Tag Archive for ‘vitaminas’
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Produzida na maioria dos países tropicais, a banana é uma das frutas mais consumidas no mundo, tendo o Brasil como o segundo maior produtor e primeiro consumidor mundial. As variedades mais difundidas no País são: Prata, Maçã, Terra e Nanica.
A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta dos trópicos, onde é consumida normalmente cozida quando ainda verde. A análise da composição química comprova que a banana não é somente rica em carboidratos e energia, mas possui também elevadas proporções de minerais e vitaminas.
A banana verde na forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos, como a farinha e a biomassa (polpa e/ou casca verde cozida e processada), devido ao seu alto conteúdo de amido presente na polpa e também nas fibras na casca. Outra vantagem para sua utilização, é a palatabilidade conferida pelo amido presente na banana verde, que é bastante superior ao das fibras provenientes e cereais integrais, permitindo sua aplicação nas mais diversas preparações doces e salgadas, que ficam ainda mais nutritivas.
A banana apresenta boas quantidades de minerais, que pouco variam com a maturação da fruta, sendo sempre um pouco maior nas bananas verdes. Os minerais que mais se destacam é o potássio, fósforo, cálcio, sódio e magnésio. Quanto às vitaminas, as que mais chamam atenção são a A, C e complexo B. A vitamina C atinge seu ponto máximo na primeira fase de maturação (coloração verde-amarelada), decaindo até níveis mínimos quando a casca começa a apresentar machas marrons.
“Além de minerais, vitaminas e proteínas, a banana verde destaca-se pelo seu conteúdo e Amido Resistente (AR) – forma do amido e dos produtos de sua degradação que não são digeridos e absorvidos no intestino delgado de indivíduos sadios, podendo ser fermentado no intestino grosso”, diz Dra. Daniela Jobst, nutricionista funcional.
Banana Verde e Índice Glicêmico: Benefícios à saúde têm sido atribuídos aos alimentos ricos em amidos, que sejam relativamente ou absolutamente resistentes à digestão no intestino delgado, como por exemplo, a banana verde. A velocidade de digestão do amido determina o índice Glicêmico (IG) de um alimento. Alimentos com digestão lenta, e baixo IG, têm sido associados com o melhor controle de diabetes, ou mesmo a sua prevenção quando consumidos a longo prazo.
Banana Verde e Doenças Cardiovasculares: O efeito do consumo crônico de AR na redução dos níveis de colesterol e triglicérides tem sido bastante favorável, contribuindo com seus atributos no tratamento de dislipidemias e na prevenção de doenças coronarianas.
Banana verde e Armazenamento de Gordura: Evidências indicam que o AR, associado na dieta com outros alimentos de baixo índice glicêmico, é capaz de desempenhar efeito semelhante ao das fibras como indutor da saciedade, sendo o controle da glicose o mecanismo chave para este efeito.
“Diante das fortes evidências científicas que comprovam os efeitos benéficos de dietas enriquecidas com AR na manutenção da saúde e na prevenção de doenças crônica, como o câncer e doenças do cólon, diabetes tipo II, dislipidemias, doenças coronárias e obesidade, fica evidente que a banana verde e seus subprodutos, podem ser consideradas um potente alimento funcional, que deve ser introduzido e estimulado no hábito alimentar brasileiro”.

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com
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Imagem purerawcafe

As enzimas são substâncias que ajudam a melhor absorção do alimento no nosso organismo e ajudam na preservação de nossos órgãos. São elas as responsáveis pelas reações químicas que acontecem em nosso corpo e, a falta destas, faz com que as vitaminas, minerais e os hormônios não consigam cumprir o seu papel.
Possuímos em nosso organismo uma reserva de enzimas, mas como nos dias de hoje muitas pessoas não se alimentam de forma saudável, usam muitos medicamentos e fazem pouco ou nenhum exercício físico, nosso organismo não produz as enzimas suficientes para processar o alimento de forma correta e nutrir o corpo todo.
É muito importante não esgotar o estoque de enzimas, pois isso pode acarretar em vários tipos de doenças, além do envelhecimento ou morte precoce. Comer alimentos crus faz com que a digestão seja mais fácil e saudável e evita o gasto da nossa reserva enzimática.
Já os alimentos cozidos, fervidos, enlatados, pasteurizados, enfim, que não estejam in natura, perdem suas enzimas e por isso precisam das produzidas pelo nosso corpo durante sua digestão, o que faz com que órgãos do sistema digestivo tenham que “roubar” substâncias do sistema imunológico, causando reações adversas, como: gases, dor de estômago, dor nas articulações e nos músculos, insônia, diarreia/constipação, erupções na pele (acne), envelhecimento precoce, celulite entre outras.

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
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Imagem Outback Steakhouse

Há muito se discuti os benefícios e malefícios da carne vermelha, mas o fato é que ela nos oferece proteínas que são essenciais à vida, e a falta dela faz com que nosso corpo tenha envelhecimento precoce e produção reduzida de anticorpos.
Carne de boi, porco, cordeiro e veado são excelentes fontes de proteína e aminoácidos necessários à regeneração celular, além disso, são fonte de ferro heme, que é mais facilmente absorvido pelo organismo e que também ajuda na renovação da célula. Além do ferro as carnes são as principais fontes de vitamina B12 essencial na proteção contra as anemias.
Porém, como tudo, o lado negativo deste alimento também existe. As carnes vermelhas podem ser ricas em gorduras saturadas, que fazem mal ao organismo e em excesso são inflamatórias. Além disso, alguns animais recebem antibióticos e hormônios que são potencialmente nocivos ao organismo dos seres humanos, por isso é importante saber comprar as carnes.
O ideal é o consumo de carne de animais de criação livre, que não são criados em currais, e sim em pastos e que, além disso, sejam carnes orgânicas, que vêm de animais que não recebem hormônios e antibióticos e comem ração livre de agentes químicos potencialmente perigosos.
Uma dica da nutricionista funcional Daniela Jobst para quem gosta de carnes exóticas: “Opte pelo bisão (búfalo) ou avestruz, que trazem os mesmos benefícios das carnes de outros animais”.

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Se você está procurando um alimento rico em proteína de alto valor biológico, carboidrato de baixo índice glicêmico (aquela que leva mais tempo para virar açucar no sangue) e ainda tem vitaminas, sais minerais e gordura boa, a procura acabou. Este achado se chama QUINUA !
A Quinua é um cereal, proveniente da Bolívia e é consumido pelos tribos andinas há mais de 500 anos. Cada grão contém 20 aminoácidos diferentes e ajuda na recuperação e manutenção dos músculos. Também, é uma fonte excelente de ferro, ideal para quem come pouco ou nenhuma carne vermelha. Outra vantagem é que contêm ômega 3, a gordura boa que limpa as artérias. A presença de uma mistura de fibras e vitaminas (C, E e especialmente as do complexo B) faz com que este cereal tem uma ficha nutricional tão boa que a FAO (Food and Agriculture Organization) da ONU considera a Quinua o alimento mais completo de origem vegetal.
A quinua está disponível em grão, farinha, flocos e até macarrão, e meio quilo custa entre 11 e 14 reais. Ele chega a triplicar de tamanho depois de cozido sendo que um pacote serve para várias receitas.
Fonte: Boa Forma
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