Bumbum grande faz bem à saúde

terça-feira, fevereiro 2nd, 2010

Imagem coc@bumbum-grande

Essa é uma notícia que vai deixar as brasileiras bem felizes, uma pesquisa feita pela universidade de Oxford revelou que as mulheres que possuem um bumbum grande, tem menos chances de desenvolver doenças no coração e diabetes.

Segundo os pesquisadores, o fato é que como existe o colesterol bom (HDL) e o colesterol ruim (LDL), existem também a gordura boa e a gordura ruim. Assim, as gorduras localizadas no bumbum e nas coxas, impede a ação de proteínas que possam causar inflamação e obstrução das artérias.

Além do mais, estas gorduras seriam responsáveis pela maior produção de um hormônio que protegem as artérias e pelo melhor controle de níveis de açúcar no sangue.

Creio que com esta informação, a preferência nacional vai estar mais do que salva, não é verdade?

Fonte: Terra

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Como cuidar da diabetes com a nutrição

quarta-feira, outubro 14th, 2009

DiabetesImagem Rotorhead

Parte fundamental do tripé de controle da diabetes (dieta/atividade física/medicação), é cuidar da alimentação. Essa atitude pede alguns conhecimentos sobre os alimentos, como selecioná-los quando comer fora e quando comprá-los.

Um estilo saudável de alimentação tem quatro características: adequação, equilíbrio, moderação e variedade. A nutrição funcional agrega mais uma, a individualização: o que serve para os outros, pode não servir para você e por isso é importante consultar alguém especializado para estudar seu caso.

Alguns mitos que “rondam” sobre o controle da diabetes são que alimentação saudável é aquela em que se come muito pouco e o de que não se consegue controlar a glicemia porque come-se fora todos os dias.

Algumas dicas que valem para todo mundo, e são fáceis de seguir, são: ingerir alimentos de diferentes grupos, para consumir todos os nutrientes importantes; variar as frutas, hortaliças e legumes, deste modo você obterá uma maior variedade de vitaminas e minerais; ler e comparar as informações nutricionais nos rótulos dos alimentos, para escolher as melhores opções (exemplo: escolher os que contêm menor teor de gorduras, preferir os que contenham mais fibras); carregar uma garrafa com água quando for à rua, à escola ou trabalho e escolher carnes magras.

A atividade física regular também é muito importante e traz mais benefícios ainda se realizada diariamente.

Dra. Daniela Jobst - Nutricionista Funcional

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

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Farmácia doméstica com alimentos funcionais

quarta-feira, setembro 30th, 2009

Que tal ter uma farmácia funcional em sua casa ao invés de uma caixa de medicamentos? Saiba que todo medicamento tem seu efeito colateral, um deles é a inflamação do organismo por uso crônico. Estudos recentes comprovam que doenças como diabetes, hipertensão, depressão, artrite, celulite, doença cardiovascular, são doenças inflamatórias decorrentes de diversas causas (gatilhos).

Abaixo segue uma tabela com algumas dicas de como elaborar uma cesta de ervas naturais que podem melhorar sua saúde e de sua família naturalmente, ou seja, sem agredir nosso organismo.

Ervas Funcionais

Funcionalidades

Formas encontradas

Olmo Americano

Tosse seca

Erva seca ou em tabletes para chás ou dissolução em água

Cravo-da-índia

Dor de dente

Óleo essencial

Alfarroba

Diarreia

Em pó

Hamamélis

Hemorroidas, picada de insetos.

Liquido destilado

Salgueiro branco

Dores de cabeça e dores generalizadas

Erva seca ou extrato líquido

Arnica

Torções, batidas

Em gel ou pomada

Psyllium

Constipação

Em pó

Aloe Vera

Queimaduras, queimaduras de sol

Gel

Gengibre

Náuseas, cólicas menstruais

Cápsulas, secos ou a raiz fresca

Erva-doce

Gases

Sementes

Óleo de melaleuca

Pés de atleta

Óleo essencial

Eucalipto

Congestão

Óleo essencial

Camomila

Indigestão, cólicas menstruais, tensão

Erva seca

Echinácea

Baixa resistência imunológica

Cápsulas ou extrato líquido

Calêndula

Pequenos cortes

Gel ou loção

Dica: Não guarde as ervas em seu banheiro devido à umidade que pode comprometer seus efeitos prometidos. Guarde-as sempre em locais secos, arejados e, se possível, sem luz.

