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Como amenizar a vontade de comer doces no inverno

Imagem Juliet James

doces

O inverno está chegando, e a maioria das pessoas sente mais vontade de comer nesta época do ano, principalmente doces – maiores vilões para quem não quer engordar! Aqui vai algumas dicas de como podemos curtir o “doce friozinho” sem exagerar nas calorias.

Para quem não deixa o chocolate de lado, o amargo é uma excelente opção, pois é rico em flavonóides que têm poder antioxidante, ou seja, combatem os radicais livres – moléculas tóxicas que comprometem o bom funcionamento do organismo e impedem o depósito de placas gordurosas nas artérias, causadoras de infarto e derrame e polifenóis. Além disso, a ingestão de flavonóides se mostrou eficaz no combate à hipertensão, um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

Para quem gosta de frutas, a banana é uma ótima opção. Considerada uma das principais fontes de amido na dieta dos trópicos, é consumida normalmente cozida quando ainda verde. A análise da composição química comprova que a banana não é somente rica em carboidratos e energia, mas possui também elevadas proporções de minerais e vitaminas.

Aquecer a banana e adicionar canela é uma ótima combinação, pois a banana possui triptofano que é precursor do neurotransmissor serotonina, responsável pelo bem-estar e pela saciedade, e com o aquecimento a reação é potencializada.

Abaixo tem exemplos de dois fondues funcionais que pode aquecer as noites de inverno:

Fondue Contemporâneo
Calda espessa de chocolate amargo servido em temperatura branda com espetinhos de morango, manga e uva, geléia de pimenta ou gengibre.

Fondue Funcional Isento de Lactose e Glúten
Calda espessa a base de cacau puro, biomassa de banana verde não aclimatizada e leite de arroz com espetinhos de morango, manga e uva, geléia de pimenta ou gengibre.

dra-daniela-jobst-nutricionista-funcional

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com
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Nutrigenômica: A alimentação baseada no perfil genético

Imagem Brasília em Tempo Real

genetica

Um dos mais recentes estudos na área da nutrição é a nutrigenômica, ou seja, o que você come pode modificar um gene e isso ser passado a outras gerações, o que significa que seus hábitos de vida atuais podem refletir na qualidade de vida de seus netos. Nossas escolhas alimentares podem influenciar a predisposição genética das nossas gerações seguintes.

A Nutrigenômica é a ciência que busca entender como a nutrição compromete o equilíbrio entre a saúde e a doença por meio das mudanças na expressão e/ou da estrutura de um perfil genético individual. De maneira mais simples, pode-se dizer que é o estudo da relação entre o consumo de nutrientes e o código genético.

Cor dos olhos, dos cabelos, altura, formato da orelha, do nariz, cor da pele… Muitas características que distinguem indivíduos uns dos outros são determinadas pela genética.

Estudos já mostram que futuramente poderemos antever o aparecimento de muitas doenças. Conhecendo os nutrientes e seus compostos bioativos, podemos modificar a fórmula genética ou alterar a estrutura do DNA, sabendo que por meio da alimentação podemos desenvolver geneticamente um organismo menos predisposto ao surgimento dessas doenças.

Exemplo disso é o impacto dos flavonóides na prevenção do câncer. Pesquisadores demonstraram pela primeira vez em 1996 que os flavonóides presentes nas frutas cítricas aumentam a expressão dos genes envolvidos no sistema orgânico de defesa contra o câncer.

A nutrigenômica propõe que a alimentação de cada indivíduo seja única e funcional, assim como é o mapa genético de cada ser humano. Alimentos que para um são remédio, para outros são veneno.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com
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