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Exercício e Glutamina – Metabolismo, imunidade e suplementação

Imagem 3Dchem.com

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É de conhecimento geral que um atleta bem nutrido tem melhor desempenho na hora de fazer exercícios, pois possui melhor condicionamento atlético, melhor recuperação após o treinamento e menos chance de ter uma injúria tecidual.

Porém é difícil ter uma nutrição completa no dia-a-dia e, por isso, muitos atletas utilizam suplementos que contém carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais e podem ser ingeridos antes, durante ou até mesmo após o exercício.

Para exercícios que de longa duração e intensidade de leve a moderada, os aminoácidos e ácidos graxos são os mais usados pelo metabolismo e dentre os aminoácidos com maior importância metabólica, está a glutamina, que existe nos tecidos musculares e ajuda na conservação e integridade dos mesmos.

A glutamina está envolvida nos processos de morte celular, ou seja, a falta dela no organismo pode ser responsável pela morte das células saudáveis. O resultado deste processo é o conhecido “envelhecimento precoce”.

Conhecido como principal substrato energético de todas as células intestinais, a glutamina também é imprescindível para sua adequada manutenção, pois é responsável pela saúde e equilíbrio intestinal. Sendo assim, é crucial para a imunidade, já que muitas células imunológicas são produzidas no intestino, assim como os neurotransmissores. O mais famoso, serotonina, é a responsável pelo bem-estar.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

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Banana verde: Alimento funcional gostoso e abundante no Brasil

Imagem SXC

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Produzida na maioria dos países tropicais, a banana é uma das frutas mais consumidas no mundo, tendo o Brasil como o segundo maior produtor e primeiro consumidor mundial. As variedades mais difundidas no País são: Prata, Maçã, Terra e Nanica.

A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta dos trópicos, onde é consumida normalmente cozida quando ainda verde. A análise da composição química comprova que a banana não é somente rica em carboidratos e energia, mas possui também elevadas proporções de minerais e vitaminas.

A banana verde na forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos, como a farinha e a biomassa (polpa e/ou casca verde cozida e processada), devido ao seu alto conteúdo de amido presente na polpa e também nas fibras na casca. Outra vantagem para sua utilização, é a palatabilidade conferida pelo amido presente na banana verde, que é bastante superior ao das fibras provenientes e cereais integrais, permitindo sua aplicação nas mais diversas preparações doces e salgadas, que ficam ainda mais nutritivas.

A banana apresenta boas quantidades de minerais, que pouco variam com a maturação da fruta, sendo sempre um pouco maior nas bananas verdes. Os minerais que mais se destacam é o potássio, fósforo, cálcio, sódio e magnésio. Quanto às vitaminas, as que mais chamam atenção são a A, C e complexo B. A vitamina C atinge seu ponto máximo na primeira fase de maturação (coloração verde-amarelada), decaindo até níveis mínimos quando a casca começa a apresentar machas marrons.

“Além de minerais, vitaminas e proteínas, a banana verde destaca-se pelo seu conteúdo e Amido Resistente (AR) – forma do amido e dos produtos de sua degradação que não são digeridos e absorvidos no intestino delgado de indivíduos sadios, podendo ser fermentado no intestino grosso”, diz Dra. Daniela Jobst, nutricionista funcional.

Banana Verde e Índice Glicêmico: Benefícios à saúde têm sido atribuídos aos alimentos ricos em amidos, que sejam relativamente ou absolutamente resistentes à digestão no intestino delgado, como por exemplo, a banana verde. A velocidade de digestão do amido determina o índice Glicêmico (IG) de um alimento. Alimentos com digestão lenta, e baixo IG, têm sido associados com o melhor controle de diabetes, ou mesmo a sua prevenção quando consumidos a longo prazo.

Banana Verde e Doenças Cardiovasculares: O efeito do consumo crônico de AR na redução dos níveis de colesterol e triglicérides tem sido bastante favorável, contribuindo com seus atributos no tratamento de dislipidemias e na prevenção de doenças coronarianas.

Banana verde e Armazenamento de Gordura: Evidências indicam que o AR, associado na dieta com outros alimentos de baixo índice glicêmico, é capaz de desempenhar efeito semelhante ao das fibras como indutor da saciedade, sendo o controle da glicose o mecanismo chave para este efeito.

“Diante das fortes evidências científicas que comprovam os efeitos benéficos de dietas enriquecidas com AR na manutenção da saúde e na prevenção de doenças crônica, como o câncer e doenças do cólon, diabetes tipo II, dislipidemias, doenças coronárias e obesidade, fica evidente que a banana verde e seus subprodutos, podem ser consideradas um potente alimento funcional, que deve ser introduzido e estimulado no hábito alimentar brasileiro”.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Rejuvenescendo com os sucos verdes

Imagem Refúgio dos Falcões

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Todas as folhas verdes e as sementes germinadas contêm inúmeros nutrientes, que incluem vitaminas, minerais, oligoelementos, fitoquímicos, aminoácidos e principalmente enzimas; por isso são considerados na nutrição moderna um “alimento completo” que sustentam o crescimento e desenvolvimento dos seres humanos.

