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Dicas para um almoço saudável para as crianças

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Se os seus filhos estão na escola, ou em casa de férias, as vezes é muito difícil chegar com alternativas saudáveis para o almoço das crianças dia após dia para mantê-los interessados.

Hoje todos estão muito ocupados e a última coisa que precisamos é de ter que cozinhar algo muito complicado para o almoço.

Mas o que o seu filho deve comer durante o almoço?

Algumas sugestões:

  • Proteínas para ajudá-los a ficarem despertos
  • Frutas e legumes para obtenção de vitaminas, minerais e fibras
  • Carboidratos complexos, liberação lenta de energia e fibra
  • Cálcio para o crescimento, ossos e dentes saudáveis

Se você tem dificuldades para fazer o almoço das crianças, aqui estão 5 sugestões simples:

Variar os pães

A maioria das crianças adoram variedade e surpresa, por isso, em vez de utilizar o mesmo pão todos os dias, escolha uma variedade entre pães de forma, pãezinhos, Pita, pão sírio, bolaça água e sal, etc.

Incentive seus filhos a comerem o pão integral, para se certificar que eles estão tendo abundância de fibras, vitaminas e antioxidantes.

Se seus filhos são muito jovens, tente cortar sanduíches em formas diferentes como por exemplo em forma de triângulo. É incrível como um sanduíche normal fica mais apelativo para as crianças só por ter uma forma diferente.

Fuja das carnes processadas

Ao invés de usar todos os dias carnes processadas, que não são muito saudáveis, utilize as sobras de carne a partir da noite anterior, como o frango assado ou carne. Como alternativa, você pode dar peixes ou ovos cozidos.

Você também pode pensar em preparar uma série de legumes picados com carne, um pouco de molho, e pode embrulhar em uma Pita ou pão sírio onde até as crianças podem embrulhar o próprio sanduíche. É óbvio que isto depende de seu filho, algumas crianças vão adorar esta ideia, outros não, principalmente se exige um grande esforço para fazer o sanduíche – brincar é muito mais importante!

Seja criativo com as saladas

Cozinhe um punhado de batatas ou macarrão e faça uma grande salada, misture com alguns legumes picados, carne magra como: frango, peru ou presunto e guarde na geladeira para um almoço rápido e fácil ao longo da semana. Então tudo que você precisa é uma salada verde, e almoço é preparado em um piscar de olhos.

Incentive os seus filhos a preparar o almoço com você

No fim de semana porque não passar algumas horas na cozinha com os seus filhos e fazer uma versão saudável de biscoito favorito dele? Esta é uma ótima maneira de deixá-los interessados no que eles estão comendo, e também para ensiná-los sobre escolhas alimentares saudáveis.

Cortar as bebidas açucaradas

Todos nós devemos cortar a carga de açúcar das bebidas, e os nossos filhos não são diferentes. Água, leite, cálcio ou leite de soja enriquecidos são as melhores escolhas para as crianças.

Se os seus filhos são resistentes a experimentar novos alimentos, pergunte a eles o que gostariam de comer na hora do almoço? Eu tenho certeza que você vai ter um monte de respostas interessantes!

Quais tipos de almoço os seus filhos preferem?

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Comerciais de fast food contribuem para a obesidade infantil

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Um estudo recente foi publicado no “Journal of Law & Economics” atesta que há uma ligação direta entre a obesidade infantil e comerciais de fast food.

O estudo foi feito com quase 13.000 crianças nos anos de 1979 e 1997 e abrangeu todos os Estados Unidos.  Neste período foi constatado que a quantidade de crianças obesas entre 6 e 11 anos triplicou.

De acordo com a pesquisa a proibição destes comerciais nos horários infantis acarretaria em uma redução de crianças obesas de 18% na faixa de 3 a 11 anos e de 14% para os adolescentes entre 12 e 18.

Os autores da pesquisa não acreditam que proibir os comerciais de fast food seja uma tarefa fácil pois requereria um grande esforço governamental.  Agora imagina se fosse no Brasil, exigir isto de nossos políticos é o mesmo que pedir honestidade em suas gestões ou seja, nunca iria acontecer.

Vale destacar que a Noruega, Suécia e Finlândia são países que proibiram comerciais em programas infantis, além do mais no Canada a CBC que é uma emissora pública também não veicula comerciais na programação infantil.

