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Açúcar e gordura mudam atividade cerebral

Imagem Maria Kaloudi

acucar

Quando eu ainda morava no Brasil eu nunca tinha ouvido falar que o açúcar deixava as crianças “loucas” pois dava uma extra dose de energia, achava que tudo isto era balela, uma pura forma de manter os doces fora do alcance das crianças.

Mas depois de um tempo eu comecei a analisar e comecei a achar que no fundo todo esse papo tinha algo de verdade mas eu não tinha nenhuma evidência para suportar o meu “achismo”.

Agora especialistas acreditam que quando você consume muitos alimentos com alto teor de açúcar e gordura, isso mexe com algumas quimicas que estão presente no cérebro que se chamam opiods (eu ainda não encontrei a tradução para o português).

É por causa do aumento deste químico que traz aquela sensação de felicidade e euforia, por isso que, quem gosta de um doce sempre ataca as guloseimas quando está deprimido ou estressado.

Portanto fique atento quando você está consumindo bolachas, chocolates, bolos, sorvetes e guloseimas em geral, as vezes não é nem porque você está com tanta vontade mas é porque você está deprimido demais.

Fonte: SSIB


Baixo nível de vitamina D pode estar associado ao ganho de peso em garotas

Imagem Kelly Fick

sol

Em um artigo publicado em novembro de 2008 no The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, investigadores no Centro de Saúde da Universidade McGill, em Montreal e da Universidade do Sul da Califórnia, EUA, relataram que meninas na fase pós-puberdade, que têm baixos índices de vitamina D, ganharam peso e tiveram crescimento atrofiado.

Noventa garotas com idades entre 16 e 22 anos foram avaliadas nos critérios altura, peso, gordura corporal, densidade óssea e nível de vitamina D. Em 59% das garotas, foi detectada insuficiência da vitamina. Estas demonstraram aumento de peso, massa e gordura corporal, além de tendência a ser mais baixa do que meninas com níveis suficientes de vitamina.

Nesta pesquisa observou-se que as mulheres jovens com insuficiência de vitamina D são significativamente mais pesadas, com um maior índice de massa corporal e aumento da gordura abdominal, do que as mulheres jovens com níveis normais da vitamina.

A ligação entre a saúde óssea e a vitamina D é bem conhecida, e estudos recentes sugerem que o aumento de vitamina D pode fornecer proteção contra alguns tipos de câncer, diabetes e esclerose múltipla. A vitamina D é também conhecida por favorecer o bom funcionamento do sistema imunológico.

A exposição à radiação ultravioleta do sol aumenta o risco de desenvolver câncer de pele, mas também aumenta a produção de vitamina D. Sempre que possível, permaneça no sol até às 09h ou após as 16, nestes horários temos maior segurança contra os raios ultra vermelhos. Mas não deixe de usar o protetor solar.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com
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Gene defeituoso está ligado a obesidade

Imagem SXC

gene

Uma das razões para você estar acima do peso pode estar conectado ao seu dna. Cientistas da Dundee University descobriram que um defeito do gene chamado FTO pode ser um dos fatores responsáveis do porque as pessoas tem muita dificuldade em perder peso.

De acordo com a pesquisa cerca de 2/3 das pessoas possuem este defeito no gene. A conseqüência é que estas pessoas acabam consumindo 100 calorias a mais por refeição, que a primeira vista não parece grande coisa mas significa que em 1 semana você vai consumir 2100 calorias a mais.

Cerca de 49% da população contém pelo menos 1 gene defeituoso, em números isto significa que esta pessoa tem 30% mais chances de ser obesa e 25% a mais de contrair diabetes. 14% da população carrega 2 cópias defeituosas do gene FTO, isto resulta um um aumento no risco de obesidade para 70% e 50% a mais de chances para a diabetes.

Neste estudo não ficou comprovado que o aumento de peso devido ao gene defeituoso se deve ao aumento do apetite, metabolismo baixo, falta de exercícios. O que ficou comprovado é que as pessoas que tem este gene defeituoso estão propensas a consumir alimentos mais calóricos.

Contudo os efeitos do gene defeituoso não são incontroláveis e por isso você não deve perder as esperanças de que é possível perder ou manter o peso. No final das contas se você não comer além do necessário não ira ganhar peso.

Fonte: dailymail

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Comerciais de fast food contribuem para a obesidade infantil

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Um estudo recente foi publicado no “Journal of Law & Economics” atesta que há uma ligação direta entre a obesidade infantil e comerciais de fast food.

O estudo foi feito com quase 13.000 crianças nos anos de 1979 e 1997 e abrangeu todos os Estados Unidos.  Neste período foi constatado que a quantidade de crianças obesas entre 6 e 11 anos triplicou.

De acordo com a pesquisa a proibição destes comerciais nos horários infantis acarretaria em uma redução de crianças obesas de 18% na faixa de 3 a 11 anos e de 14% para os adolescentes entre 12 e 18.

Os autores da pesquisa não acreditam que proibir os comerciais de fast food seja uma tarefa fácil pois requereria um grande esforço governamental.  Agora imagina se fosse no Brasil, exigir isto de nossos políticos é o mesmo que pedir honestidade em suas gestões ou seja, nunca iria acontecer.

Vale destacar que a Noruega, Suécia e Finlândia são países que proibiram comerciais em programas infantis, além do mais no Canada a CBC que é uma emissora pública também não veicula comerciais na programação infantil.

Por considerar um tópico bem interessante eu gostaria de saber a sua opinião, você acha que no Brasil a programação infantil deveria ser proibido de veicular comerciais de fast food? Deixe a sua opinião.

Fonte: Los Angeles Times

O estresse pode causar aumento no peso

Imagem SXC

A tensão do dia a dia, o acumulo de tarefas, as discussões no trabalho e em família, horários apertados, o trânsito congestionado, tudo isso provoca o estresse, o grande vilão da vida atualmente.

Como conseqüência, as glândulas suprarenais, localizadas acima dos rins, acabam sendo hiperestimuladadas, produzindo altos níveis do hormônio cortisol. Normalmente, o cortisol e a adrenalina, também produzido pelas glândulas suprarenais, deixariam o nosso organismo mais esperto e preparado para se defender de situações de perigo. No entanto, podem causar um aumento no estoque de gordura, afetando mais as mulheres.

Segundo especialistas, quando as mulheres em geral deixam de dar atenção à família, elas sentem angústia e o corpo produz menos ocitocina, batizado pelo terapeuta americano John Gray, do hormônio do amor. Esta angústia dispara o gatilho da fome, normalmente levando a pessoa estressada a consumir doces.

Um jeito de driblar este vício é reservar 30 minutos do dia para você – fazendo exercício, meditação, ir ao cabeleireiro ou manicure, ler um livro, etc. Segundo Gray, “quando a mulher se cuida, além de ocitocina, aumenta a produção de serotonina”, e o risco de estresse diminui pela metade. Outra sugestão de Gray é começar o dia bebendo um copo de água com suco de meio limão e uma colher de chá de mel, assim limpando o organismo e estimulando o funcionamento do intestino, e portanto facilitando a perda de peso.