Alimentos crus facilitam a digestão e favorecem a saúde do corpo

quarta-feira, fevereiro 18th, 2009

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lasagna

As enzimas são substâncias que ajudam a melhor absorção do alimento no nosso organismo e ajudam na preservação de nossos órgãos. São elas as responsáveis pelas reações químicas que acontecem em nosso corpo e, a falta destas, faz com que as vitaminas, minerais e os hormônios não consigam cumprir o seu papel.

Possuímos em nosso organismo uma reserva de enzimas, mas como nos dias de hoje muitas pessoas não se alimentam de forma saudável, usam muitos medicamentos e fazem pouco ou nenhum exercício físico, nosso organismo não produz as enzimas suficientes para processar o alimento de forma correta e nutrir o corpo todo.

É muito importante não esgotar o estoque de enzimas, pois isso pode acarretar em vários tipos de doenças, além do envelhecimento ou morte precoce. Comer alimentos crus faz com que a digestão seja mais fácil e saudável e evita o gasto da nossa reserva enzimática.

Já os alimentos cozidos, fervidos, enlatados, pasteurizados, enfim, que não estejam in natura, perdem suas enzimas e por isso precisam das produzidas pelo nosso corpo durante sua digestão, o que faz com que órgãos do sistema digestivo tenham que “roubar” substâncias do sistema imunológico, causando reações adversas, como: gases, dor de estômago, dor nas articulações e nos músculos, insônia, diarreia/constipação, erupções na pele (acne), envelhecimento precoce, celulite entre outras.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

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Alimentos para quem corre

terça-feira, fevereiro 10th, 2009

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Os alimentos que não podem faltar antes e depois do treino são em primeiro lugar os carboidratos, pois são combustíveis para toda e qualquer atividade física e as proteínas, para recuperação muscular. Porém o conjunto de toda a alimentação adequada, equilibrada, antioxidante, integral, traz benefícios muito importantes. O consumo de carboidratos na alimentação de quem caminha fornece energia para a queima de gordura assim como a prevenção da queima da massa muscular.

Para potencializar o treino, o atleta deve ingerir carboidratos, pois são os combustíveis necessários para o acionamento do maquinário metabólico. Com o fornecimento de apenas proteínas, desviamos nosso metabolismo para outras queimas, principalmente da massa magra e não gorda, aumento risco de lesão e overtraining.

Algumas vezes sentimos dor na barriga durante a caminhada, por isso é necessário salientar que, para qualquer início ou acompanhamento de atividade física, vale a pena consultar um médico assim como um nutricionista para adequar e equilibrar a alimentação e avaliar o estado de saúde, para que não haja risco da atividade ser prejudicial ao invés de benéfica.

Dentre os benefícios para o atleta que caminha ou corre, está a melhora principalmente do intestino, que devido ao incremento dos movimentos peristálticos, facilita o transito intestinal. Intestino que funciona bem possui mais chances de absorver nutrientes e excretar toxinas corretamente.

Nossa saúde depende da saúde intestinal, pois é lá que são absorvidos muitos nutrientes assim como produzidos muitas substâncias essências no nosso organismo como a serotonina – neurotransmissor do bem estar, responsável pelo bom humor, sono etc.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Dieta dissociada

quarta-feira, janeiro 14th, 2009

Imagens SXC

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A mistura de proteínas e carboidratos na mesma refeição pode causar efeitos desagradáveis como sensações de mal-estar e cansaço, falta de energia e metabolismo lento. A dieta dissociada prega que essa combinação não seja feita, pois pode ser maléfica para o organismo, devido a fermentação que estimula a liberação de toxinas nocivas para o corpo e faz com que o aparelho digestivo fique sobrecarregado. A dieta proposta pelo pesquisador Dr. João César castro Soares e muitos outros títulos internacionais vem trazendo muitos resultados positivos na questão da obesidade.

Além das sensações já citadas acima, é comum ter como resultado da mistura de proteínas e carboidratos, o armazenamento de gordura no organismo. Isto ocorre, pois esta combinação imprópria aumenta a liberação do hormônio insulina que é responsável por inativar a enzima lípase (responsável pela metabolização da gordura) que quebram a gordura, isto é, aumenta o deposito de gordura corporal. Já a combinação de alimentos dissociados como consumir apenas vegetais com carboidratos ou vegetais com proteínas, é benéfica, pois não há fermentação, o que é mais saudável e auxilia na perda de peso mais facilmente.

A dieta dissociada propõe começar o dia com os carboidratos para o fornecimento de energia, provinda de alimentos energéticos como pães integrais, cereais, frutas, suco de frutas. Além da energia estes alimentos são fontes do aminoácido muito requisitado, o triptofano, que é um precursor do neurotransmissor serotonina, conhecido como hormônio da felicidade e bem-estar.

Nos intervalos prefira carboidratos como frutas, sucos, cereais, barra de cereais etc.

A dica no almoço é comer alimentos que dão energia e possuem um moderado índice glicêmico como arroz integral, arroz selvagem, quinua, batata doce, mandioca, farinhas, macarrão integral, que contem carboidratos e deixar para o jantar as proteínas, que podem ser encontradas em carnes brancas, vermelhas e ovos.

A dieta dissociada também tem como premissa, os intervalos entre as refeições, que devem ser de 4 horas após o almoço e o jantar e de 2 horas entre os lanches, pois dessa forma a digestão não é prejudicada e não há fermentação e nem a diminuição do ritmo do metabolismo.

Portanto se você almoçou às 12h, seu próximo lanche só deve ser às 16h, e um outro lanche às 18h00. Seguindo este modelo, se o jantar for às 19/20h, um lanche leve por ser feito por volta das 23h ou meia noite.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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