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Dietas sem glúten ajudam muitas pessoas com ou sem doença celíaca

Imagem Jana Kollárovápao-gluten

Por 20 anos, Angie, da Califórnia, EUA, sofreu de dores crônicas de barriga. Há uma década, ela foi diagnosticada com síndrome de intestino irritável e o profissional que a atendia recomendou mais exercícios físicos e maior ingestão de fibras. Mas a dor, inchaço e problemas digestivos continuaram até seus 60 anos.

Felizmente, quatro anos atrás, outro profissional sugeriu que ela iniciasse uma dieta isenta de glúten. Isso acarreta em mudanças de hábitos alimentares, o que significa deixar de ingerir tudo o que continha a proteína encontrada no trigo (trigo, semolina e kamut), cevada, centeio e aveia.

“Noventa por cento dos meus problemas se foram”, diz Angie. “Quando saio da dieta, os problemas e as dores retornam”, completa.

Angie é uma das muitas pessoas que tem se beneficiado da vida sem glúten. Os que sofrem de intolerância ao glúten, ou diagnosticados com doença celíaca, devem mudar o estilo alimentar e se tornar adeptos da dieta sem glúten, que quando sob supervisão médica, proporciona alívio sem remédios.

Eu tenho consciência da dificuldade dessa adaptação, exige vigilância aos rótulos dos produtos e dedicação para comer em casa, além disso, as pessoas ainda sofrem para encontrar produtos sem glúten nos supermercados.

As pessoas estão acostumadas a pizzas, massas, cerveja e hambúrgueres. Olhando pelo lado positivo, com a dieta restritiva de glúten, os alimentos que você pode comer – proteínas, frutas e legumes – fazem bem ao seu organismo.

As refeições para quem tem alergia ao glúten ou doença celíaca devem ser ricas em frutas, verduras, proteínas e arroz integral ou batata, milho, feijão, em substituição aos alimentos com amido de trigo, como massas.

Infelizmente, nem todas as pessoas com doença celíaca tem sintomas gastrintestinais perceptíveis, que podem incluir fadiga, gases, inchaço, dor abdominal ou diarreia crônica e constipação. Anemia e alterações comportamentais tais como depressão também não são incomuns. Se não tratada, os danos ao intestino delgado podem ser crônicos, provocando um aumento do risco de doenças e problemas associados, como a infertilidade, linfomas intestinais e dermatite.

A doença pode ser considerada muito preguiçosa. Há um grande número de pessoas que têm intolerância alimentar, mas muitos verdadeiros celíacos têm sintomas discretos ou até não tem sintomas. Na maioria dos pacientes é difícil de diagnosticar.

Embora a causa da doença celíaca seja desconhecida, ela é genética, e pode ser desencadeada por uma infecção viral, estresse emocional grave, gravidez ou parto. Então, se alguém da sua família for diagnosticado com ela, é melhor fazer o teste, porém eu não recomendo o inicio de uma dieta isenta de glúten, sem um diagnóstico.

Eu sempre dou uma dica a todos os meus pacientes diagnosticados, permaneça focado no que você pode comer, e não no que não pode. Vale lembrar que existe vida além da dieta!

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

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Dicas para um almoço saudável para as crianças

crianca-cozinhando

Se os seus filhos estão na escola, ou em casa de férias, as vezes é muito difícil chegar com alternativas saudáveis para o almoço das crianças dia após dia para mantê-los interessados.

Hoje todos estão muito ocupados e a última coisa que precisamos é de ter que cozinhar algo muito complicado para o almoço.

Mas o que o seu filho deve comer durante o almoço?

Algumas sugestões:

  • Proteínas para ajudá-los a ficarem despertos
  • Frutas e legumes para obtenção de vitaminas, minerais e fibras
  • Carboidratos complexos, liberação lenta de energia e fibra
  • Cálcio para o crescimento, ossos e dentes saudáveis

Se você tem dificuldades para fazer o almoço das crianças, aqui estão 5 sugestões simples:

Variar os pães

A maioria das crianças adoram variedade e surpresa, por isso, em vez de utilizar o mesmo pão todos os dias, escolha uma variedade entre pães de forma, pãezinhos, Pita, pão sírio, bolaça água e sal, etc.

