Textos categorizados ‘dieta’



Dieta dissociada

Imagens SXC

dieta-dissociada

A mistura de proteínas e carboidratos na mesma refeição pode causar efeitos desagradáveis como sensações de mal-estar e cansaço, falta de energia e metabolismo lento. A dieta dissociada prega que essa combinação não seja feita, pois pode ser maléfica para o organismo, devido a fermentação que estimula a liberação de toxinas nocivas para o corpo e faz com que o aparelho digestivo fique sobrecarregado. A dieta proposta pelo pesquisador Dr. João César castro Soares e muitos outros títulos internacionais vem trazendo muitos resultados positivos na questão da obesidade.

Além das sensações já citadas acima, é comum ter como resultado da mistura de proteínas e carboidratos, o armazenamento de gordura no organismo. Isto ocorre, pois esta combinação imprópria aumenta a liberação do hormônio insulina que é responsável por inativar a enzima lípase (responsável pela metabolização da gordura) que quebram a gordura, isto é, aumenta o deposito de gordura corporal. Já a combinação de alimentos dissociados como consumir apenas vegetais com carboidratos ou vegetais com proteínas, é benéfica, pois não há fermentação, o que é mais saudável e auxilia na perda de peso mais facilmente.

A dieta dissociada propõe começar o dia com os carboidratos para o fornecimento de energia, provinda de alimentos energéticos como pães integrais, cereais, frutas, suco de frutas. Além da energia estes alimentos são fontes do aminoácido muito requisitado, o triptofano, que é um precursor do neurotransmissor serotonina, conhecido como hormônio da felicidade e bem-estar.

Nos intervalos prefira carboidratos como frutas, sucos, cereais, barra de cereais etc.

A dica no almoço é comer alimentos que dão energia e possuem um moderado índice glicêmico como arroz integral, arroz selvagem, quinua, batata doce, mandioca, farinhas, macarrão integral, que contem carboidratos e deixar para o jantar as proteínas, que podem ser encontradas em carnes brancas, vermelhas e ovos.

A dieta dissociada também tem como premissa, os intervalos entre as refeições, que devem ser de 4 horas após o almoço e o jantar e de 2 horas entre os lanches, pois dessa forma a digestão não é prejudicada e não há fermentação e nem a diminuição do ritmo do metabolismo.

Portanto se você almoçou às 12h, seu próximo lanche só deve ser às 16h, e um outro lanche às 18h00. Seguindo este modelo, se o jantar for às 19/20h, um lanche leve por ser feito por volta das 23h ou meia noite.

dra-daniela-jobst-nutricionista-funcional

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Gostou deste post? Leia também:

Dieta do tipo genético

Proteína para os seus músculos

Chá vermelho, o poderoso da família Camellia Sinensis

O poder das frutas antioxidantes

Conheça 5 alimentos que ajudam na queima de gordura corporal de forma natural

A pirâmide alimentar

Se gostou deste post, assine o nosso RSS Feed

Ou receba o nosso Feed por Email

Dieta do tipo genético

herbs

A dieta do tipo genético é baseada no perfil de genes do paciente e parte do princípio que determinados alimentos são digeridos de forma mais fácil em alguns indivíduos, pois cada organismo reage de uma maneira em relação à alimentação ingerida, o que resulta em consequências positivas ou negativas para cada pessoa.

Cada indivíduo possui um código genético, isto é uma sequência de dados, que foi recebida através da união dos dois DNA´s e que confere características específicas a cada um de nós. Exemplos clássicos seriam a cor dos olhos, a predisposição a contrair doenças, a obesidade, diabetes, o câncer e etc.

Por isso muitas vezes um alimento que é adequado á certo indivíduo pode não ser ao outro. Com esta dieta você respeita sua individualidade, prevenindo doenças crônicas assim como traz equilíbrio, longevidade e qualidade de vida.

Nos EUA é possível fazer a “Genotype Diet” corretamente, pois há exames específicos que decifram seu código genético e que indicam suas predisposições às patologias, assim como erros nas seqüências do DNA, chamados de polimorfismos genéticos. Através destes “erros”, entra a NUTRIGENÉTICA ou NUTRIGENÔMICA, ciência que os une à prevenção, e trata disso com alimentação. Assim uma dieta fica exatamente exclusiva à um indivíduo.

