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Farmácia doméstica com alimentos funcionais

Que tal ter uma farmácia funcional em sua casa ao invés de uma caixa de medicamentos? Saiba que todo medicamento tem seu efeito colateral, um deles é a inflamação do organismo por uso crônico. Estudos recentes comprovam que doenças como diabetes, hipertensão, depressão, artrite, celulite, doença cardiovascular, são doenças inflamatórias decorrentes de diversas causas (gatilhos).

Abaixo segue uma tabela com algumas dicas de como elaborar uma cesta de ervas naturais que podem melhorar sua saúde e de sua família naturalmente, ou seja, sem agredir nosso organismo.

Ervas Funcionais

Funcionalidades

Formas encontradas

Olmo Americano

Tosse seca

Erva seca ou em tabletes para chás ou dissolução em água

Cravo-da-índia

Dor de dente 

Óleo essencial

Alfarroba

Diarreia

Em pó

Hamamélis

Hemorroidas, picada de insetos.

Liquido destilado

Salgueiro branco 

Dores de cabeça e dores generalizadas

Erva seca ou extrato líquido

Arnica

Torções, batidas

Em gel ou pomada

Psyllium

Constipação

Em pó

Aloe Vera

Queimaduras, queimaduras de sol

Gel

Gengibre

Náuseas, cólicas menstruais

Cápsulas, secos ou a raiz fresca

Erva-doce

Gases

Sementes

Óleo de melaleuca

Pés de atleta

Óleo essencial

Eucalipto

Congestão

Óleo essencial

Camomila

Indigestão, cólicas menstruais, tensão

Erva seca

Echinácea

Baixa resistência imunológica 

Cápsulas ou extrato líquido

Calêndula

Pequenos cortes

Gel ou loção 

Dica: Não guarde as ervas em seu banheiro devido à umidade que pode comprometer seus efeitos prometidos. Guarde-as sempre em locais secos, arejados e, se possível, sem luz.

Cuidados: Apesar de todos seus benefícios naturais, as ervas não são classificadas como medicamentos. Às vezes consumidas ou administradas de forma incorreta, podem ter inúmeras contra-indicações e interações medicamentosas, desta forma o ideal é a prescrição através de um profissional. Sempre procure um médico antes de se automedicar.

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Dieta do DNA – [nutrigenômica ou nutrigenética]

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Uma maçã por dia pode ser substituída por obscuros compostos moleculares e aminoácidos para afastar doenças, graças a um novo foco de investigação genética: a nutrigenômica ou popularmente conhecida como dieta do DNA.

A nutrigenômica olha o efeito da nutrição sobre as moleculas, ao nível genético. Esqueça a DDR (dose diária recomendada), as orientações gerais destinadas a toda a população. A nova pesquisa genética, em última instância, pode fornecer uma alimentação adaptada à sua composição genética.

A ciência há muito tempo se pergunta qual é a relação entre dieta e o metabolismo. Porque é que algumas pessoas têm uma dieta com alto teor de gordura porém não desenvolve uma doença cardíaca? Por que algumas pessoas com uma dieta moderada na quantidade de gordura, tem colesterol elevado?

Após os trabalhos do projeto genoma humano, os cientistas estarão equipados com as informações para responder a estas perguntas, e os resultados terão implicações fundamentais para a saúde.

Na realidade, o campo é tão promissor que a Universidade Rutgers criou uma posição de professor assistente de nutrigenômica. Dr. Mohammed Rafi atualmente desenvolve a criação de um laboratório de investigação e de uma equipe que irá analisar a dieta e o câncer.

Este é um projeto a longo prazo, mas alguns resultados de campo, serão explorados em um futuro próximo.

“Eu acredito que em cinco anos uma simples análise de sangue permitirá determinar se um indivíduo tem uma tendência a desenvolver doenças cardiovasculares”, disse Nancy Fogg-Johnson, da “Life Sciences Alliance”, que com o colega Alex Meroli, criou o termo nutrigenômica.

Dispositivos do tamanho de um celular já existem para a análise de DNA, que poderia ser utilizado para detectar se uma pessoa tem a susceptibilidade a doenças cardiovasculares.

