Tag Archive for ‘diabetes’

Baixo nível de vitamina D pode estar associado ao ganho de peso em garotas

Imagem Kelly Fick

sol

Em um artigo publicado em novembro de 2008 no The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, investigadores no Centro de Saúde da Universidade McGill, em Montreal e da Universidade do Sul da Califórnia, EUA, relataram que meninas na fase pós-puberdade, que têm baixos índices de vitamina D, ganharam peso e tiveram crescimento atrofiado.

Noventa garotas com idades entre 16 e 22 anos foram avaliadas nos critérios altura, peso, gordura corporal, densidade óssea e nível de vitamina D. Em 59% das garotas, foi detectada insuficiência da vitamina. Estas demonstraram aumento de peso, massa e gordura corporal, além de tendência a ser mais baixa do que meninas com níveis suficientes de vitamina.

Nesta pesquisa observou-se que as mulheres jovens com insuficiência de vitamina D são significativamente mais pesadas, com um maior índice de massa corporal e aumento da gordura abdominal, do que as mulheres jovens com níveis normais da vitamina.

A ligação entre a saúde óssea e a vitamina D é bem conhecida, e estudos recentes sugerem que o aumento de vitamina D pode fornecer proteção contra alguns tipos de câncer, diabetes e esclerose múltipla. A vitamina D é também conhecida por favorecer o bom funcionamento do sistema imunológico.

A exposição à radiação ultravioleta do sol aumenta o risco de desenvolver câncer de pele, mas também aumenta a produção de vitamina D. Sempre que possível, permaneça no sol até às 09h ou após as 16, nestes horários temos maior segurança contra os raios ultra vermelhos. Mas não deixe de usar o protetor solar.

dra-daniela-jobst-nutricionista-funcional

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Gostou deste post? Leia também:

Exposição ao sol salva 10 vezes mais vidas por absorção de vitamina D do que causa câncer de pele

Imagem SXC

exposicao-sol

O número de vidas salvas por pessoas que duplicam sua exposição solar pode ser 10 vezes superior ao número que desenvolve câncer de pele fatal pelo mesmo motivo. Este é o resultado que mostrou um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Investigação do Câncer, em Oslo, na Noruega.

A exposição à radiação ultravioleta do sol aumenta o risco de desenvolver câncer de pele, mas também aumenta a produção de vitamina D. A ligação entre a saúde óssea e a vitamina D é bem conhecida, e estudos recentes sugerem que o aumento de vitamina D pode fornecer proteção contra alguns tipos de câncer, diabetes e esclerose múltipla. A vitamina D é também conhecida por favorecer o bom funcionamento do sistema imunológico.

“O risco de câncer de pele está aí, mas os benefícios para a saúde adquiridos por meio da exposição solar são muito maiores do que os malefícios”, diz a Dra. Daniela Jobst, nutricionista clínica funcional. “O que sugiro é que a exposição ao sol se dê de forma comedida para que o corpo tenha as vantagens da produção de vitamina D, sem colocar em risco a pele”.

A deficiência de vitamina D é um problema para pessoa que vivem em locais onde o sol é mais fraco, especialmente durante o inverno. Pesquisadores calculam que, em resposta à mesma quantidade de tempo passado ao ar livre, australianos produzem 3,4 vezes mais vitamina D do que as pessoas que vivem na Grã-Bretanha e 4,8 vezes mais do que as pessoas que vivem na Escandinávia.

De acordo com o estudo citado, se a população em geral da Noruega dobrasse a quantidade de tempo ao sol, aproximadamente 300 pessoas morreriam por ano de câncer de pele, representando o dobro do atual número de vítimas. Por outro lado, haveria menos 3000 mortes por outros tipos de câncer, evitados pela presença de vitamina D produzida pela exposição ao sol.

dra-daniela-jobst-nutricionista-funcional

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Gostou deste post? Leia também:

Maçã: A fruta que cuida do nosso sangue

Imagem SXC

maca-mordida

Doenças causadas por má circulação são uma das principais causas de morte no País, porém podemos controlá-las por meio da nutrição funcional, em que ingerimos certos alimentos que podem auxiliar na prevenção de várias doenças, inclusive as cardiovasculares, e um deles é a maçã.

