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Receita – Como Fazer Legumes no Forno

Esta é uma receita muito legal e fácil, eu ainda não experimentei mas com certeza eu vou fazer.

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Dieta das cores – Lista de alimentos

Como eu tinha prometido ontem, hoje eu estou disponibilizando a lista de alimentos da dieta das cores. Vale ressaltar que ela não é uma dieta completa, mas o que eu acho interessante é que através desta lista você pode ter uma ideia dos benefícios que os alimentos de cada grupo faz a sua saúde.

A ideia é você consumir pelo menos 1 produto de cada grupo por dia. Caso você queira baixar a lista para imprimir ou mandar para outra pessoa é só clicar no link abaixo:

Clique aqui para baixar a lista de alimentos da dieta das cores.

Dieta das cores – Lista de alimentos

Vermelho Amarelo Roxo Verde Branco
Acerola Abacaxi Alcachofra Abacate Aipin
Cebola Vermelha Abóbora Almeirão Roxo Abobrinha Verde Aipo
Cereja Abiu Alface Roxa Acelga Alho-Poró
Ciriguela Ameixa Amarela Alho Roxo Almeirão Atemoya
Goiaba Vermelha Batata Baroa Ameixa Preta Alface Aspargo
Grapefruit Batata Doce Amora Azeitona Verde Banana
Maçã Batata Inglesa Azeitona Preta Brócolis Batata Baroa Branca
Melancia Caju Batata Roxa Cebolinha Cará
Morango Carambola Berinjela Coentro Cebola
Pêra Vermelha Caqui Beterraba Couve Cogumelo
Pimenta Cenoura Cebola Roxa Couve Chinesa Couve-Flor
Pimentão Vermelho Damasco Figo Roxo Couve de Bruxelas Endívia
Rabanete Gengibre Framboesa Chuchu Graviola
Romã Kino Jaboticaba Ervilha Inhame
Tomate Laranja Jamelão Jiló Mangostin
Uva Vermelha Mamão Lichia Kiwi Nabo
Fontes de Caratenóides, que são precursores da vitamina A. Bom para o coração, memória, previnem o câncer, fortalecem olhos e pele. O licopeno encontrado em alguns alimentos deste grupo, ajuda na prevenção do câncer de próstata. Manga Mirtilo Limão Pêra
Maracujá Repolho Roxo Maxixe Pinha
Mexerica Uva Roxa Mostarda Contém flavonóides, vitaminas do complexo B, auxiliam na produção de energia do sistema nervoso e inibem coágulos na circulação sanguínea.
Moranga Contém niacina (vitamina do complexo B), minerais, potássio e vitamina C. Bom para a saúde da pele, nervos, rins, aparelho digestivo, ajudam a prevenir doenças cardíacas e retardam o envelhecimento. Pepino
Melão Pimentão Verde
Milho Quiabo
Nectarina Repolho
Pêssego Salsa
Pimentão Amarelo Uva Verde
Sapoti Vagem
Tangerina Ricos em cálcio, fósforo, ferro, fortalecem ossos e dentes, promovem o crescimento, ajudam na coagulação do sangue, auxiliam a produção do sangue e evitam a fadiga mental.
Fontes de Caratenóides. Também são ricos em vitamina C que ajuda na proteção das celulas, coração, visão e do sistema imunológico.

Dieta das Cores

Bom, na verdade não é uma “dieta” completa pois não envolve as proteínas mas o conceito é super interessante.

Amanhã eu vou colocar a lista completa dos alimentos de cada grupo.

Dietas sem glúten ajudam muitas pessoas com ou sem doença celíaca

Imagem Jana Kollárovápao-gluten

Por 20 anos, Angie, da Califórnia, EUA, sofreu de dores crônicas de barriga. Há uma década, ela foi diagnosticada com síndrome de intestino irritável e o profissional que a atendia recomendou mais exercícios físicos e maior ingestão de fibras. Mas a dor, inchaço e problemas digestivos continuaram até seus 60 anos.

Felizmente, quatro anos atrás, outro profissional sugeriu que ela iniciasse uma dieta isenta de glúten. Isso acarreta em mudanças de hábitos alimentares, o que significa deixar de ingerir tudo o que continha a proteína encontrada no trigo (trigo, semolina e kamut), cevada, centeio e aveia.