Mas como estes exames ainda não chegaram ao Brasil, e quando acontecer terão preços relativamente altos, existem alguns outros meios de se trabalhar os tipos genéticos como o estudo proposto por Peter J. D´Adamo, mesmo autor da dieta do Tipo Sanguíneo. A Dieta do Tipo Genético propõe avaliar o indivíduo em três grupos distintos e para cada grupo, aplicar uma dieta específica.

Para saber qual alimentação faz bem ou mal para o seu organismo, basta realizar alguns testes de leitura genética e descobrir as vantagens e desvantagens de certos alimentos para seu corpo. Os testes podem ser aplicados em pessoas de todas as idades. O ideal é que seja feito o quanto antes, pois assim, doenças podem ser evitadas com uma dieta de prevenção e não de cura.

O autor propõe uma calculadora genética onde avalia comprimento dos dedos (anelar e indicador), tamanho do tronco em relação às pernas, características das impressões digitais, etc. Com estes resultados analisa o tipo genético e associa os dados com predisposições genéticas a desenvolvimento de patologias.

Exemplo do comprimento do tronco em relação às pernas: pernas curtas estão associadas com maior risco de coronariopatias e pernas longas ao câncer, especialmente os dependentes de hormônios, como o de mama e próstata, que parecem estar associados com altos níveis de IGF-1 (pré-hormônio do crescimento).

A Dra. Daniela Jobst, nutricionista funcional, pode explicar melhor a dieta do tipo genético, além de como a alimentação pode influir de forma positiva em vários aspectos da sua vida.

dra-daniela-jobst-nutricionista-funcional

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Gostou deste post? Leia também:

Os 6 erros mais comuns que os pais fazem ao alimentar seus filhos

Qual é o estado de um hambúrguer do McDonald’s depois de 12 anos?

7 Alimentos que você deveria comer todos os dias

Ácido fólico reduz risco de Mal de Alzheimer, afirma estudo

Aprenda a ler o rótulo

Qual é o seu alimento?

Se gostou deste post, assine o nosso RSS Feed

Ou receba o nosso Feed por Email

Eu perdi quase 55 quilos

tracey-wygalÉ difícil ver um dia em que você não irá encontrar Tracey Wygal malhando na acadêmia.

A professora Tracey Wygal com 30 anos faz 30 minutos de cardio, exercícios físicos e segue o que ela chama de uma “dieta limpa”.

Isso é uma mudança bastante drástica para uma mulher que há oito anos chegou a pesar 134 quilos.

Wygal começou a ganhar peso na adolescência. Uma dieta composta por fast-food e pouco ou nenhum exercício ajudou a adquirir os quilos extras e seu peso passou para mais de 90 quilos.

“Foi o meu primeiro ano fora do colégio, e esse número (peso), juntamente com o diagnostico que eu estava na faixa de obesos mórbidos foi muito assustador”, lembra Wygal. “Eu fui a vários médicos, para conseguir uma prescrição para medicamentos de perda de peso”.

Mas nenhum dos médicos receitou as pílulas que ela procurava. Em vez disso, um médico receitou uma dieta de 1600 calorias por dia e falou que ela precisava fazer exercícios.

Inicialmente, ela ficou chocada e se recusou a iniciar a dieta que ela pensava que era muito restritiva.  Mesmo que seu peso estava perto dos 140 quilos, ela acreditava que tinha uma boa alimentação e um estilo de vida ativo.

Mas quando ela começou a se sentir mais frustrada e o seu peso continuou a aumentar, ela finalmente decidiu que era hora de tomar controle da sua vida.

Wygal começou a anotar em um diário a quantidade de calorias que ela consumia diariamente e logo percebeu que estava comendo pior do que ela pensava.

“Fiquei espantada com quantas calorias eu estava comendo”, disse. “O diário me mostrou que eu realmente precisava prestar atenção sobre a quantidades de calorias que estava ingerindo e me ajudou a manter a minha dieta”.

Ela também começou a fazer exercícios.  No começo ela estava muito envergonhada para ir a uma academia, por isso ela comprou uma máquina elíptica e começou a treinar 15 minutos por dia em seu apartamento.

“Era tudo que eu podia fazer naquele momento. Eu não desisti”, disse ela. “Gradualmente, a minha resistência melhorou. Depois de perder cerca de 13,5 kg, eu decidi me matricular em uma academia pequena”.

Alguns meses depois, Wygal estava pronta para dar o próximo passo. Ela contratou um personal trainer e iniciou um programa de treinamento.