Por considerar um tópico bem interessante eu gostaria de saber a sua opinião, você acha que no Brasil a programação infantil deveria ser proibido de veicular comerciais de fast food? Deixe a sua opinião.

Fonte: Los Angeles Times

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Crianças obesas podem ter a idade vascular de uma pessoa com 45 anos

Imagem MailOnline

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Uma matéria publicada no new york times sugere que crianças que estão acima do peso ou possuem alto colesterol apresentam sinais precoces de doenças cardíacas.

Um estudo feito pela Dra. Geetha Raghuveer professora do departamento de pediatria da Universidade do Missouri que foi apresentado no “American Heart Association” mostra que as artérias de crianças e adolescentes que são obesos ou que possuem um alto colesterol são similares as artérias de uma pessoa com 45 anos de idade.

O estudo ainda não foi publicado e apesar da amostra ter sido pequena com apenas 70 crianças de 6 a 19 anos, muitos especialistas consideraram que os métodos e os parâmetros utilizados para a pesquisa são cientificamente aprovados.

De acordo com a Dra. Raghuveer isto é um alerta vermelho, para o Dr. David Ludwig professor do departamento de pediatria da Universidade Harvard, com este estudo podemos concluir que a obesidade e suas complicações podem resultar em doenças cardiovasculares tornando-se uma doença pediátrica.

Se o seu filho(a) é obeso ou tem um alto colesterol agora é o momento de começar a fazer mudanças no estilo de vida deles pois o processo pode ser revertido de acordo com a Dra. Raghuveer:

Apesar das artérias destas crianças apresentarem as fases iniciais da arteriosclerose, elas não estão endurecidas ou calcificadas, realmente não são avançadas. Pode haver uma oportunidade para implementar alterações estilo de vida, seja o exercício, seja dieta, ou talvez até mesmo medicamentos. Talvez esta condição possa ser revertida.

Mas não pense que este é um problema só dos Estados Unidos. De acordo com esta matéria que publicamos em 5/7/2008 O Brasil pode alcançar os EUA na obesidade infantil

Fonte: the new york times

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Pirâmide Alimentar

Fonte: Tom Fishburne

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Crianças da Inglaterra não reconhecem mais frutas e verduras

Uma recente pesquisa na Inglaterra apontou que uma grande parte de crianças entre 11 e 13 anos não conseguem reconhecer frutas e legumes.

A rede de restaurantes Tootsies realizou uma pesquisa com 200 crianças para que elas identificassem 40 variedades básicas de frutas e verduras. Os resultados foram impressionantes:

  • 35% das crianças não souberam identificar o que era um salsão.
  • Mais de 20% não sabiam como descrever uma batata.
  • 5,5% não reconheceram uma cenoura.
  • 1/3 dos garotos não sabiam o nome do pepino, porém 90% das meninas sabiam.

Outros resultados

  • Só 9% das crianças conseguiram reconhecer um nabo.
  • 8% sabiam o que era uma romã.
  • A berinjela foi reconhecida por apenas 6,5%.
  • Só 3% identificaram a alcachofra.
  • E apenas 1% conseguiram reconhecer uma groselha.

Nota do Blog

Bom para falar a verdade eu nem sabia que a groselha era uma fruta mas se você tiver alguma dúvida é só clicar aqui.

Para falar a verdade quando eu tinha esta idade, provavelmente não saberia identificar muitas destas frutas ou verduras por isso eu não posso criticar muito estas crianças, porém seus pais devem tomar a responsabilidade de mostrar a elas e tentar introduzir o maior número possível de alimentos saudáveis, pois quando adquirimos alguns hábitos desde pequeno eles tendem a ficar para o resto da vida.

Eu entendo que o dia a dia é muito corrido e a maioria das pessoas tem uma tendência a comprar produtos congelados ou pratos prontos para ter mais tempo, e assim poder desfrutar o pouquinho de tempo que resta, porém precisamos dar um valor maior a nossa alimentação e um bom começo é pelo menos aprender o nome dos alimentos. :)

Fonte: Diet Blog

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Obesidade Infantil, Brasil Pode Alcançar EUA

As crianças e adolescentes brasileiros estão chegando perto dos americanos da sua faixa etária em índices de obesidade e, se não se cuidarem, poderão se tornar os novos gordinhos do século 21, indica um estudo inédito de pesquisadoras da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro).

