e tentar introduzir o maior número possível de alimentos saudáveis, pois quando adquirimos alguns hábitos desde pequeno eles tendem a ficar para o resto da vida.

Eu entendo que o dia a dia é muito corrido e a maioria das pessoas tem uma tendência a comprar produtos congelados ou pratos prontos para ter mais tempo, e assim poder desfrutar o pouquinho de tempo que resta, porém precisamos dar um valor maior a nossa alimentação e um bom começo é pelo menos aprender o nome dos alimentos. :)

Fonte: Diet Blog

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Games ‘ativos’ ajudam contra a obesidade infantil, diz pesquisa

sexta-feira, setembro 12th, 2008

De acordo com o estudo, crianças queimam mais de quatro vezes mais calorias por minuto brincando com jogos ativos do que em games onde a atividade é feita com elas sentadas, sem grande movimentação.

Os pesquisadores Robin R. Mellecker e Alison M. McManus, do Instituto de Performance Humana da Universidade de Hong Kong, mediram o nível de batimentos cardíacos e as calorias gastas por 18 crianças entre 6 e 12 anos enquanto jogavam videogame.

Cada criança foi convidada a jogar três tipos de games, cada um por cinco minutos: um de boliche, tradicional, em que elas permaneceram sentadas; um game ativo de boliche – no qual o jogador movimenta o controle do videogame para atirar uma bola virtual, que aparece na tela; e um jogo ativo de ação em que o jogador fica em cima de um “tapete” ligado à console e tem que pular obstáculos e derrotar ninjas virtuais, com muita movimentação do corpo.

O console usado para os games ativos foi a XaviX, do Japão, e, entre cada um dos jogos, as crianças tiveram um descanso de cinco minutos.

Comparando com o estado de repouso, as crianças gastaram 39% calorias a mais no game tradicional de boliche, 98% no segundo jogo e 451% no terceiro. Quando comparados com o jogo eletrônico tradicional, os games ativos fizeram as crianças gastarem 0,6 e 3,9 calorias a mais por minuto, respectivamente.

O nível de esforço cardíaco, medido em número de batimentos, também foi significativamente maior nos games ativos.

Fogo contra fogo

“Prevenir o ganho de peso exige um ajuste de energia de aproximadamente 150 calorias por dia. O aumento de quatro vezes no gasto de energia que ocorre quando se joga o game do XaviX com o ‘tapete’ supriria essa necessidade energética, se esse game for jogado por 35 minutos por dia”, dizem os autores do estudo.

“Nossos dados demonstram que estes dois formatos de jogos ativos resultam em um aumento significativo do gasto de energia quando comparados a games onde o usuário permanece sentado. O próximo passo é testar quais os games ativos que podem promover aumentos sustentáveis nos nível de atividades físicas de crianças.”

“Estas conclusões são importantes porque o divertimento com jogos eletrônicos não deve desaparecer. Assim, se quisermos promover as atividades físicas no contexto da sociedade contemporânea, devemos usar fogo contra fogo. Videogames ativos devem fazer parte do antídoto contra os males do entretenimento sedentário”, disse Russell R. Pate, da Escola de Saúde Pública da Universidade da Carolina do Sul, comentando o estudo.

Nota do Blog

Não há como negar que as crianças nos dias de hoje adoram videogames, então é uma perda de tempo negar o acesso a elas, só ira causar insatisfação e brigas.

Não conheço XaviX, videogame utilizado nesta pesquisa, porém não acredito que deva ser muito diferente do wii, videogame da Nintendo, que na minha opinião é muito interessante para estimular as crianças a se exercitarem, principalmente nos dias de chuva ou frios.

Não sei se as calorias gastas jogando um videogame ativo de tennis são as mesmas que praticando o esporte na vida real, mas com certeza é melhor do que ver televisão, principalmente nos dias de hoje onde a qualidade dos programas na TV aberta brasileira são muito questionáveis.

Fonte: BBC Brasil

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Obesidade nem sempre faz mal à saúde, diz estudo

sexta-feira, setembro 12th, 2008

Dois estudos publicados nesta segunda-feira pela revista especializada Archives of Internal Medicine afirmam que nem toda obesidade significa problemas de saúde, e que é possível ser obeso e saudável.

Segundo um dos estudos, liderado pelo médico Norbert Stefan, da Universidade de Tubingen, na Alemanha, é possível ser obeso mas não apresentar resistência à insulina nem sinais de arterioesclerose precoce – que sinalizariam problemas cardíacos e risco de diabetes do tipo 2.

