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Resfriado + Exercício, O que fazer? Aposto que a resposta vai te surpreender!

Imagem MailOnline

resfriado

Quando você adquire aquela rotina de exercícios diários a pior coisa que pode te acontecer é a de sofrer alguma lesão da qual te impeça de praticar o seu exercício. Outro vilão é o resfriado, pois como rege o ditado popular deve-se parar de fazer exercícios e descansar até ficar curado.

Mas de acordo com dois estudos feitos há 10 anos e publicados no jornal “Medicine & Science in Sports & Exercise”, mostram resultados muito favoráveis a manter a rotina de exercícios, a tal ponto que se tornou uma grande surpresa até para os pesquisadores.

Uma das principais questões era: O resfriado afeta a sua habilidade para fazer exercícios? Foram recrutados 24 homens e 21 mulheres entre 18 e 29 anos que aceitaram ser infectados por um vírus que é responsável por 1/3 dos resfriados. Um outro grupo de 20 pessoas (homens/mulheres/jovens) serviram como controle e não foram infectados.

No começo deste estudo todos os participantes passaram por testes para determinar a capacidade das funções pulmonares e de exercício de cada um. Depois 45 pessoas foram infectadas com o vírus do resfriado.

Depois de 2 dias, que é quando a doença atinge o seu pior estágio, todos passaram por um teste moderado/intenso feito na esteira para avaliar se as suas capacidades pulmonares e de exercícios foram afetadas e para surpresa de todos, constatou-se que o resfriado não alterou em nada.

Dr. Kaminsky disse: ”Eu fiquei surpreso que o resfriado não afetou a capacidade pulmonar”, outro fato foi levantado pelo pesquisador: “Eu fiquei surpreso que no geral a performance dos sujeitos testados não foi afetada, porém eles reportaram um sentimento de fatiga”.

Outro fator que foi testado é se fazendo exercícios afeta os sintomas do resfriado e o tempo de recuperação.

Neste caso foram testados 34 pessoas (homens e mulheres), destes 16 tiveram que permanecer em descanso e o resto foram designados a fazerem corridas na esteira por 40 minutos a cada 2 dias em um ritmo moderado a 70% do batimento cardíaco.

A cada 12 horas todos respondiam um questionário sobre os sintomas do resfriado e sobre as atividades físicas. Também foram coletados resíduos do resfriado através de um lenço papel.

Os resultados mostraram que os sintomas do resfriado eram os mesmos nos dois grupos e o tempo de recuperação foi o mesmo. A única diferença foi que o grupo que se exercitava tinha a percepção de estar ok, alguns tinham a sensação de que estavam melhores.

Vale destacar que o tipo de resfriado que foi testado nesta pesquisa é aquele que provoca sintomas na cabeça, como dor de cabeça e nariz escorrendo.

Hoje, o Dr. Kaminsky recomenda a todos que continuem se exercitando mesmo quando estão com resfriados, porém ele menciona para ter precaução para os resfriados que atacam os pulmões e os que provocam febre.

Fonte: The New York Times

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Comer é prazeroso para você?

Imagem SXC

Pesquisas recentes demonstraram que muitas pessoas acima do peso ideal não tem prazer em comer doces e comidas gordurosas. Aliás, têm menos prazer do que pessoas magras. Como resultado, os obesos comem mais destes alimentos menos saudáveis justamente procurando satisfação. Em geral, mulheres com menos receptores de dopamina no cérebro tendem a comer mais justamente para provocar uma resposta de prazer, enquanto aquelas mulheres com mais receptores de dopamina no cérebro podem sentir prazer comendo menos.

O ato de comer deve ser agradável, mas não ao ponto de ir acima das necessidades diárias do seu corpo.

Uma recomendação boa para quem está tentando emagrecer é de levar mais tempo nas refeições – deitar seu garfo entre cada “bocada”, mastigar lentamente e realmente procurar sentir o gosto e o prazer em comer. Quando tomamos mais tempo para comer, o corpo sente o gosto dos alimentos, e você descobrirá que necessita menos quantidade.

Fonte: that’s fit

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Modelos magricelas tem mais apelo junto as mulheres

Um estudo feito pelo professor Jeremy Kees da universidade Villanova na Pensilvania constatou que as mulheres tendem a comprar produtos quando eles estão associados a modelos magras do que quando estão associados a mulheres com um peso mais próximo a nossa realidade.

No mesmo estudo foi constatado que apesar das mulheres perderem um pouco da auto-estima após verem propagandas com modelos magras, elas tendem a avaliar mais positivamente estes produtos do que quando os produtos estão expostos sem modelos.

O mais curioso é que no final da pesquisa foram servidas bolachas Oreo para as mulheres, o grupo que observou as propagandas com modelos magras tinha 4 vezes mais chances de recusar as bolachas do que o outro grupo que observou propagandas com modelos mais “cheinhas”.

E depois elas reclamam que os homens não entendem as mulheres.

Fonte: The Province

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