Cuidados: Apesar de todos seus benefícios naturais, as ervas não são classificadas como medicamentos. Às vezes consumidas ou administradas de forma incorreta, podem ter inúmeras contra-indicações e interações medicamentosas, desta forma o ideal é a prescrição através de um profissional. Sempre procure um médico antes de se automedicar.

Dra. Daniela Jobst - Nutricionista Funcional

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
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Baixo nível de vitamina D pode estar associado ao ganho de peso em garotas

quarta-feira, junho 3rd, 2009

Imagem Kelly Fick

sol

Em um artigo publicado em novembro de 2008 no The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, investigadores no Centro de Saúde da Universidade McGill, em Montreal e da Universidade do Sul da Califórnia, EUA, relataram que meninas na fase pós-puberdade, que têm baixos índices de vitamina D, ganharam peso e tiveram crescimento atrofiado.

Noventa garotas com idades entre 16 e 22 anos foram avaliadas nos critérios altura, peso, gordura corporal, densidade óssea e nível de vitamina D. Em 59% das garotas, foi detectada insuficiência da vitamina. Estas demonstraram aumento de peso, massa e gordura corporal, além de tendência a ser mais baixa do que meninas com níveis suficientes de vitamina.

Nesta pesquisa observou-se que as mulheres jovens com insuficiência de vitamina D são significativamente mais pesadas, com um maior índice de massa corporal e aumento da gordura abdominal, do que as mulheres jovens com níveis normais da vitamina.

A ligação entre a saúde óssea e a vitamina D é bem conhecida, e estudos recentes sugerem que o aumento de vitamina D pode fornecer proteção contra alguns tipos de câncer, diabetes e esclerose múltipla. A vitamina D é também conhecida por favorecer o bom funcionamento do sistema imunológico.

A exposição à radiação ultravioleta do sol aumenta o risco de desenvolver câncer de pele, mas também aumenta a produção de vitamina D. Sempre que possível, permaneça no sol até às 09h ou após as 16, nestes horários temos maior segurança contra os raios ultra vermelhos. Mas não deixe de usar o protetor solar.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Exposição ao sol salva 10 vezes mais vidas por absorção de vitamina D do que causa câncer de pele

quarta-feira, abril 1st, 2009

Imagem SXC

exposicao-sol

O número de vidas salvas por pessoas que duplicam sua exposição solar pode ser 10 vezes superior ao número que desenvolve câncer de pele fatal pelo mesmo motivo. Este é o resultado que mostrou um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Investigação do Câncer, em Oslo, na Noruega.

A exposição à radiação ultravioleta do sol aumenta o risco de desenvolver câncer de pele, mas também aumenta a produção de vitamina D. A ligação entre a saúde óssea e a vitamina D é bem conhecida, e estudos recentes sugerem que o aumento de vitamina D pode fornecer proteção contra alguns tipos de câncer, diabetes e esclerose múltipla. A vitamina D é também conhecida por favorecer o bom funcionamento do sistema imunológico.

“O risco de câncer de pele está aí, mas os benefícios para a saúde adquiridos por meio da exposição solar são muito maiores do que os malefícios”, diz a Dra. Daniela Jobst, nutricionista clínica funcional. “O que sugiro é que a exposição ao sol se dê de forma comedida para que o corpo tenha as vantagens da produção de vitamina D, sem colocar em risco a pele”.

A deficiência de vitamina D é um problema para pessoa que vivem em locais onde o sol é mais fraco, especialmente durante o inverno. Pesquisadores calculam que, em resposta à mesma quantidade de tempo passado ao ar livre, australianos produzem 3,4 vezes mais vitamina D do que as pessoas que vivem na Grã-Bretanha e 4,8 vezes mais do que as pessoas que vivem na Escandinávia.

De acordo com o estudo citado, se a população em geral da Noruega dobrasse a quantidade de tempo ao sol, aproximadamente 300 pessoas morreriam por ano de câncer de pele, representando o dobro do atual número de vítimas. Por outro lado, haveria menos 3000 mortes por outros tipos de câncer, evitados pela presença de vitamina D produzida pela exposição ao sol.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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