No estudo, Stefan e sua equipe analizaram a gordura de 314 pessoas, divididas em quatro grupos: com peso normal, acima do peso (com índice de massa corporal até 29,9), obesos sensíveis à insulina e obesos resistentes à insulina.

Os cientistas mediram a gordura corporal, visceral, (em torno do abdômen) e subcutânea, com exames de ressonância magnética, e ainda mediram os níveis de gordura no fígado e nos músculos.

Eles concluíram que, enquanto a gordura abdominal é um forte indicativo de resistência à insulina (um dos sinais de risco da diabetes) nos pacientes de peso normal, ou acima do peso, ela não tem tanta importância para determinar os riscos dos pacientes obesos.

Enquanto que os dois grupos de obesos apresentavam semelhantes níveis de gordura abdominal, o grupo resistente à insulina apresentou níveis de gordura muscular e no fígado muito mais altos do que os obesos sensíveis à insulina, que não apresentam maiores riscos de saúde.

Saudáveis

Os cientistas concluíram ainda que entre os obesos sensíveis à insulina, o nível de sensibilidade era equivalente ao dos pacientes com peso normal. Os dois grupos apresentaram também equivalentes espessuras das paredes de suas artérias, afirmando que existe um fenótipo de obesidade benigna.

Stefan afirma que não defende a obesidade, mas sim um exame mais detalhado dos obesos, que meça a gordura no fígado e nos músculos, para identificar os riscos reais.

No outro estudo, a equipe liderada pela médica Rachel Wildman, do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, estudou dados de 5.440 pacientes com fenótipos diferentes para medir até que ponto a gordura é fator determinante de problemas de saúde.

O estudo analisou dados coletados entre 1999 e 2004 de pessoas com peso normal, acima do peso e obesas, com e sem anomalias cardio-metabólicas (que incluem pressão alta, nível elevado de triglicerídeos e o chamado “bom colesterol”).

Os resultados mostraram que 23,5% dos adultos de peso normal apresentavam anomalias, enquanto que 51,3% dos adultos acima do peso e 31,7% dos obesos eram saudáveis “metabolicamente”.

Entre os fatores associados aos problemas de saúde dos adultos com peso normal, estavam a idade avançada, baixos níveis de atividade física e maior circunferência da cintura.

Os pacientes obesos e acima do peso que não apresentavam problemas metabólicos tendiam a ser mais jovens, de etnia negra, mas não hispânica, com altos níveis de atividade física e menor circunferência da cintura.

Segundo o estudo, o resultado mostra que há uma proporção considerável de adultos obesos e acima do peso considerados saudáveis, ao mesmo tempo em que uma considerável proporção de adultos de peso normal apresenta problemas de saúde normalmente ligados à obesidade.

A cientista afirma que “são necessários novos estudos sobre mecanismos comportamentais, hormonais, bioquímicos e genéticos que estão por trás dessas diferentes respostas metabólicas ao tamanho do corpo”, e poderão, no futuro, ajudar na criação de métodos para identificar pacientes em risco.

Nota do blog

Muito interessante este estudo e mostra um pouco mais de informações sobre este complicado mundo do “viver saudável”.  Apesar de ser meio redundante dizer que concordo com esta pesquisa, pois é difícil argumentar contra os números, me parece que existe uma certa lógica.

Se pegarmos por exemplo uma pessoa que está acima do peso, porém pratica uma atividade física regularmente ela com certeza vai estar em melhor forma do que uma outra pessoa que não faz nenhum tipo exercício.

Contudo esta pesquisa se baseia no momento atual e não faz nenhuma menção sobre os efeitos do sobrepeso na velhice, onde os efeitos do excesso de peso vão surtir mais efeitos como dor nas costas, juntas e etc.

Fonte: UAI

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Seis minutos de exercício mantêm a forma, diz estudo

quarta-feira, setembro 10th, 2008

Um estudo realizado pela Universidade McCaster, no Canadá, mostrou que apenas seis minutos de exercício intenso por semana podem ser tão eficazes para manter a forma quanto seis horas de exercícios moderados no mesmo período.

Segundo a pesquisa, publicada no Journal of Applied Physiology (revista de fisiologia aplicada), exercícios curtos porém intensos tonificam os músculos e melhoram a resistência.

Mas os especialistas alertam que este tipo de exercício pode ser muito pesado para quem não estiver previamente em forma.

Atualmente, para se manter saudável, recomenda-se sessões de 20 a 30 minutos de exercício aeróbico moderado, de três a cinco vezes por semana.

Regimes de exercício

Os pesquisadores compararam o desempenho de 23 pessoas que seguirem três rotas de exercícios diferentes, três vezes por semana. Todos os participantes estavam razoavelmente em forma e saudáveis.