Em vez de se sentir intimidada, Wygal começou a gostar de fazer exercícios e as mudanças físicas que vinha acontecendo em seu corpo.  Pronto para dar o próximo passo, ela se matriculou em uma grande academia, começou a pesquisar sobre diferentes formas de exercícios e começou a fazer musculação.

Ao longo dos próximos três anos, ela perdeu 54,5 quilos e diminuiu sete números de vestido. Wygal, tem 1,77 de altura, diz que o medo de ganhar peso a motiva para manter-se fiel ao seu regime alimentar e exercícios porque ela nunca quer voltar aos 134 kg.

Agora confortável com o seu peso, ela diz que oscila entre 77 e 80 kg, Wygal malha pelo menos, cinco a seis dias por semana. Ela diz que o segredo para perder e manter o peso é ser honesto sobre o que você come, escrevendo-o e ser consistente. Ela quer que as pessoas saibam que podem perder peso, mas não há uma solução fácil.

“Isso não vai acontecer do dia para a noite”, aconselha Wygal. “Saiba que vai levar tempo, mas no final vale a pena”.

As dicas da Tracey Wygal para obter sucesso:

  1. Mantenha um diário alimentar.  Anote tudo o que comer e beber.  Calcule o total de calorias no final do dia.
  2. Seja consistente com os seus exercícios.  Crie um cronograma. Varie apenas quando for absolutamente necessário.
  3. Encontre um ginásio que acomode ao seu estilo de vida. (horários de funcionamento, opções de equipamentos, aulas oferecidas, etc.)
  4. Mude sua visão sobre a comida. Em vez de equiparar a comida com felicidade ou prazer, veja apenas como alimento ou como combustível para seu organismo continue funcionando.
  5. Seja realista em suas metas e programas. Saiba que vai levar um certo tempo para haver mudanças consideráveis, e não desista nunca!
  6. Pare de dar desculpas e faça acontecer!  Tenha a SUA SAÚDE como PRIORIDADE em sua vida.

Qual é o seu alimento?

Imagine ter um menu feito só para você, composto por alimentos que atenderão especificamente às necessidades de seu organismo e de mais ninguém, e que, de quebra, reduzirão bastante sua chance de engordar. Enfim, a dieta ideal. Pode parecer um sonho, mas felizmente não é. Em breve estarão disponíveis regimes de alimentação elaborados sob medida, formulados a partir do perfil genético de cada pessoa. Isso será possível a partir dos conhecimentos gerados por duas recentes linhas de pesquisa da nutrição, a nutrigenômica e a nutrigenética. Ambas têm como objetivo estudar a interação entre os alimentos e os genes humanos. Mas fazem isso por ângulos diferentes. A primeira investiga como os nutrientes influenciam o funcionamento dos genes. A segunda estuda como esses mesmos genes podem afetar a forma pela qual o corpo aproveita a comida. O fato é que, combinadas, as respostas permitirão dizer quais os componentes que efetivamente fazem bem, por que e para quem eles funcionam.

Nota do Blog

Eu peguei este texto da reportagem de capa da revista Isto É da edição do dia 17 de setembro de 2008. Eu escolhi este texto porque tenho alguns pensamentos contraditórios a esta matéria e gostaria de expressar a minha opinião.

Pontos positivos

Acho muito interessante esta parte da medicina que estuda a relação dos alimentos com a sua saúde, acredito que conseguiremos extrair dos próprios alimentos muitas substâncias que auxiliarão em muitos problemas de saúde.

Achei muito interessante em saber que as substâncias não produzem os mesmos efeitos para todos, confesso que era uma informação que eu não conhecia, porém agora que tenho conhecimento disto, confesso que me parece lógico pois cada ser humano é diferente e se compararmos com remédios é a mesma coisa, por exemplo, apesar do Tylenol ser indicado por muitos médicos, eu não posso tomar pois sou alérgico.

Pontos Negativos

Primeiro não acredito em dietas, muitos que seguem este blog já sabem disso, mas dietas que se baseiam puramente em dados técnicos como a reportagem da revista tenta passar que será o futuro eu acredito menos ainda.

No meu caso eu sou pertencente ao grupo dos caucasianos, na tabela (abaixo) contem sardinha que é um peixe que eu não gosto. Se eu for em uma nutricionista e ela insistir que eu coma sardinha porque faz bem ao meu grupo étnico, eu posso tentar por 1,2 ou 3 meses mas vai chegar a um ponto em que eu vou estar de saco cheio da maldita sardinha e é capaz de eu chutar o balde e botar toda a dieta em escanteio por tentar seguir algo que não satisfaça o meu paladar.

