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Como prevenir ou ajudar a curar a depressão através da alimentação

depressão-prevençãoImagem Ayleene de Monn

A depressão ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, é uma doença muito frequente, segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde, cerca de 121 milhões de pessoas em todo o mundo é afetada por ela.

Uma das causas da depressão está diretamente ligada à alimentação do paciente, há evidências de que pessoas depressivas possuem níveis plasmáticos menores de ômega-3, em comparação a pessoas sadias.

Uma dieta rica em ômega-3 vindas do óleo de peixe de águas profundas e geladas como, atum, salmão, arenque, sardinha e a semente de linhaça, pode diminuir a probabilidade da pessoa ficar depressiva e até mesmo se suicidar. Por isso, a suplementação com ômega-3, tem sido usada cada vez mais em tratamentos de depressão, e o resultado é cada vez mais eficaz.

Além do óleo de peixe, o ômega-3 pode ser encontrado nas nozes, no agrião, no espinafre.
A combinação de uma dieta balanceada, acompanhamento psicológico e a prática de exercícios físicos pode ser a chave para a prevenção e até cura desta doença que atinge tantas pessoas.

Outro fator que está ligado ao quadro de depressão é o desequilíbrio intestinal. Isto mesmo, o intestino que não funciona bem interfere na produção correta dos neurotransmissores, que são responsáveis pelo equilíbrio do humor, depressão, e até mesmo da vontade de comer doces e carboidratos em geral.

A produção do neurotransmissor serotonina, responsável pelo bem estar e felicidade tem sua produção em torno de 80% intestinal, desta forma tratar e reequilibrar a flora intestinal é muito importante na depressão, podendo evitar a utilização de antidepressivos quando estiverem ainda no início.

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Farmácia doméstica com alimentos funcionais

Que tal ter uma farmácia funcional em sua casa ao invés de uma caixa de medicamentos? Saiba que todo medicamento tem seu efeito colateral, um deles é a inflamação do organismo por uso crônico. Estudos recentes comprovam que doenças como diabetes, hipertensão, depressão, artrite, celulite, doença cardiovascular, são doenças inflamatórias decorrentes de diversas causas (gatilhos).

Abaixo segue uma tabela com algumas dicas de como elaborar uma cesta de ervas naturais que podem melhorar sua saúde e de sua família naturalmente, ou seja, sem agredir nosso organismo.

Ervas Funcionais

Funcionalidades

Formas encontradas

Olmo Americano

Tosse seca

Erva seca ou em tabletes para chás ou dissolução em água

Cravo-da-índia

Dor de dente 

Óleo essencial

Alfarroba

Diarreia

Em pó

Hamamélis

Hemorroidas, picada de insetos.

Liquido destilado

Salgueiro branco 

Dores de cabeça e dores generalizadas

Erva seca ou extrato líquido

Arnica

Torções, batidas

Em gel ou pomada

Psyllium

Constipação

Em pó

Aloe Vera

Queimaduras, queimaduras de sol

Gel

Gengibre

Náuseas, cólicas menstruais

Cápsulas, secos ou a raiz fresca

Erva-doce

Gases

Sementes

Óleo de melaleuca

Pés de atleta

Óleo essencial

Eucalipto

Congestão

Óleo essencial

Camomila

Indigestão, cólicas menstruais, tensão

Erva seca

Echinácea

Baixa resistência imunológica 

Cápsulas ou extrato líquido

Calêndula

Pequenos cortes

Gel ou loção 

Dica: Não guarde as ervas em seu banheiro devido à umidade que pode comprometer seus efeitos prometidos. Guarde-as sempre em locais secos, arejados e, se possível, sem luz.

Cuidados: Apesar de todos seus benefícios naturais, as ervas não são classificadas como medicamentos. Às vezes consumidas ou administradas de forma incorreta, podem ter inúmeras contra-indicações e interações medicamentosas, desta forma o ideal é a prescrição através de um profissional. Sempre procure um médico antes de se automedicar.

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Nutrição funcional ajuda na prevenção e cura da depressão

depressaoImagem zweettooth

A depressão ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, é uma doença muito freqüente, segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde, cerca de 121 milhões de pessoas em todo o mundo é afetada por ela.

Uma das causas da depressão está diretamente ligada à alimentação do paciente, há evidências de que pessoas depressivas possuem níveis plasmáticos menores de ômega-3, em comparação a pessoas sadias.

Uma dieta rica em ômega-3 vindas do óleo de peixe de águas profundas e geladas como, atum, salmão, arenque, sardinha e a semente de linhaça, pode diminuir a probabilidade da pessoa ficar depressiva e até mesmo se suicidar. Por isso, a suplementação com ômega-3, tem sido usada cada vez mais em tratamentos de depressão, e o resultado é cada vez mais eficaz.

Além do óleo de peixe, o ômega-3 pode ser encontrado nas nozes, no agrião, no espinafre.
A combinação de uma dieta balanceada, acompanhamento psicológico e a prática de exercícios físicos pode ser a chave para a prevenção e até cura desta doença que atinge tantas pessoas.

Outro fator que está ligado ao quadro de depressão é o desequilíbrio intestinal. Isto mesmo, o intestino que não funciona bem interfere na produção correta dos neurotransmissores, que são responsáveis pelo equilíbrio do humor, depressão, e até mesmo da vontade de comer doces e carboidratos em geral.

A produção do neurotransmissor serotonina, responsável pelo bem estar e felicidade tem sua produção em torno de 80% intestinal, desta forma tratar e reequilibrar a flora intestinal é muito importante na depressão, podendo evitar a utilização de antidepressivos quando estiverem ainda no início.

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Açúcar e gordura mudam atividade cerebral

Imagem Maria Kaloudi

acucar

Quando eu ainda morava no Brasil eu nunca tinha ouvido falar que o açúcar deixava as crianças “loucas” pois dava uma extra dose de energia, achava que tudo isto era balela, uma pura forma de manter os doces fora do alcance das crianças.

Mas depois de um tempo eu comecei a analisar e comecei a achar que no fundo todo esse papo tinha algo de verdade mas eu não tinha nenhuma evidência para suportar o meu “achismo”.

Agora especialistas acreditam que quando você consume muitos alimentos com alto teor de açúcar e gordura, isso mexe com algumas quimicas que estão presente no cérebro que se chamam opiods (eu ainda não encontrei a tradução para o português).

É por causa do aumento deste químico que traz aquela sensação de felicidade e euforia, por isso que, quem gosta de um doce sempre ataca as guloseimas quando está deprimido ou estressado.

Portanto fique atento quando você está consumindo bolachas, chocolates, bolos, sorvetes e guloseimas em geral, as vezes não é nem porque você está com tanta vontade mas é porque você está deprimido demais.

Fonte: SSIB


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