Incentive seus filhos a comerem o pão integral, para se certificar que eles estão tendo abundância de fibras, vitaminas e antioxidantes.

Se seus filhos são muito jovens, tente cortar sanduíches em formas diferentes como por exemplo em forma de triângulo. É incrível como um sanduíche normal fica mais apelativo para as crianças só por ter uma forma diferente.

Fuja das carnes processadas

Ao invés de usar todos os dias carnes processadas, que não são muito saudáveis, utilize as sobras de carne a partir da noite anterior, como o frango assado ou carne. Como alternativa, você pode dar peixes ou ovos cozidos.

Você também pode pensar em preparar uma série de legumes picados com carne, um pouco de molho, e pode embrulhar em uma Pita ou pão sírio onde até as crianças podem embrulhar o próprio sanduíche. É óbvio que isto depende de seu filho, algumas crianças vão adorar esta ideia, outros não, principalmente se exige um grande esforço para fazer o sanduíche – brincar é muito mais importante!

Seja criativo com as saladas

Cozinhe um punhado de batatas ou macarrão e faça uma grande salada, misture com alguns legumes picados, carne magra como: frango, peru ou presunto e guarde na geladeira para um almoço rápido e fácil ao longo da semana. Então tudo que você precisa é uma salada verde, e almoço é preparado em um piscar de olhos.

Incentive os seus filhos a preparar o almoço com você

No fim de semana porque não passar algumas horas na cozinha com os seus filhos e fazer uma versão saudável de biscoito favorito dele? Esta é uma ótima maneira de deixá-los interessados no que eles estão comendo, e também para ensiná-los sobre escolhas alimentares saudáveis.

Cortar as bebidas açucaradas

Todos nós devemos cortar a carga de açúcar das bebidas, e os nossos filhos não são diferentes. Água, leite, cálcio ou leite de soja enriquecidos são as melhores escolhas para as crianças.

Se os seus filhos são resistentes a experimentar novos alimentos, pergunte a eles o que gostariam de comer na hora do almoço? Eu tenho certeza que você vai ter um monte de respostas interessantes!

Quais tipos de almoço os seus filhos preferem?

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Exercício e Glutamina – Metabolismo, imunidade e suplementação

Imagem 3Dchem.com

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É de conhecimento geral que um atleta bem nutrido tem melhor desempenho na hora de fazer exercícios, pois possui melhor condicionamento atlético, melhor recuperação após o treinamento e menos chance de ter uma injúria tecidual.

Porém é difícil ter uma nutrição completa no dia-a-dia e, por isso, muitos atletas utilizam suplementos que contém carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais e podem ser ingeridos antes, durante ou até mesmo após o exercício.

Para exercícios que de longa duração e intensidade de leve a moderada, os aminoácidos e ácidos graxos são os mais usados pelo metabolismo e dentre os aminoácidos com maior importância metabólica, está a glutamina, que existe nos tecidos musculares e ajuda na conservação e integridade dos mesmos.

A glutamina está envolvida nos processos de morte celular, ou seja, a falta dela no organismo pode ser responsável pela morte das células saudáveis. O resultado deste processo é o conhecido “envelhecimento precoce”.

Conhecido como principal substrato energético de todas as células intestinais, a glutamina também é imprescindível para sua adequada manutenção, pois é responsável pela saúde e equilíbrio intestinal. Sendo assim, é crucial para a imunidade, já que muitas células imunológicas são produzidas no intestino, assim como os neurotransmissores. O mais famoso, serotonina, é a responsável pelo bem-estar.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

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Ninguém engorda por excesso de caloria

Imagem SXC

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“Ninguém engorda por excesso de caloria. Se fosse assim não teriam pessoas que se entopem de comer porcarias e não engordam. A gente engorda por um desequilíbrio hormonal”.

A afirmação acima é do estudioso sobre alimentação Leandro Zanutto, que há dez anos pesquisa engenharia biomédica para investigar as respostas orgânicas que os alimentos provocam.

