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Através do seu cocô você descobre como anda sua saúde

Imagem Steve Woodspapel-higienico

O tema pode parecer estranho, o assunto inadequado e constrangedor, mas as nossas fezes podem dizer muito sobre o funcionamento de nosso organismo. O tamanho, a textura, o odor e até mesmo a cor do nosso cocô podem denunciar se estamos com algum problema, ou se está “tudo limpo”.

Mastigação incorreta, mau funcionamento do seu fígado e intestino, e até falta de nutrientes em seu organismo, são apenas alguns exemplos dos problemas que podem ser detectados a partir da análise das fezes.

Acredite ou não, mas o cocô tem a sua forma ideal e mostra se estamos saudáveis e com nossos órgãos em dia.  Aqueles cocôs longos e grossos, como se fosse uma salsicha, com as bordas bem acabadas costumam ser os mais saudáveis.

Mas se o que você vê ao dar a descarga são caroços duros, ou excrementos finos, com aparência pálida e/ou odor forte, atente-se: algum problema pode haver com seu organismo. Uma das principais doenças que se pode evitar, tendo um cocô “saudável”, é o câncer de intestino – segundo tipo de tumor malígno que mais aparece em pessoas de todo o mundo.

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

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Má digestão causa sono, acne, olheiras, além de constipação intestinal e gordura localizada

Imagem Jonathan Natiukintestino

Nossa alimentação influi em muitos aspectos de nossa vida. Já se sabe que, com a nutrição funcional, podemos até prevenir e curar doenças. Além do papel fundamental no funcionamento do nosso organismo, esses alimentos funcionais também nos beneficiam na estética e na qualidade de vida.

Um dos males evitados quando se tem o hábito da dieta funcional é a má digestão. Hoje se sabe que esta função de nosso intestino, se mal feita, pode causar sonolência, problemas de pele como acne, olheiras, sem contar na constipação intestinal e gordura localizada, que aterroriza as mulheres em especial.

Por isso eu recomendo algumas dicas para evitar a má digestão.

1º As refeições devem ser fracionadas durante o dia.
Comer uma fruta ou oleaginosa, a cada duas ou três horas, faz com que o metabolismo não pare. Podem ser feitas até oito refeições (quatro pequenas) por dia.

2º Não beba durante as refeições, porém não corte o líquido
O líquido dilui o ácido clorídrico, fundamental para o processo digestivo. O ideal é não beber nada meia hora antes e meia hora depois de comer. Porém, durante o dia é preciso ingerir muito líquido, em especial, água.

3º Preste atenção em alimentos que não lhe caem bem e evite-os.

4º Na hora de temperar saladas, prefira azeite de oliva e óleos de linhaça.

5º Por fim, coma devagar!
O dia-a-dia corrido, leva as pessoas a trazer a correria para a mesa. Sem mastigar direito, o estômago e o intestino são sobrecarregados e têm dificuldade para absorver os nutrientes e a produzir minerais essenciais, como o zinco. Resultado: pessoas que não mastigam direito podem ter problemas de gases, abdome estendido e dificuldade para evacuar.

dra-daniela-jobst-nutricionista-funcional

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
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Alimentos crus facilitam a digestão e favorecem a saúde do corpo

Imagem purerawcafe

lasagna

As enzimas são substâncias que ajudam a melhor absorção do alimento no nosso organismo e ajudam na preservação de nossos órgãos. São elas as responsáveis pelas reações químicas que acontecem em nosso corpo e, a falta destas, faz com que as vitaminas, minerais e os hormônios não consigam cumprir o seu papel.

Possuímos em nosso organismo uma reserva de enzimas, mas como nos dias de hoje muitas pessoas não se alimentam de forma saudável, usam muitos medicamentos e fazem pouco ou nenhum exercício físico, nosso organismo não produz as enzimas suficientes para processar o alimento de forma correta e nutrir o corpo todo.

É muito importante não esgotar o estoque de enzimas, pois isso pode acarretar em vários tipos de doenças, além do envelhecimento ou morte precoce. Comer alimentos crus faz com que a digestão seja mais fácil e saudável e evita o gasto da nossa reserva enzimática.

Já os alimentos cozidos, fervidos, enlatados, pasteurizados, enfim, que não estejam in natura, perdem suas enzimas e por isso precisam das produzidas pelo nosso corpo durante sua digestão, o que faz com que órgãos do sistema digestivo tenham que “roubar” substâncias do sistema imunológico, causando reações adversas, como: gases, dor de estômago, dor nas articulações e nos músculos, insônia, diarreia/constipação, erupções na pele (acne), envelhecimento precoce, celulite entre outras.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
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