O trabalho do Departamento de Medicina Integral, Familiar e Comunitária da Uerj analisou 260 alunos de 10 a 19 anos de uma escola pública no Rio de Janeiro e verificou que 15,6% estavam acima do peso recomendado para a sua faixa etária e 11,7% já poderiam ser consideradas obesos. Nos Estados Unidos, 17% estão nessa situação, embora essa categoria não seja adotada.

“Em uma geração, essa situação já pode estar muito parecida com a dos Estados Unidos”, afirma a médica de família Débora Teixeira, uma das autoras do estudo. “Nossos padrões alimentares copiam muito o dos americanos: muito açúcar, muito carboidrato.”

No Brasil, uma criança tem excesso de peso quando está acima do percentil 85 da curva d

e índice de massa corporal ideal (IMC) para a sua faixa etária; para ser considerado obeso, é preciso ultrapassar o percentil 95.

EUA

Nos Estados Unidos, o Centro para Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) só considera acima do peso quem estiver no percentil 95.

Mas especialistas como o pediatra Mark Jacobson, da Associação Americana de Pediatria, já consideram a saúde de uma criança comprometida no percentil 85.

Segundo Jacobson, se o cálculo incluísse o percentil 85, no Estado de Nova York, por exemplo, 42% das crianças já poderiam ser consideradas com “excesso de peso”. No caso da escola de Vila Isabel analisada pela Uerj, por exemplo, crianças acima do peso e obesas somam 27,3%.

Teixeira diz que o estudo da Uerj retrata uma realidade específica, de uma escola urbana freqüentada por alunos da classe C, mas indica um quadro observado com cada vez mais freqüência

no país.

Situação “grave”

O endocrinologista Walmir Coutinho, presidente da Federação Latino-Americana de Sociedades de Obesidade, ressalta que, embora o Brasil esteja atrás dos Estados Unidos, o problema tem piorado tanto que, se nada for feito, o país pode caminhar para uma situação “até mais grave” do que a americana.

“Nós ainda estamos passando por uma mudança, com aumento do acesso a TV, automóvel e telefone. Nos Estados Unidos, eles já passaram por isso há 40 anos.”

Jacobson também vê o risco de o Brasil seguir o caminho dos seus compatriotas. “Há semelhanças: as crianças estão mais urbanas, há menos oportunidades para atividades físicas, o fast-food está se disseminando”, diz o pediatra, que já fez diversas palestras sobre o assunto no Brasil.

Uma criança obesa não só tem mais chances de se tornar um adulto obeso como aume

nta as suas chances de desenvolver doenças como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos.

“É muito assustador porque a quantidade de pessoas que têm já problema de pressão, obesidade, diabetes é muito grande”, afirma a médica Maria Inez Padula Anderson, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e uma das autoras do estudo.

Além dos problemas físicos, a criança tende a enfrentar problemas de auto-estima que podem dificultar os seus relacionamentos e aprendizado escolar, acrescenta Débora Teixeira.

Família

O fato de as crianças que participaram do estudo serem de classe média/classe média baixa também é interpretado pelos pesquisadores como um sinal de que pelo menos hoje no Brasil não é preciso ser rico para comer demais.

Na realidade, segundo Teixeira, a pobreza pode ser “um fator de risco” para a obesidade, já que os alimentos mais baratos hoje em dia são os industrializados, com alto índice de açúc

ar e gordura.

Para a médica, mais acostumado a debater problemas como a fome e a desnutrição, o Brasil ainda precisa acordar para a complexidade do problema de obesidade.

“A consciência de que a obesidade é uma doença, um problema de saúde grave, é recente, não tem mais de dez, 15 anos”, diz a pesquisadora. “O povo brasileiro tem uma preocupação grande com a estética, mas falta compreender o problema do ponto de vista da saúde.”

Nota do Blog

Mais uma pesquisa mostrando que um dos principais problemas do Brasil não é a desnutrição e fica cada vez mais evidente que a obesidade cresce assustadoramente em nosso país.

Até quando nossos políticos vão tentar encobrir esta situação?  Acredito que nós podemos e devemos exigir deles, melhores programas educacionais e fácil acesso a informações sobre como providenciar uma alimentação mais nutritiva e saudável.

Fonte: BBC Brasil

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