As velhas dietas que levam em consideração os valores calóricos dos alimentos são “vazias”, na opinião de Zanutto. “Tudo no seu corpo funciona de acordo com os hormônios. Eles são a chave para o funcionamento do organismo. Então, se eles estiverem desequilibrados, todo o resto vai estar também”, explica.

Outra frase interessante de Zanutto: “Sou contra o consumo de leite. O ser humano não foi feito para tomar leite, ainda mais de outra espécie. Nem o bezerro toma leite da própria mãe depois que cresce. São mais do que conhecidos os efeitos alérgicos do leite”.

Segundo o pesquisador, apesar de o leite ser uma boa fonte de cálcio, ele deve ser ingerido através de outras fontes de alimento como por exemplo: amêndoas, brócolis, couve-manteiga, castanha do pára. Zanutto sugere que o leite deve ser consumido apenas fermentado, na forma de iogurte ou queijos bem curados. De acordo com o Ministério da Saúde 56% da população consome leite integral, que contém um alto teor de gordura.

O pesquisador também critica a pirâmide alimentar sugerida pelo Ministério da Saúde que é formada por 70% de carboidratos e 30% de proteínas. “A alimentação do brasileiro é riquíssima em carboidrato, a cesta básica inclui uma latinha de atum que não dá nem para o consumo diário de proteína para uma pessoa. E entre carboidrato, proteína e gordura, o carboidrato é o que a pessoa menos precisa em termos nutricionais. Não em termos energéticos, em termos nutricionais”, explica Zannuto.

Zanutto ressalta que a alimentação deve ser voltada para o equilíbrio hormonal. Para isso, é necessário adotar uma dieta em que as proporções de carboidratos, proteínas e gorduras sejam mais equilibradas, e lembrar que frutas e hortaliças também são carboidratos.

Para ele, a diminuição na ingestão de carnes com gordura, observada pelo ministério por meio da pesquisa Vigitel, feita em todas as capitais com pessoas adultas, não é um fator que vá necessariamente ajudar na queda da obesidade – doença que já atinge 13% da população. “A queda no consumo de carnes gordurosas pode ser considerado um avanço sim, porque essa gordura não vai trazer benefícios diretos para o organismo, e esse consumo excessivo pode ser prejudicial porque a gordura poderá colar no interior das artérias. Mas não é de todo ruim o consumo de gorduras com as carnes, porque alguns tipos de gorduras estimulam a sensação de saciedade, fazendo com que a pessoa coma menos”, explica Zanutto.

O pesquisador ressalta ainda que o consumo de gordura não está diretamente ligado à obesidade. “Acharam um vilão para a obesidade e tentam associar isso à gordura, sendo que comer gordura não te faz mais gordo, não necessariamente vai aumentar seu colesterol. O consumo de carboidrato com toda certeza está mais relacionado ao excesso de peso e obesidade”.

Para finalizar, Zanutto também critica a comum substituição do açúcar pelo adoçante. Segundo ele, nenhum dos dois faz bem, mas o aspartame – uma das substâncias que dá o efeito adocicado na maior parte dos adoçantes – é muito mais prejudicial à saúde. Assim, segundo o pesquisador, o ideal é que as pessoas deixem de usar os dois e passem a consumir os alimentos naturalmente doces, como as frutas. “A maioria das frutas já é adoçada naturalmente, mas o paladar já está tão viciado pelo açúcar dos produtos industrializados que as pessoas não sentem o gosto”.

Fonte: O DIA <online>

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Websérie – Minimize Me – Ep. 3 – Dieta Atkins

Neste capítulo eu vou comentar sobre a minha experiencia que eu tive com a dieta Atkins.

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Alimentos para quem corre

Imagem SXC

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Os alimentos que não podem faltar antes e depois do treino são em primeiro lugar os carboidratos, pois são combustíveis para toda e qualquer atividade física e as proteínas, para recuperação muscular. Porém o conjunto de toda a alimentação adequada, equilibrada, antioxidante, integral, traz benefícios muito importantes. O consumo de carboidratos na alimentação de quem caminha fornece energia para a queima de gordura assim como a prevenção da queima da massa muscular.