“Noventa por cento dos meus problemas se foram”, diz Angie. “Quando saio da dieta, os problemas e as dores retornam”, completa.

Angie é uma das muitas pessoas que tem se beneficiado da vida sem glúten. Os que sofrem de intolerância ao glúten, ou diagnosticados com doença celíaca, devem mudar o estilo alimentar e se tornar adeptos da dieta sem glúten, que quando sob supervisão médica, proporciona alívio sem remédios.

Eu tenho consciência da dificuldade dessa adaptação, exige vigilância aos rótulos dos produtos e dedicação para comer em casa, além disso, as pessoas ainda sofrem para encontrar produtos sem glúten nos supermercados.

As pessoas estão acostumadas a pizzas, massas, cerveja e hambúrgueres. Olhando pelo lado positivo, com a dieta restritiva de glúten, os alimentos que você pode comer – proteínas, frutas e legumes – fazem bem ao seu organismo.

As refeições para quem tem alergia ao glúten ou doença celíaca devem ser ricas em frutas, verduras, proteínas e arroz integral ou batata, milho, feijão, em substituição aos alimentos com amido de trigo, como massas.

Infelizmente, nem todas as pessoas com doença celíaca tem sintomas gastrintestinais perceptíveis, que podem incluir fadiga, gases, inchaço, dor abdominal ou diarreia crônica e constipação. Anemia e alterações comportamentais tais como depressão também não são incomuns. Se não tratada, os danos ao intestino delgado podem ser crônicos, provocando um aumento do risco de doenças e problemas associados, como a infertilidade, linfomas intestinais e dermatite.

A doença pode ser considerada muito preguiçosa. Há um grande número de pessoas que têm intolerância alimentar, mas muitos verdadeiros celíacos têm sintomas discretos ou até não tem sintomas. Na maioria dos pacientes é difícil de diagnosticar.

Embora a causa da doença celíaca seja desconhecida, ela é genética, e pode ser desencadeada por uma infecção viral, estresse emocional grave, gravidez ou parto. Então, se alguém da sua família for diagnosticado com ela, é melhor fazer o teste, porém eu não recomendo o inicio de uma dieta isenta de glúten, sem um diagnóstico.

Eu sempre dou uma dica a todos os meus pacientes diagnosticados, permaneça focado no que você pode comer, e não no que não pode. Vale lembrar que existe vida além da dieta!

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Os 6 erros mais comuns que os pais fazem ao alimentar seus filhos

1 – Mandar os filhos para fora da cozinha

É compreensível que os pais não queiram que as crianças estejam perto do fogão quente, água fervente e facas afiadas. Mas estudos sugerem que a participação das crianças na preparação da comida é um passo importante no sentido delas experimentarem novos alimentos.

2 – Fazer pressão para comer alimentos

Exigir que uma criança experimente tudo é susceptível a produzir efeitos negativos. Estudos mostram que as crianças reagem negativamente quando os pais fazem pressão aos filhos para comer os alimentos, mesmo se a pressão oferece uma recompensa.

3 – Manter as guloseimas fora do alcance

Os pais se preocupam que seus filhos vão comer muitas guloseimas, por isso, eles as colocam longe do alcance ou em lugares de difícil acesso. Mas estudos mostram que quanto mais proibido é um alimento, mais as crianças o desejam.

4 – Fazer dietas na frente do seus filhos

As crianças estão sintonizadas com seus pais, isso se aplica a preferências alimentares também, por isso elas têm muito mais probabilidade de experimentar os alimentos que seus pais estão comendo. Os pais que estão tentando perder peso devem estar ciente de como os seus hábitos alimentares podem influenciar a percepção da criança sobre a comida e uma alimentação saudável.

5 – Servindo legumes “sem graça”

Por contar as calorias os pais muitas vezes servem legumes cozidos no vapor, sem nenhum molho ou tempero, por isso as crianças são relutantes em comê-los. Nutricionistas dizem os pais não devem ter medo de colocar molhos ou temperos nos legumes.

6 – Desistir logo no começo

Hábitos alimentares mudam freqüentemente. Os pais devem preparar uma grande variedade de alimentos saudáveis e colocá-los na mesa, mesmo que uma criança se recuse a experimentar. Crianças pequenas, podem demorar 10 ou mais tentativas durante vários meses para começar a comer um alimento novo.

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