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Refrigerantes diet podem estar ligados ao ganho de peso

Uma pesquisa realizada pela University of Texas Health Science Center em San Antonio parece mostrar uma relação entre o consumo de refrigerantes diet e ganho de peso.

O estudo realizado por 8 anos e feito com mais de 600 pessoas de peso normal, descobriu que 65% das pessoas pesquisadas tinham mais chances de terem excesso de peso se bebessem um refrigerante diet por dia do que as pessoas que não bebiam refrigerantes. E se eles bebiam dois ou mais refrigerantes diet por dia, eram ainda mais susceptíveis a ficarem com sobrepeso ou serem obesos.

Para o espanto de muitos, parece que aqueles que bebiam refrigerantes diet tinham uma chance maior de se tornarem obesos do que aqueles que bebiam refrigerantes não diet.

Segundo o estudo:

Uma possibilidade para estes resultados é que uma pessoa que bebe um refrigerante diet pode sentir que está tudo bem e pode compensar as calorias não ingeridas com outro alimento de alto valor calórico.

Achei bem interessante este estudo e gostaria que estes tipos de pesquisas fossem mais frequentes.

Eu já fui muito viciado em refrigerantes diet, principalmente a coca e a pepsi, cheguei a tomar 2 litros por dia. Eu acredito que a razão pela qual eu cheguei a tomar essa quantidade, além de estar viciado é claro, foi pelo fato que toda vez que eu sentia vontade de comer doces, eu atacava o refrigerante e no começo isto me saciava mas depois eu começava a sempre tomava o refrigerante diet com um docinho junto.

Talvez o refrigerante em si não cause ganho de peso, porém temos que levar em conta qual é o tipo de comportamento que o produto nos leva a ter, e por isso o estudo comprovou haver uma relação de refrigerantes diet com o ganho de peso.

De qualquer maneira, eu acredito que se você conseguir trocar o refrigerante por água com gás, que foi o que eu fiz, o seu corpo irá agradecer.

Fonte: Dietblog

Baixo nível de vitamina D pode estar associado ao ganho de peso em garotas

Imagem Kelly Fick

sol

Em um artigo publicado em novembro de 2008 no The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, investigadores no Centro de Saúde da Universidade McGill, em Montreal e da Universidade do Sul da Califórnia, EUA, relataram que meninas na fase pós-puberdade, que têm baixos índices de vitamina D, ganharam peso e tiveram crescimento atrofiado.

Noventa garotas com idades entre 16 e 22 anos foram avaliadas nos critérios altura, peso, gordura corporal, densidade óssea e nível de vitamina D. Em 59% das garotas, foi detectada insuficiência da vitamina. Estas demonstraram aumento de peso, massa e gordura corporal, além de tendência a ser mais baixa do que meninas com níveis suficientes de vitamina.

Nesta pesquisa observou-se que as mulheres jovens com insuficiência de vitamina D são significativamente mais pesadas, com um maior índice de massa corporal e aumento da gordura abdominal, do que as mulheres jovens com níveis normais da vitamina.

A ligação entre a saúde óssea e a vitamina D é bem conhecida, e estudos recentes sugerem que o aumento de vitamina D pode fornecer proteção contra alguns tipos de câncer, diabetes e esclerose múltipla. A vitamina D é também conhecida por favorecer o bom funcionamento do sistema imunológico.

A exposição à radiação ultravioleta do sol aumenta o risco de desenvolver câncer de pele, mas também aumenta a produção de vitamina D. Sempre que possível, permaneça no sol até às 09h ou após as 16, nestes horários temos maior segurança contra os raios ultra vermelhos. Mas não deixe de usar o protetor solar.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Gene defeituoso está ligado a obesidade

Imagem SXC

gene

Uma das razões para você estar acima do peso pode estar conectado ao seu dna. Cientistas da Dundee University descobriram que um defeito do gene chamado FTO pode ser um dos fatores responsáveis do porque as pessoas tem muita dificuldade em perder peso.

De acordo com a pesquisa cerca de 2/3 das pessoas possuem este defeito no gene. A conseqüência é que estas pessoas acabam consumindo 100 calorias a mais por refeição, que a primeira vista não parece grande coisa mas significa que em 1 semana você vai consumir 2100 calorias a mais.

Cerca de 49% da população contém pelo menos 1 gene defeituoso, em números isto significa que esta pessoa tem 30% mais chances de ser obesa e 25% a mais de contrair diabetes. 14% da população carrega 2 cópias defeituosas do gene FTO, isto resulta um um aumento no risco de obesidade para 70% e 50% a mais de chances para a diabetes.

Neste estudo não ficou comprovado que o aumento de peso devido ao gene defeituoso se deve ao aumento do apetite, metabolismo baixo, falta de exercícios. O que ficou comprovado é que as pessoas que tem este gene defeituoso estão propensas a consumir alimentos mais calóricos.

Contudo os efeitos do gene defeituoso não são incontroláveis e por isso você não deve perder as esperanças de que é possível perder ou manter o peso. No final das contas se você não comer além do necessário não ira ganhar peso.

Fonte: dailymail

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