Um grupo pedalava duas horas por dia, em uma velocidade moderada, e o segundo grupo pedalava por dez minutos, em sessões de um minuto, em velocidade um pouco mais alta.

Um terceiro grupo participou de um treinamento de corrida – pedalando em velocidade máxima por dois minutos em micro-sessões de 30 segundos, com quatro minutos de intervalo entre cada sessão.

Os voluntários completaram um circuito de quase 30 km no início da pesquisa, e o repetiram depois de duas semanas de treinamento.

A conclusão foi de que todos os participantes melhoraram o desempenho físico na mesma medida.

Análises mostraram que a velocidade em que os músculos dos participantes absorviam oxigênio – um fator chave para medir o quão em forma alguém está – era a mesma.

Capacidade Muscular

Os níveis de uma enzima chamada citrato-sintase, que ajuda o tecido a processar oxigênio e a combater a diabetes, também eram similares entre todos os participantes.

O professor Martin Gibala, que liderou a pesquisa, disse que “sessões curtas de exercício muito intenso melhoram a saúde muscular e a performance, tanto quanto várias semanas de treinamento tradicional para aumento de resistência”.

“O treinamento de corrida pode ser uma opção para aqueles que usam a falta de tempo como principal desculpa para entrar em forma e manter um regime saudável de exercícios”, disse ele.

John Brewer, da Academia de Ciências do Esporte Lucosade, disse à BBC que as sessões curtas de exercício intenso só são recomendadas para quem já está em forma.

Segundo ele, a melhor maneira de manter a saúde cardiovascular e a forma ainda é seguir as recomendações atuais de exercícios.

Nota do Blog

Eu classifico este estudo na categoria de estudos sem lógica, não que eu não acredite na veracidade desta pesquisa, muito pelo contrário mas não acredito que vá alterar alguma coisa.

Vou explicar, os pesquisadores apontam que para este tipo de exercício tenha sucesso você deve estar em forma, porém para estar em forma você precisa fazer as 6 horas semanais.

As pessoas que alegam que não tem tempo livre para fazer exercícios com certeza não estão em forma, por isso elas não estão aptas a fazer este tipo de exercício intenso e as pessoas que estão em forma não vão se satisfazer com apenas 6 minutos por semana de atividades físicas.

A minha conclusão é que vale apenas pela curiosidade, porém se você já está em forma e tem uma semana bem cheia, você pode se beneficiar desta técnica.

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‘Gordura boa’ pode ser nova arma contra obesidade

quarta-feira, setembro 10th, 2008

Novas descobertas sobre a origem das células marrons de gordura — uma gordura “boa” que queima energia e aquece o corpo — podem levar a tratamentos inéditos contra a obesidade, anunciaram duas equipes de pesquisa nesta quarta-feira.

Em laboratório, cientistas do Instituto Dana-Farber do Câncer, em Boston, disseram ter induzido uma célula muscular imatura a se transformar em células marrons de gordura, o que sugere que essas células adiposas podem ser mais semelhantes às células musculares do que as células adiposas brancas convencionais.

Outro grupo, do Centro Joslin de Diabetes, também de Boston, descobriu que uma proteína importante no crescimento ósseo promoveu em ratos o surgimento de tecido adiposo marrom.

Os dois artigos foram publicados na revista Nature.

As células marrons de gordura liberam energia, em vez de acumulá-la, como as células brancas. Uma pessoa obesa tem muito depósito de gordura branca, e os pesquisadores acham que, se induzirem o corpo a produzir mais células marrons, as pessoas poderão perder peso.

Bruce Spiegelman, do Instituto Dana-Farber, disse por telefone que os pesquisadores tentam descobrir os genes que “ligam” as células de gordura marrom.

“O que apresentamos nesse documento é meio que um choque. Mostramos que a gordura marrom é derivada de uma célula igual à muscular, e que a gordura marrom e a gordura branca são completamente diferentes”, explicou.

A equipe trabalhou com um fator genético de transcrição (espécie de “interruptor” genético) chamado PRDM16. Ao retirar esse fator das células marrons imaturas, os cientistas tiveram uma surpresa: “O tubo se encheu de músculo. O que isso significa é que as células musculares são células precursoras das células marrons de gordura”, disse Spiegelman.

Nota do Blog

Pode tirar o cavalinho da chuva se você pensa que vão descobrir a pílula mágica, apesar do estudo ser interessante, eu não acredito que o processo seja simples, de qualquer forma vai levar anos para que se chegue a algum resultado que possa beneficiar a população obesa.

O jeito é tentar queimar essas malditas celulas de gordura branca. :)

Fonte: Reuters Brasil

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