O suco de clorofila* atua para melhorar a condição sanguínea, pois tem ação anti-oxidante, fornecendo todos os elementos nutricionais em grande quantidade, principalmente aqueles com capacidade de regular o metabolismo. Tudo isto, irá reparar as estruturas danificadas das moléculas do corpo e com isso reduzir a velocidade do envelhecimento.

Seguindo pela corrente sanguínea e agindo nas células do organismo inteiro, promoverá a sensação de bem estar, maior disposição e isto já é uma demonstração do início do rejuvenescimento de dentro para fora.

Dica: Tome uma vez ao dia um suco de clorofila* (pigmento verde escuro das verduras), pode ser a clorofila congelada ou outro suco que contenha folhas verdes como, por exemplo, suco de abacaxi com hortelã, couve com laranja lima…

* Receita da clorofila caseira
A alternativa para o sache congelado de clorofila é passar folhas de couve-manteiga na centrífuga. Acrescente 1 colher (sopa) do sumo, riquíssimo em clorofila, no preparo de sucos. Vale também bater 3 folhas grandes de couve com 1 copo (200 ml) de suco de laranja, coar e beber.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Alimentos crus facilitam a digestão e favorecem a saúde do corpo

Imagem purerawcafe

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As enzimas são substâncias que ajudam a melhor absorção do alimento no nosso organismo e ajudam na preservação de nossos órgãos. São elas as responsáveis pelas reações químicas que acontecem em nosso corpo e, a falta destas, faz com que as vitaminas, minerais e os hormônios não consigam cumprir o seu papel.

Possuímos em nosso organismo uma reserva de enzimas, mas como nos dias de hoje muitas pessoas não se alimentam de forma saudável, usam muitos medicamentos e fazem pouco ou nenhum exercício físico, nosso organismo não produz as enzimas suficientes para processar o alimento de forma correta e nutrir o corpo todo.

É muito importante não esgotar o estoque de enzimas, pois isso pode acarretar em vários tipos de doenças, além do envelhecimento ou morte precoce. Comer alimentos crus faz com que a digestão seja mais fácil e saudável e evita o gasto da nossa reserva enzimática.

Já os alimentos cozidos, fervidos, enlatados, pasteurizados, enfim, que não estejam in natura, perdem suas enzimas e por isso precisam das produzidas pelo nosso corpo durante sua digestão, o que faz com que órgãos do sistema digestivo tenham que “roubar” substâncias do sistema imunológico, causando reações adversas, como: gases, dor de estômago, dor nas articulações e nos músculos, insônia, diarreia/constipação, erupções na pele (acne), envelhecimento precoce, celulite entre outras.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Os prós e os contras da carne vermelha

Imagem Outback Steakhouse

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Há muito se discuti os benefícios e malefícios da carne vermelha, mas o fato é que ela nos oferece proteínas que são essenciais à vida, e a falta dela faz com que nosso corpo tenha envelhecimento precoce e produção reduzida de anticorpos.

Carne de boi, porco, cordeiro e veado são excelentes fontes de proteína e aminoácidos necessários à regeneração celular, além disso, são fonte de ferro heme, que é mais facilmente absorvido pelo organismo e que também ajuda na renovação da célula. Além do ferro as carnes são as principais fontes de vitamina B12 essencial na proteção contra as anemias.

Porém, como tudo, o lado negativo deste alimento também existe. As carnes vermelhas podem ser ricas em gorduras saturadas, que fazem mal ao organismo e em excesso são inflamatórias. Além disso, alguns animais recebem antibióticos e hormônios que são potencialmente nocivos ao organismo dos seres humanos, por isso é importante saber comprar as carnes.

O ideal é o consumo de carne de animais de criação livre, que não são criados em currais, e sim em pastos e que, além disso, sejam carnes orgânicas, que vêm de animais que não recebem hormônios e antibióticos e comem ração livre de agentes químicos potencialmente perigosos.

Uma dica da nutricionista funcional Daniela Jobst para quem gosta de carnes exóticas: “Opte pelo bisão (búfalo) ou avestruz, que trazem os mesmos benefícios das carnes de outros animais”.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Quinua o melhor e mais completo alimento de origem vegetal

Se você está procurando um alimento rico em proteína de alto valor biológico, carboidrato de baixo índice glicêmico (aquela que leva mais tempo para virar açucar no sangue) e ainda tem vitaminas, sais minerais e gordura boa, a procura acabou. Este achado se chama QUINUA !

A Quinua é um cereal, proveniente da Bolívia e é consumido pelos tribos andinas há mais de 500 anos. Cada grão contém 20 aminoácidos diferentes e ajuda na recuperação e manutenção dos músculos. Também, é uma fonte excelente de ferro, ideal para quem come pouco ou nenhuma carne vermelha. Outra vantagem é que contêm ômega 3, a gordura boa que limpa as artérias. A presença de uma mistura de fibras e vitaminas (C, E e especialmente as do complexo B) faz com que este cereal tem uma ficha nutricional tão boa que a FAO (Food and Agriculture Organization) da ONU considera a Quinua o alimento mais completo de origem vegetal.

A quinua está disponível em grão, farinha, flocos e até macarrão, e meio quilo custa entre 11 e 14 reais. Ele chega a triplicar de tamanho depois de cozido sendo que um pacote serve para várias receitas.

Fonte: Boa Forma

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