Solução

Não acredito que exista alguma solução perfeita, acredito que todas as dietas tem que se adaptar ao seu momento emocional, pois as vezes estamos motivados a seguir uma dieta mais rígida, porém outras vezes necessitamos de algo que seja mais relaxado pois as pessoas querem seguir algo em que elas não se sintam culpadas o tempo todo por comer um doce ou salgado.

Quanto eu mais leio e estudo sobre a obesidade, eu vejo que isto não é somente um problema de más escolhas mas envolve diversos fatores emocionais e psicológicos que muitas pesquisas não contam como um fator determinante.

Eu acredito que a obesidade não pode ser tratada como uma doença em que você toma um remédio ou siga um programa e tudo será resolvido. O fato é que ainda temos que descobrir muitas coisas neste campo e um dos principais problemas é conseguir separar a boa informação dentro deste mercado que está cheio de promessas milagrosas e produtos que tentam se aproveitar do desespero das pessoas que tentam atingir o seu objetivo.

Clique aqui para o ler a matéria na integra

Abaixo segue uma lista para os 3 maiores grupos étnicos do Brasil

Los Angeles, uma cidade em dieta

Os vereadores da cidade de Los Angeles decidiram por voto unânime a proibição por 1 ano de ser aberto qualquer restaurante do tipo fast-food na parte sul da cidade, onde é notório a grande quantidade destes tipos de restaurante.

Esta medida visa proporcionar a abertura de novos restaurantes mais saudáveis para esta região onde a concentração de obesos é acima da média cerca de 30%, mais do que o dobro da parte oeste (14,1%) e 50% a mais do que na região central (19,1%).

Outro fator importante que levou os políticos a tomarem esta decisão, foi o fato de que na parte sul, os fast-foods representam cerca de 73% dos restaurantes, enquanto na parte oeste é de 42%.

Andrew Pudzer, presidente da rede de restaurantes CKE acredita que os fast-foods estão sendo injustamente perseguidos pois muitos já possuem alternativas saudáveis. “O problema não é onde você come, mas o que você come”, segundo Pudzer.

Nota do Blog

Certo ou errado ao menos é uma tentativa para combater a obesidade. Na minha opinião não acredito que seja eficaz pois as pessoas da região sul de Los Angeles escolhem os fast-foods pois é a alternativa mais barata para se alimentar, diferentemente do Brasil onde as redes de fast-foods são voltadas para as classes media e alta.

O certo na minha opinião seria educar as pessoas através das escolas e centros comunitários o quanto é importante uma alimentação saudável, porém nada disso seria útil se não houver lugares onde as pessoas possam comprar produtos mais saudáveis a um preço que se encaixe no orçamento.

Outra medida importante seria a de que a cidade incentivasse a criação de restaurantes que oferecessem comidas sem um alto teor de gordura e não como os fast-foods que oferecem um ou dois itens. Este incentivo poderia ser na forma de empréstimos com juros baixos e isenções fiscais.

Para concluir eu acredito que na situação atual em que se encontra a sociedade americana, as vezes, medidas drásticas são necessárias mas elas precisam ser acompanhadas por um plano que envolva a sociedade a mudar seus hábitos. Porque medidas isoladas não surtiram efeito e causarão só transtornos para a população, agora se a sociedade brasileira não começar a rever os seus hábitos alimentares, talvez essas medidas serão necessárias no Brasil, se você não sabe o porque, clique aqui ou aqui.

Fonte: CBCNews

Gostou deste post? Leia também:

Alabama (EUA) Multará Funcionários Públicos por Obesidade

São Francisco em Pé de Guerra contra a Coca Cola

Obesidade nem sempre faz mal à saúde, diz estudo

‘Gordura boa’ pode ser nova arma contra obesidade

Fim da Gordura Trans é Voltar à Época da Banha, diz Indústria

Apenas 1 em cada 100 pessoas conseguem perder peso através de uma dieta.

Médicos fazem alerta sobre geração de obesos no país

Se gostou deste post, assine o nosso RSS Feed

ou clique aqui para voltar ao uêba.

« Página anteriorPróxima Página »


 

Agosto 2008
S T Q Q S S D
     
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

alexa