Para potencializar o treino, o atleta deve ingerir carboidratos, pois são os combustíveis necessários para o acionamento do maquinário metabólico. Com o fornecimento de apenas proteínas, desviamos nosso metabolismo para outras queimas, principalmente da massa magra e não gorda, aumento risco de lesão e overtraining.

Algumas vezes sentimos dor na barriga durante a caminhada, por isso é necessário salientar que, para qualquer início ou acompanhamento de atividade física, vale a pena consultar um médico assim como um nutricionista para adequar e equilibrar a alimentação e avaliar o estado de saúde, para que não haja risco da atividade ser prejudicial ao invés de benéfica.

Dentre os benefícios para o atleta que caminha ou corre, está a melhora principalmente do intestino, que devido ao incremento dos movimentos peristálticos, facilita o transito intestinal. Intestino que funciona bem possui mais chances de absorver nutrientes e excretar toxinas corretamente.

Nossa saúde depende da saúde intestinal, pois é lá que são absorvidos muitos nutrientes assim como produzidos muitas substâncias essências no nosso organismo como a serotonina – neurotransmissor do bem estar, responsável pelo bom humor, sono etc.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Dieta dissociada

Imagens SXC

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A mistura de proteínas e carboidratos na mesma refeição pode causar efeitos desagradáveis como sensações de mal-estar e cansaço, falta de energia e metabolismo lento. A dieta dissociada prega que essa combinação não seja feita, pois pode ser maléfica para o organismo, devido a fermentação que estimula a liberação de toxinas nocivas para o corpo e faz com que o aparelho digestivo fique sobrecarregado. A dieta proposta pelo pesquisador Dr. João César castro Soares e muitos outros títulos internacionais vem trazendo muitos resultados positivos na questão da obesidade.

Além das sensações já citadas acima, é comum ter como resultado da mistura de proteínas e carboidratos, o armazenamento de gordura no organismo. Isto ocorre, pois esta combinação imprópria aumenta a liberação do hormônio insulina que é responsável por inativar a enzima lípase (responsável pela metabolização da gordura) que quebram a gordura, isto é, aumenta o deposito de gordura corporal. Já a combinação de alimentos dissociados como consumir apenas vegetais com carboidratos ou vegetais com proteínas, é benéfica, pois não há fermentação, o que é mais saudável e auxilia na perda de peso mais facilmente.

A dieta dissociada propõe começar o dia com os carboidratos para o fornecimento de energia, provinda de alimentos energéticos como pães integrais, cereais, frutas, suco de frutas. Além da energia estes alimentos são fontes do aminoácido muito requisitado, o triptofano, que é um precursor do neurotransmissor serotonina, conhecido como hormônio da felicidade e bem-estar.

Nos intervalos prefira carboidratos como frutas, sucos, cereais, barra de cereais etc.

A dica no almoço é comer alimentos que dão energia e possuem um moderado índice glicêmico como arroz integral, arroz selvagem, quinua, batata doce, mandioca, farinhas, macarrão integral, que contem carboidratos e deixar para o jantar as proteínas, que podem ser encontradas em carnes brancas, vermelhas e ovos.

A dieta dissociada também tem como premissa, os intervalos entre as refeições, que devem ser de 4 horas após o almoço e o jantar e de 2 horas entre os lanches, pois dessa forma a digestão não é prejudicada e não há fermentação e nem a diminuição do ritmo do metabolismo.

Portanto se você almoçou às 12h, seu próximo lanche só deve ser às 16h, e um outro lanche às 18h00. Seguindo este modelo, se o jantar for às 19/20h, um lanche leve por ser feito por volta das 23h ou meia noite.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Todas as calorias não são iguais

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A sabedoria popular argumenta que uma caloria é uma caloria, não importa se ela vem de um sorvete ou de uma salada. Evidentemente, há uma enorme diferença no valor nutricional desses alimentos. Sorvete é constituído na maior parte de açúcar e gordura, enquanto que a salada é uma fonte de vitaminas, minerais, antioxidantes, e fibras.