A maçã tem um alto poder antioxidante, ajuda na prevenção do colesterol, é rica em fibras (solúveis), vitamina C e compostos fenólicos.

As fibras influem muito na redução do colesterol, pois elas ajudam a diminuir a quantidade deste no intestino delgado e a absorção dos lipídeos, já os compostos fenólicos atuam na inibição da oxidação da LDL-C e da agregação plaquetária, o que nos protege da arteriosclerose.

Além de prevenir o colesterol, uma dieta que contém maçã, pode reduzir os riscos de doenças pulmonares, cardíacas, asma, diabetes e o desenvolvimento de câncer, além de ajudar a perder peso. Como já dizia Hipócrates: “Faça do seu alimento seu medicamento”.

dra-daniela-jobst-nutricionista-funcional

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Gostou deste post? Leia também:

Todas as calorias não são iguais

Imagem SXC

sorvete-salada

A sabedoria popular argumenta que uma caloria é uma caloria, não importa se ela vem de um sorvete ou de uma salada. Evidentemente, há uma enorme diferença no valor nutricional desses alimentos. Sorvete é constituído na maior parte de açúcar e gordura, enquanto que a salada é uma fonte de vitaminas, minerais, antioxidantes, e fibras.

Mas de acordo com um recente estudo as calorias dos alimentos não são iguais, sugere o Dr. Eugene J. Fine, MD, e Richard D. Feinman, Ph.D., da Universidade “New York Downstate Medical Center”, no Brooklyn.

Fine e Feinman alegam que alguns tipos de calorias são mais suscetíveis do que outros e poderão ser convertidos em gordura. Seu pensamento é controverso, porque vai contra o que muitos médicos e nutricionistas têm ensinado aos seus pacientes. Calorias são unidades de energia, esta visão tradicional é baseada na primeira lei da termodinâmica. Esta lei apóia a crença de que há apenas uma maneira de perder peso: consumir menos calorias do que você queima.

Mas aqui está a pegadinha, os organismos das pessoas vão reagir de maneira diferente (metabolicamente) e 500 calorias que vem do açúcar poderão ter uma reação diferente do que 500 calorias que vem de proteínas. Obviamente, esta idéia tem um enorme significado para as pessoas quando o objetivo é a perda de peso.

O corpo libera a insulina para remover a glicose da corrente sangüínea para as células, onde é queimada, para gerar energia ou ser armazenada como gordura. Alimentos açucarados e outros alimentos que contém carboidratos – como pães, batatas fritas, arroz branco e massas – podem desencadear uma curva acentuada nos níveis de glicose no sangue. Quando o nível de glicose é elevado o corpo começa a produzir insulina. Isto é especialmente verdadeiro para as pessoas com pré-diabetes e diabetes do tipo 2, que tendem a ter níveis elevados de insulina.

Fine e Feinman acreditam que o controle da produção de insulina é a chave para perder peso. Peixe, frango e outras fontes de proteína praticamente não vão aumentar os níveis de insulina.

Nada disto significa que você tem que comer uma dieta baseada em proteínas. Comer carne magra, frango e peixe, juntamente com alimentos que contém muita fibra, ajudam a controlar os níveis de glicose e insulina e isto pode ser a melhor forma para o controle de peso.

Fonte: DLife

Gostou deste post? Leia também:

Obesidade nem sempre faz mal à saúde, diz estudo

Dois estudos publicados nesta segunda-feira pela revista especializada Archives of Internal Medicine afirmam que nem toda obesidade significa problemas de saúde, e que é possível ser obeso e saudável.

Segundo um dos estudos, liderado pelo médico Norbert Stefan, da Universidade de Tubingen, na Alemanha, é possível ser obeso mas não apresentar resistência à insulina nem sinais de arterioesclerose precoce – que sinalizariam problemas cardíacos e risco de diabetes do tipo 2.