Mais importante ainda, a nutrigenômica permitirá que esta informação poderá dizer quais alimentos têm um impacto positivo sobre a saúde de cada indivíduo, disse Fogg, Johnson.

A ideia é que os alimentos negativos, tais como gorduras saturadas, poderiam ser substituídos por aqueles que promovem um impacto positivo na redução do colesterol. Como comer aveia, em vez de um bife gorduroso, por exemplo.

Esta conclusão não necessita milhões de dólares para ser descoberta, mas a ciência ainda está no escuro sobre como os alimentos reagem com o corpo no nível molecular. A Nutrigenômica vai ligar os Holofotes.

Embora dietas e o DNA serão inicialmente relacionados de uma maneira ampla, a genética vai desempenhar um papel cada vez mais preciso na saúde preventiva.

Ainda vai levar um tempo, mas Fogg-Johnson diz que eventualmente a nutrigenômica será capaz de descobrir dietas que evitam ou retardam o aparecimento das doenças mais graves e generalizadas de hoje como o câncer ou doenças degenerativas como Alzheimer.

Clique aqui e veja o que a nutricionista Daniela Jobst pensa sobre a nutrigenômica.

Fonte: wired

Através do seu cocô você descobre como anda sua saúde

Imagem Steve Woodspapel-higienico

O tema pode parecer estranho, o assunto inadequado e constrangedor, mas as nossas fezes podem dizer muito sobre o funcionamento de nosso organismo. O tamanho, a textura, o odor e até mesmo a cor do nosso cocô podem denunciar se estamos com algum problema, ou se está “tudo limpo”.

Mastigação incorreta, mau funcionamento do seu fígado e intestino, e até falta de nutrientes em seu organismo, são apenas alguns exemplos dos problemas que podem ser detectados a partir da análise das fezes.

Acredite ou não, mas o cocô tem a sua forma ideal e mostra se estamos saudáveis e com nossos órgãos em dia.  Aqueles cocôs longos e grossos, como se fosse uma salsicha, com as bordas bem acabadas costumam ser os mais saudáveis.

Mas se o que você vê ao dar a descarga são caroços duros, ou excrementos finos, com aparência pálida e/ou odor forte, atente-se: algum problema pode haver com seu organismo. Uma das principais doenças que se pode evitar, tendo um cocô “saudável”, é o câncer de intestino – segundo tipo de tumor malígno que mais aparece em pessoas de todo o mundo.

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Quer viver mais e melhor? Ingira menos calorias

Imagem Paulo Correa
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Quem está em dieta sabe o quão importante é controlar a ingestão de calorias. Agora, pesquisadores descobriram que diminuindo o consumo de calorias não é bom somente para a sua cintura, mas também pode retardar o envelhecimento.

Um novo estudo da revista Science, pesquisadores investigaram mais de 70 macacos por 20 anos. Metade dos macacos seguiram uma dieta restrita em calorias porém muito nutritiva, em valores, eles consumiram 30% menos calorias do que normalmente comeriam. Enquanto, a outra metade comia o quanto quisesse.

No final, 53% dos macacos que seguiam a dieta ainda estavam vivos até ao final do estudo, em comparação com apenas 34% do outro grupo. Outro ponto importante, os macacos que comeram menos calorias permaneceram mais saudáveis por longos períodos de tempo. De fato, eles tinham 3 vezes menos probabilidade de desenvolver doenças relacionadas com a idade como o câncer, doenças cardiovasculares e diabetes. Eles também apresentaram melhorias em relação a saúde do cérebro. “Todas estas mudanças ajudam a retardar o processo de envelhecimento”, diz o Dr. Richard Weindruch, autor e professor de medicina da Universidade de Wisconsin em Madison. Inclusive um outro estudo realizado por ele descobriu que a restrição calórica poderia ajudar a diminuir a perda de músculos com o envelhecimento.

Como macacos e seres humanos estão intimamente ligados, os resultados podem se aplicar a você, também. No entanto, o Dr. Weindruch é hesitante em recomendar uma redução de 30% de calorias para os seres humanos, dizendo que pode ser demasiado para a maioria das pessoas. “E se você reduzir muito o seu consumo alimentar, você poderá entrar em desnutrição”, diz ele. Se você quiser seguir este método, você deverá procurar um perito qualificado como um nutricionista que pode te acompanhar e de ter a certeza de que enquanto você está cortando calorias, você está recebendo todos os nutrientes que você precisa.

Alimentação funcional combate câncer

Imagem greschoj

azeite-oliva

Pessoas que se alimentam conforme os fundamentos da nutrição funcional sentem os benefícios no seu dia-a-dia. Além de prevenir e cuidar de muitas doenças, os alimentos funcionais promovem bem-estar físico e mental para quem os ingere.

Dentre os vários aspectos positivos para a saúde, atualmente médicos já indicam alguns alimentos que, se ingeridos conforme indicado, podem* prevenir vários tipos de câncer em homens e mulheres.

Conheça alguns desses alimentos e como eles atuam no nosso organismo promovendo qualidade de vida:

– Azeite de oliva e câncer de mama
Os polifenóis contidos no azeite extra-virgem de oliva são responsáveis por programar a morte de células cancerígenas, diminuindo a expressão de genes pró-cancerígenos. Estes fitos químicos estão apenas presentes no azeite de oliva extra-virgem de primeira extração – a frio e sem químicas, a quantidade sugerida são de duas colheres de sobremesa ao dia.

– Brócolis e câncer de mama
Estudos mostram que o componente sulforofano inibe a proliferação de células tumorais de modo semelhante ao do taxol e vincristina – poderosos medicamentos anticancerígenos. Outros vegetais que podem também ser benéficos como o brócolis são o repolho e a couve-flor. O ideal é a ingestão de ½ xícara de chá ao dia.

– tomate e câncer de pulmão, útero, próstata e boca
Além de cargas de vitamina C, o tomate é uma das mais ricas fontes de licopeno flavonóide – o que lhes confere a sua cor vermelha – e que demonstrou defender o organismo contra o câncer de pulmão, útero, próstata e boca. Para que tenha esse efeito, é necessário o consumo de 3-4 rodelas de tomate por dia.

– espinafre e câncer de mama e pulmão.
Em vários estudos verificou-se que pessoas que incluem duas ou mais porções de espinafre por semana em sua nutrição têm consideravelmente mais baixas taxas de câncer de mama e pulmão.

– Alho e câncer
Os compostos de enxofre já demonstraram proteger contra o câncer, por neutralizar agentes cancerígenos e retardar o crescimento tumoral. Em estudo, investigadores descobriram que as mulheres que consomem alho pelo menos uma vez por semana, também têm uma incidência 32% menor de câncer de mama.

– Laranjas e câncer de pulmão e estômago
Já conhecidas por seu alto teor de vitamina C, pesquisas mostram que as laranjas também são ricas em muitos outros compostos anticancerígenos. Pesquisadores descobriram que as laranjas contêm mais de 170 fito químicos. Além disso, os compostos chamados limonóides – que dão aos frutos cítricos sabor ligeiramente amargo – são também altamente ativos contra o câncer. O consumo regular de laranjas (1 fruta ao dia, ou 1 copo de suco) está associado significativamente ao menor número de câncer de pulmão e estômago.

– Feijão
Todos os tipos de feijão são carregados com os inibidores da protease – compostos que tornam difícil para as células cancerígenas de invadir tecidos adjacentes. As lentilhas pertencem também à família de feijão, e são saborosas e fáceis de preparar.

– Soja e câncer de mama
As isoflavonas contidas na soja podem afetar o desenvolvimento do câncer de mama por competir com o estrogênio do corpo na ligação aos receptores de estrógeno. As isoflavonas também podem reduzir o risco do câncer de mama através do aumento do hormônio sexual vinculado a globulina, o que reduz níveis de estrógeno no sangue.

*cada organismo reage individualmente e o ideal é procurar um especialista em nutrição funcional para indicar o que funciona para o seu.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com
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