Mas de acordo com um recente estudo as calorias dos alimentos não são iguais, sugere o Dr. Eugene J. Fine, MD, e Richard D. Feinman, Ph.D., da Universidade “New York Downstate Medical Center”, no Brooklyn.

Fine e Feinman alegam que alguns tipos de calorias são mais suscetíveis do que outros e poderão ser convertidos em gordura. Seu pensamento é controverso, porque vai contra o que muitos médicos e nutricionistas têm ensinado aos seus pacientes. Calorias são unidades de energia, esta visão tradicional é baseada na primeira lei da termodinâmica. Esta lei apóia a crença de que há apenas uma maneira de perder peso: consumir menos calorias do que você queima.

Mas aqui está a pegadinha, os organismos das pessoas vão reagir de maneira diferente (metabolicamente) e 500 calorias que vem do açúcar poderão ter uma reação diferente do que 500 calorias que vem de proteínas. Obviamente, esta idéia tem um enorme significado para as pessoas quando o objetivo é a perda de peso.

O corpo libera a insulina para remover a glicose da corrente sangüínea para as células, onde é queimada, para gerar energia ou ser armazenada como gordura. Alimentos açucarados e outros alimentos que contém carboidratos – como pães, batatas fritas, arroz branco e massas – podem desencadear uma curva acentuada nos níveis de glicose no sangue. Quando o nível de glicose é elevado o corpo começa a produzir insulina. Isto é especialmente verdadeiro para as pessoas com pré-diabetes e diabetes do tipo 2, que tendem a ter níveis elevados de insulina.

Fine e Feinman acreditam que o controle da produção de insulina é a chave para perder peso. Peixe, frango e outras fontes de proteína praticamente não vão aumentar os níveis de insulina.

Nada disto significa que você tem que comer uma dieta baseada em proteínas. Comer carne magra, frango e peixe, juntamente com alimentos que contém muita fibra, ajudam a controlar os níveis de glicose e insulina e isto pode ser a melhor forma para o controle de peso.

Fonte: DLife

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Pare de beliscar – 5 dicas saudáveis para você fazer uma boa escolha no lanche.

Talvez o lanche seja a parte mais crucial para que um regime de certo, não adianta você seguir a dieta nas refeições mas na hora de beliscar alguma coisa a tarde, sair totalmente da dieta. Esta pode ser a razão pela qual você não está perdendo peso.

Por isso, ai vai 5 dicas para você começar a fazer melhores escolhas na hora do seu lanche.

1 – Se você é louco por doce (como eu) troque o chocolate ao leite pelo meio-amargo. No começo será um pouco estranho mas com o tempo você se acostumará e vai acabar gostando. O chocolate meio-amargo por ser mais forte vai te satisfazer com uma menor quantidade do que o chocolate ao leite.

2 – Um dos grandes vilões das dietas são as calorias liquidas, pois na maioria das vezes você nunca conta as calorias de um café. Uma colher de chá de açucar contém em média 16 calorias, se você coloca duas em cada café e toma dois cafés de manhã e dois a tarde, você já esta consumindo mais de 100 calorias que vem de um “inocente” cafezinho. Prefira a água na maioria dos casos.

3 – Tenha um estoque de produtos saudáveis. Com certeza em alguns dias você sentirá mais fome e se você não estiver preparado vai acabar comendo a primeira coisa que passar a sua frente. Tenha sempre com você algum alimento com muitas fibras como uma barra de cereais ou barras de proteínas.

4 – Pense em assar e não em fritar. Pegue suas receitas que contem frituras e procure uma alternativa em que você possa fazê-las no forno. Esta dica serve também para salgadinhos, sempre prefira um que seja assado do que frito.

5 – Seja persistente, seus hábitos não irão mudar em apenas 1 dia, 1 semana ou 1 mês. Mas com o tempo você irá se acostumar e vai realizar que alimentos que contém mais fibras e proteínas irão tem sustentar por mais tempo e em um plano a longo prazo esses novos hábitos irão te ajudar na perda de peso.

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