No estudo, Stefan e sua equipe analizaram a gordura de 314 pessoas, divididas em quatro grupos: com peso normal, acima do peso (com índice de massa corporal até 29,9), obesos sensíveis à insulina e obesos resistentes à insulina.

Os cientistas mediram a gordura corporal, visceral, (em torno do abdômen) e subcutânea, com exames de ressonância magnética, e ainda mediram os níveis de gordura no fígado e nos músculos.

Eles concluíram que, enquanto a gordura abdominal é um forte indicativo de resistência à insulina (um dos sinais de risco da diabetes) nos pacientes de peso normal, ou acima do peso, ela não tem tanta importância para determinar os riscos dos pacientes obesos.

Enquanto que os dois grupos de obesos apresentavam semelhantes níveis de gordura abdominal, o grupo resistente à insulina apresentou níveis de gordura muscular e no fígado muito mais altos do que os obesos sensíveis à insulina, que não apresentam maiores riscos de saúde.

Saudáveis

Os cientistas concluíram ainda que entre os obesos sensíveis à insulina, o nível de sensibilidade era equivalente ao dos pacientes com peso normal. Os dois grupos apresentaram também equivalentes espessuras das paredes de suas artérias, afirmando que existe um fenótipo de obesidade benigna.

Stefan afirma que não defende a obesidade, mas sim um exame mais detalhado dos obesos, que meça a gordura no fígado e nos músculos, para identificar os riscos reais.

No outro estudo, a equipe liderada pela médica Rachel Wildman, do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, estudou dados de 5.440 pacientes com fenótipos diferentes para medir até que ponto a gordura é fator determinante de problemas de saúde.

O estudo analisou dados coletados entre 1999 e 2004 de pessoas com peso normal, acima do peso e obesas, com e sem anomalias cardio-metabólicas (que incluem pressão alta, nível elevado de triglicerídeos e o chamado “bom colesterol”).

Os resultados mostraram que 23,5% dos adultos de peso normal apresentavam anomalias, enquanto que 51,3% dos adultos acima do peso e 31,7% dos obesos eram saudáveis “metabolicamente”.

Entre os fatores associados aos problemas de saúde dos adultos com peso normal, estavam a idade avançada, baixos níveis de atividade física e maior circunferência da cintura.

Os pacientes obesos e acima do peso que não apresentavam problemas metabólicos tendiam a ser mais jovens, de etnia negra, mas não hispânica, com altos níveis de atividade física e menor circunferência da cintura.

Segundo o estudo, o resultado mostra que há uma proporção considerável de adultos obesos e acima do peso considerados saudáveis, ao mesmo tempo em que uma considerável proporção de adultos de peso normal apresenta problemas de saúde normalmente ligados à obesidade.

A cientista afirma que “são necessários novos estudos sobre mecanismos comportamentais, hormonais, bioquímicos e genéticos que estão por trás dessas diferentes respostas metabólicas ao tamanho do corpo”, e poderão, no futuro, ajudar na criação de métodos para identificar pacientes em risco.

Nota do blog

Muito interessante este estudo e mostra um pouco mais de informações sobre este complicado mundo do “viver saudável”.  Apesar de ser meio redundante dizer que concordo com esta pesquisa, pois é difícil argumentar contra os números, me parece que existe uma certa lógica.

Se pegarmos por exemplo uma pessoa que está acima do peso, porém pratica uma atividade física regularmente ela com certeza vai estar em melhor forma do que uma outra pessoa que não faz nenhum tipo exercício.

Contudo esta pesquisa se baseia no momento atual e não faz nenhuma menção sobre os efeitos do sobrepeso na velhice, onde os efeitos do excesso de peso vão surtir mais efeitos como dor nas costas, juntas e etc.

Fonte: UAI

Blog Widget by LinkWithin

Gostou deste post? Leia também: